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3455 Palavras
Boa leitura! Pov Luna Kordei Hansen — Alice é uma filha da... — p**a! — Minha mãe completou. — Essa desgraçada e... — i*****l! — Completou novamente. — Eu deveria mandar ela ir pra casa do... — c*****o! — E mais uma vez mãe Dinah disse completando minhas frases. — Não sei se fico brava com Dinah por ajudar você com todos esses palavrões ou ajudo ela. — Mãe Mani concluiu. A situação em que estávamos era à seguinte: Havíamos acabado de voltar da floresta cujo Alice havia me levado, levado no caso é apenas modo de dizer, que ela havia me arrastado por todo o percurso... Minhas mães estavam sentadas no sofá de frente à minha cama enquanto eu tentava xingar minha melhor amiga de tudo quanto é palavrão possível, e era óbvio que minha avó sabia que eu falava palavrão, todos eles, porém eu não conseguia controlar. Era inevitável, mas então tio Troy querendo dar uma de todo poderoso na história duvidou que eu não conseguiria passar seis meses sem chamar um se quer e eu, orgulhosa como era, aceitei. ERA ÓBVIO QUE EU NÃO DEVERIA TER FEITO ISSO! Não chamar palavrões é como viver sem s**o, você até pode imaginar querer ficar sem, mas não é. É impossível! E isso nos leva à minha atual situação: Minha mãe, que mesmo não sendo escorpiana, me ajudava nessa parte do trato. Sempre que eu queria falar um palavrão, ela estava ali... Do meu lado. Firme e forte. E nem precisava ler pensamentos pra isso. Bufei e revirei os olhos. Por mais incrível que tia Lauren fosse, sabe e ler pensamentos não era lá essas coisas. Em seu lugar, eu odiaria ter que ler as mentes das pessoas sempre que ela estavam em determinadas situações, imagine enquanto uma delas estavam excitadas na frente de um computador onde seus olhos encaravam um pornozão escroto onde duas lésbicas com as unhas de meio metro se fodiam de forma exagerada e suas mãos punhetavam de forma horrenda seu pênis? Eu tenho é uma certa peninha por ela ter que passar por isso, Lauren no caso, as pessoas eram traiçoeiras em determinados pontos de suas vidas e ler pensamentos era angustiante demais. Você nunca sabe quando irá se apegar as dores dos outros... — i****a! — Disse cruzando os braços sobre os p****s voltando totalmente ao meu ponto principal. — Quando nós vamos? Elas se entreolharam. — Assim que elas voltarem. — Mani confirmou. — Não! — Disse rapidamente. — Eu não quero olhar para aquela carinha... — Gostosa! — Dinah disse e tanto minha mãe e eu olhamos para ela. — O quê? — Deu de ombros. — Foi isso que ela queria dizer, então quis poupar o trabalho e saliva da minha bebê pra ela gastar com coisas melhores... — E sorriu maliciosamente. Eu quase gargalhei. Quase. Se não fosse a dor no meu peito que incomodou. Será que era ansiedade para a viagem? Caminhei até elas e como de costume, me deitei entre as mesmas. Logo fui acolhida. Eu amava essas duas mulheres de forma tão incondicional que jamais teria palavras o suficiente dentro de mim para conseguir expressar todo esse sentimento. Por anos vivi de abrigos à abrigos em busca de um lugar onde eu me sentisse acolhida e tivesse pais maravilhosos que me colocavam para dormir todas as noites e me davam um beijo de boa noite. Passei anos da minha vida com essa idéia e o tempo ia passando me trazendo a certeza de que eu nunca seria adotada. Fiz amigos em diversos lugares, mas nenhum que eu pudesse contar realmente. Até aquele maldito dia. Eu tinha acabado de fazer doze anos e era o meu primeiro dia naquele lugar. Havia sido transferida pela assistente social depois de ter fugido de um dos orfanatos de Seattle para ir à um show de uma boyband qualquer, e devo dizer que foi o melhor show da minha vida, até ter sido pega pela polícia e transferida. O ponto é que foi naquela maldita escola em que alguém bateu com tudo em meu corpo, eu m*l tinha colocado os pés no lugar e minhas coisas todas foram de encontro ao chão e assim que me preparei para xingar todas as gerações de bastardos que aquele ser humano pretendia ter, eu à olhei. Era uma garota magricela, não que eu fosse diferente, olhos em um azul tão cristalino que me lembravam o oceano, ou as noites em Seattle, longos cabelos loiros e uma cicatriz na testa. Me lembro de ter ficado em choque por alguns segundos e com uma enorme sensação de querer ficar perto da estúpida estabanada. Ela tremeu enquanto eu à olhava e isso acabou amolecendo o meu coração de alguma forma... Por algum motivo, acabei puxando assunto e descobrimos que nossas aulas eram na mesma sala. Nunca fiquei tão feliz por ter que começar o primeiro dia de aula em uma cidade nova como naquele momento. O tempo foi passando e eu fui descobrindo que Alice era doce, sonhadora e bastante ingênua. Isso fez com que meu lado protetor aflorasse de um jeito que eu não conseguia entender, mas sempre que ela precisava eu estava ali. Estive ali quando ela chorou por que descobriu que eu morava em um lar para menores, chorou quando eu fui rejeitada mais uma vez por um casal e chorou quando descobriu que também era adorada, mas prometi à ela que isso não mudava em nada por que ela ainda tinha mães que faziam qualquer coisa para ve-la bem e mesmo contra a vontade, ela sorriu. Foi limpando suas lágrimas que eu percebi que Alice era o motivo que me fez ficar. Eu não tinha mais motivos para ir embora, não tinha mais vontade de continuar fugindo e conhecendo lugares ou muito menos pessoas, Alice tinha cheio de casa nova, de abrigo e ela era a única pessoa em minha vida com quem eu realmente me importava. E eu fui ficando, me entrelaçando em sua vida, sua família acabou se tornando a minha e nós fomos vivendo. Até um momento em que não sabíamos mais dizer o que éramos e o quê sentíamos. Foi transando com Alie que eu percebi que seja lá o que nós estávamos tendo não era saudável para a nossa amizade. Nós éramos melhores amigas e de repente, estávamos dividindo uma cama onde transavamos intensamente sobre o colchão. Éramos muito novas para explicar o sentimento, eram várias situações sob nós duas. Era Billy, era o acidente e foi o coração partido dela. No fim das contas, nós não nos entregamos pelos motivos certos e sim por que estávamos magoadas demais com motivos banais para fazer tudo direito. Eu não queria ficar com alguém que estava se redescobrindo, agora como vampira. E eu não queria que minha melhor amiga ficasse com alguém que se sentia instável emocionalmente. Eu precisava entender o que estava acontecendo comigo mesmo e foi assim que nós decidimos partir. — Podemos ir sem falar com ninguém? Eu não gosto de despedidas... - Menti claramente e talvez elas soubessem disso. Mãe Mani suspirou, eu gostava quando ela fazia isso. Embora soubesse que não era preciso, era sempre bom lembrar que ela ainda sabia como ser humana mesmo depois de tanto tempo. — Clara e Mike não irão gostar disso, bebê. — Suas mãos fizeram carinho em meus cabelos. — Além do mais... Eles irão precisar saber... Foi minha vez de suspirar. — Não quero que eles saibam da minha vida s****l. — Disse manhosa de olhos fechados devido ao carinho. — Isso é pessoal demais. — Sim. — Mãe Dinah fazia massagem nos meus pés, hora ou outra brincava com meus dedos já que estava descalça. — Mas confiamos em você, Luna. Você deveria ter confiado em nós! Ponto pra ela. Sabia que ela tocaria nesse assunto. Nessas horas me dava uma raiva de tia Lauren saber ler mentes. — Desculpem. — abri meus olhos para que elas entendessem que eu estava sendo verdadeira. Me coloquei sentada entre elas que logo abriram mais espaço para que eu pudesse me aconchegar. — Eu só não queria dizer em voz alta... — Se arrepende? — Mani perguntou. Neguei com a cabeça. — Lógico que não. — Mãe Dinah riu. — Eu gozei e ela gozou, foi bom porém foi só isso... Somos apenas amigas. Suspirei de novo. — Amigas dormem em camas separadas... — E amigas não se tratam como vocês se tratam. — Dinah completou. Ela tava começando a me irritar com isso. — E amigas, não se amam como vocês se amam! — Elas disseram juntas e eu fiquei sem palavras. — Vem cá, vocês treinaram isso quando? — As duas sorriram. — Só não ver quem não quer, bebê. — Jane resolveu ser adulta ao me dizer isso. — Você pode não ter contado que sua amizade com Alie avançou, mas Mani e eu conhecemos você muito bem para saber que olhares significam muitas coisas. — E o fato de vocês duas passaram a corar depois de alguns meses para cá ajudou bastante. — Mani me abraçou. — Já vivemos muito tempo no meio de humanos para entender o que um aceleramento de coração, um corar de bochechas e um suspiro cansado querem dizer... E estamos do seu lado, meu amor. Sempre iremos estar! Eu queria chorar, até tentei mas ainda estava com raiva. Muito libriana, eu sei. — Sempre é assim? — Olhei para as duas que pareceram perdida com a minha pergunta. — Digo, gostar de alguém sempre dói? — Às vezes... — Mãe Dinah pareceu pensar. — Outras vezes é apenas leve e passageiro... — Ou duradouro. — Mani disse e fiquei curiosa. — Foi tão difícil pra vocês ficarem juntas? — Fiquei com medo quando vi as duas se entreolharem. Será que foi um amor impossível pra elas? Será que Mani teve que morrer pra encontrar Dinah? Serasi... — Não. — Dinah disse já rindo. Não entendi. — Ficar com Dinah foi a coisa mais fácil que eu já fiz na vida... Ou em morte, já que... Você sabe, meu coração não bate mais.— Fiquei boquiaberta enquanto Dinah gargalhava. — Ué! — Quando Mike me achou, eu havia sido vítima de e*****o coletivo. — Eu me senti h******l, mas minha mãe pareceu bem ao me dizer isso. — Eu agradeço por não lembrar disso, mas o culpado seria meu futuro marido. — Opa, não sabia disso não. — Eu estava quase morrendo quando Mike sentiu o cheiro do meu sangue e me levou para a casa dele... Na época eram apenas Clara, Lauren e ele. — Explicou. — Ele me transformou com o propósito de me tornar companheira de Lauren... Fiz uma careta. — Não consigo ver vocês duas juntas como um casal! — Interferi. — Mani ama muito uma b****a para se prender com um p*u. — Dinah fez observação. — Além do mais... O cérebro ainda tinha flashes de memórias humanas... — Eu entendi o que ela quis dizer com aquilo. — Acabamos ficando amigas demais para que acontecesse qualquer coisa entre nós. Eu via a cabeçuda como minha irmã e assim ficou até hoje. — E como achou mãe Dinah? — Eu estava curiosa sobre isso. — Ah, essa eu demorei à encontar.. — Mani respondeu. — Sou linda demais para ficar longe por muito tempo, bebê. Minha demora nada mais foi do que suspende. — Rimos. Elas se olharam. Eu vi. Gostei do que vi. — Eu estava caçando quando senti um cheiro forte de sangue humano, foi milhões de vezes mais forte do que eu e quando encontrei o lugar da onde vinha um urso enorme estava atacando Dinah. Eu não sabia o que estava fazendo, só sabia que precisava tirar aquela mulher loira das mãos daquele animal. — E o que você fez? — Eu bebi todo o sangue dele. — Fiz uma careta. — Depois, contra minha vontade de atacar aquela mulher arrastei a mesma até Mike pedindo que ele à transformasse. Quando ele viu meu desespero, ele o fez. — E estamos aí desde então... — Dinah disse. — O que você estava fazendo no mato? — Perguntei à ela. — Estava fugindo com alguns amigos, naquela época meus pais estavam me forçando a casar com um homem após entender o que se passava dentro de mim e para que minha família não ficasse m*l falada, fui submetida à isso. Bom, lembro de ter jurado que nem morta passaria por aqui e no entando, tudo saiu errado. — Mais uma história... — Acabei me perdendo por algum motivo, percebi que eu estava sozinha em um lugar muito afastado da trilha que cresci quando notei, havia um urso quase três vezes maior do que eu e o mesmo veio em minha direção, não lembro muito sobre essa parte porém quando acordei Normani foi a primeira coisa que vi e notei que queria passar toda a minha eternidade ao lado dela. — Meu coraçãozinho sofredor derreteu em alegria. — Se comam! — Brinquei e as duas sorriram. — Eu amo vocês! — Nós também te amamos, criança. — Revirei os olhos. — Eu tenho quase 18 anos, mãe! — Disse à Mani. — Sou quase uma adulta. — Nem se você tiver 99 anos, ainda será minha criança. — Dinah disse. — Também, já contaram a idade de vocês? — Brinquei. — Você está nos chamando de velha? — Mani falou mais alto e Dinah gargalhou. — Se ela está nos achando velhas, imagina quando souber a idade de Camila?! — Mãe Dinah disse entre gargalhadas. — Dinah, ainda colocarei fogo nesses seus cabelos! — A voz da tia Camz surgiu de algum lugar. Acabei tomando um susto quando olhei para minha janela e ela estava lá. Sorrindo pra mim. Eu me encolhi. — Com medo, Luna? — Ela sorriu. — Fica tranquila que não tenho interesse em arrancar sua cabeça. — Fiquei tranquila em segundos, de forma tão espontânea e sem pressão. — Lauren é que tem! Senhor, senti minha alma ser puxada do meu corpo e minha pressão até caiu. Houve gargalhadas. Óbvio que foi de Dinah. — Por que veio assustar minha filha, Mila? — Mani foi a salvadora da minha pele e me abraçou pra proteger, eu me encolhi mais em seus braços. — Não vim assustar ninguém, apenas estou dando um tempo para Lauren e Lice converse por que ao que parece, Lauren não entende que Alice já não é mais uma criança. — Revirou os olhos. — Você está bem? — A pergunta foi pra mim. — Sim. — Ela riu quando se aproximou. Tia Camz era muito linda. Mds. — Certeza? — Insistiu. — Sua filha me deixa confusa. — disse de uma vez. — Ela não sabe o que quer e faz com que eu também não saiba. Não sei lidar com isso, uma hora ela é hétero, na outra é sapatão... Eu gosto de sim ou não, nada de talvez. - Abri o jogo. - Ela me deseja, mas parece que é apenas um passa tempo onde eu sei que por mais que sinta alguma coisa, ela não vai ficar comigo e isso dói. - Engoli o nó que se formou em minha boca. - Eu lidei com o abandono durante toda minha vida, tia... mas não vou aceitar mais um e antes que Alice venha e me diga que irá me deixar, farei isso eu mesma. Ela concordou me entendendo. — Tudo é confuso agora pra ela, peço que use o tempo que irão ficar separadas para pensar sobre o que realmente é importante pra você. Ela aprenderá à lidar com muitas coisas, mas também fará o mesmo que você. Não deixe se levar por sentimentos ao menos que eles sejam verdadeiros em ambas as partes, mas quero que saiba que quando você ficou em coma Alice não saia do seu lado e era claro o desespero que ela sentia por te ver ali... Eu não acho que minha filha esteja confusa sobre o que sente, mas por hora ela sentirá tudo com mais intensidade e é por isso que peço calma. Tudo vai se ajeitar com o tempo, apenas tenham paciência pra lidar com a ausência. — Elas estão vindo! — Dinah disse. — Consigo ouvir seus passos se aproximando. Camila concordou. — Vou esperar por elas lá em baixo. — Antes que eu dissesse mais alguma coisa, ela sumiu. — Nós iremos agora? — Olhei para Mani já relutando sobre a viagem. — Sim, Mike disse que será bom para todos e irá ajudar Alice à ter controle sobre o cheiro, não podemos arriscar que ela ataque você. - Então, esse era o motivo para que minha mãe estivesse digitando algo no celular enquanto eu conversava com tia Camz, Mani estava falando com vô Mike e respirei aliviada por não ter que chorar na frente de todos na hora que fosse embora. Concordei com a cabeça não aceitando totalmente a idéia. Sem motivos, já que era o que eu queria antes. Então lembrei de algo. — Mas ela e Bree ficarão... — Dinah riu, mas tentou se conter. — Você terá que ter confiança em no seu taco, mas Alice não será tão i****a assim... — Concordei com ela. Alice não poderia ser mais i****a do que estava sendo nós últimos meses, mas conhecendo aquela cabeça de vento da forma que eu conhece, sabia muito bem que ela poderia ser sim. Então descemos por que nossas malas já estavam lá em baixo, todas arrumadinhas e prontas. Vantagens de ter mães vampiras com super velocidade. Eu sabia que todos já estavam reunidos por que à essa hora todos já deveriam saber que nós iríamos viajar. E eu senti um enorme frio na barriga querendo me consumir, era o medo. Medo do desconhecido e do futuro, medo das coisas que poderiam me acontecer e medo de que talvez eu estivesse cometendo um enorme erro. Era o certo. Quando começamos a nos despedir com alguns abraços apertados porém moderados e milhares lágrimas minhas por que nenhum ali parecia ter a capacidade de fazer isso comigo, foi quando tia Lauren e Alice chegaram. Alice estava toda descabelada e suja de sangue com as roupas rasgadas e ao olha-lá suspirei ignorando o olhar indignado que tia Ally e Sofi davam para a garota. Ela parecia uma mendiga. Uma mendiga muito gostosa. Céus, me ajude! Tia Lauren riu. Olhei pra ela que logo se controlou. É bom que tenha medo! Ela semicerrou os olhos pra mim Me contive. Não sou nem doida de arriscar a sorte. Alice veio até mim quando nossos olhares se encontraram e meu maldito coração bateu tão forte alertando à todos de uma coisa que a embuste não percebia. Eu engoli em seco quando minhas mães ficarem alerta. Minha garganta o tempo todo pareceu áspera demais para lidar com esse tipo de situação. Parecia até que eu chupava um p... Tia lauren se engasgou e todos olharam assustados para ela tentando entender que diabos ela tinha quando explodiu em gargalhadas em um momento tão intenso como aquele. - Luna é uma i****a até quando não quer ser!- Explicou dando de ombros. - Ei, respeite minha história! - eu disse lembrando mais uma vez que ela leu meus pensamentos. - Espere, você já chupou um p*u? Pronto, o circo foi formado quando Dinah gargalhei mais alto e Normani sentou a mão no meu braço, Lauren pareceu sem graça e meus olhos foram semicerrados dela para a direção de Camila. Talvez eu não fosse gostar de saber aquela história. Alice rosnou e aquilo nos lembrou sobre nossa atual situação e a forma que as coisas estavam tensas já que quando encarei aquele rosto de porcelana suas pressas estavam de fora. Me deu medo, mas senti minha calcinha molhar só de pensar em... - Lunaaa! - Lauren disse me cortando totalmente e eu quis jogar um sapato nela. — Por favor, Luna... Não vá! — Alice disse com aquela voz que deixava minha calcinha molhada sem fazer esforço nenhum, ela parecia desesperada. — Fique comigo... Eu imploro! Eu tentei dizer alguma coisa, quando ela foi mais além.. — Não me deixe ficar sem você! — Eu não sabia o que falar, mas sabia que nossa distância era preciso. — Luna, não me deixe... Eu amo você! A última parte foi sussurrada. Eu não merecia ouvir isso. Nem nesse momento e muito menos vindo dela. Eu também não estava sendo c***l. Apenas realista. Eu avancei em direção de Alice e com cuidado a abracei, não disse nada. Porém depois disso, foi óbvio minha decisão e eu à deixei. Não seria por muito tempo. Até logo...
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