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3378 Palavras
Boa leitura! Pov Alice Cabello Jauregui A quantidade de tempo em que permaneci de olhos abertos foi mínima em compensação as outras sensações. Embora conhecesse aquele lugar como conheço a palma da minha mão, meu olhos percorreram todo o local para que fosse possível o reconhecimento. As cores pareciam tão mais intensa, muito mais do que meus antigos olhos humanos eram capazes de perceber. Haviam vários cheiros por todo o lugar e eu me perguntei como minha família conseguia suportar aquela coisa podre entorno de nós. Porém, havia um cheiro em especial. Era adocicado, um cheiro que eu sabia já ter sentindo antes, mas havia sido estúpida demais para ter dado à devida atenção. Puxei o ar com forças para dentro do meu peito e percebi que meu tórax não o fazia como antes, talvez não fosse mais necessário aqueles movimentos de subir e descer. Tentei achar a dona daquele maravilhoso perfume, mas meus olhos vagaram por todos e ela não estava ali. Achei estranho, uma vez que seu rastro estava recente demais no ambiente para que ela estivesse longe. Talvez meu rosto tenha se tornado uma careta demonstrando a insatisfação que aquela reação me causou. Eu precisava encontrar à quem pertencia e precisava encontrar logo. Quando me coloquei em pé, pareceu que era outra pessoa em meu lugar e talvez fosse por isso que eu me senti estranha. Era como se nada daquilo fosse realmente real. Meu corpo demonstrava uma graciosidade desconhecida vinda de mim, como se eu tivesse sido durante minha vida toda uma princesa e isso só tornava tudo tão sobrenatural que começou a me apavorar. Eu não estava me reconhecendo. Eu parecia leve, mas sensível. Eu não conseguia entender. Ou explicar. Puxei o ar novamente para os meus pulmões e o soltei com calma percebendo que fazia algum tempo desde que fazia o peito subir, por primeira vez. Precisava lembrar de manter a respiração sempre regulada. Foi então que notei que estava à muito tempo sem movimentos bruscos e minha família ainda estava parada ali, me observando. Eu sabia que eles esperavam por qualquer movimento vindo de mim, mas meus olhos ainda procuravam alguém. — Ela não está aqui! — Mãe Lo disse lendo meus pensamentos e meus olhos pararam nela pela primeira vez. Pisquei algumas vezes e percebi que isso também não era tão necessário quanto eu imaginava, mas que seria estranho se não o fizesse. Foi quando passei a notar coisas que nunca tinha notado antes. Como algumas cicatrizes no antebraço esquerdo de Lauren. Como eu nunca tinha reparado aquilo? — Era quase imperceptível aos olhos humanos. — Ela continuou me respondendo. Encarei o seu rosto, só então tendo a real noção da beleza que minha mãe possuía. Se para os humanos, ela já era irresistível demais, para um vampiro só tornava tudo ainda mais claro e evidente. A pele pálida com nenhuma marquinha se quer, o lábio vermelho mesmo que não houvesse sangue correndo em suas veias, o pequeno nariz com um píercing delicado colocado. Minha mãe era tão atraente que não foi à toa que mãe Camz havia se apaixonado por ela. Precisei engolir em seco quando minha boca salivou com o aroma que a brisa de alguma janela aberta trouxe, eu não sei explicar como, mas engolir, que era uma tarefa fácil para qualquer pessoa se tornou bastante dolosa dentro de segundos. E quando eu menos esperei, havia uma dor estranha dentro de mim. E foi forte o suficiente para que eu levasse a mão na garganta e fechasse os meus olhos, mas pareceu que os outros sentindo se tornaram mais aguçados do que antes. Foi como perder o juízo e gostar da sensação. — Nós precisamos ir agora! — Ela continuou, pareceu alarmada. — Quer parar com isso? — Foi a voz grave de Dinah que soou por todo o lugar e isso me fez olhar para ela. Tão bela quanto a minha mãe e até seu corpo, cheio de curvas parecia estar diferente. — Estamos tentando acompanhar vocês. — Onde está Luna? — Eu finalmente perguntei. Por um momento não reconheci meu timbre de voz uma vez que ele parecia estar tão diferente do que eu me lembrava. — Filha, não é uma boa hora! — Mãe Camz me alertou e eu pude, por fim lhe encarar. E o que vi em seus olhos me causou um pouco de raiva. Ali tinha medo, preocupação e desconfiança. Eu não precisava ser tão inteligente para entender que seja lá o motivo, ninguém ali me queria perto de Luna. E mais uma vez, seja lá o que quer que fosse, estava crescendo cada vez mais dentro do meu peito e era tão r**m que eu poderia simplesmente partir alguém no meio. — E por que? — À encarei. — Onde ela está? — Segura. — Olhei para o canto da sala assim que ouvi a interferência daquela nova voz e percebi que Bree estava ali. Por que ela estava se envolvendo em algo que não lhe dizia respeito? Por que ela estava ali, afinal de contas? Bree não era da família, então tinha que ir embora de uma vez por todas. Eu até poderia dizer que meu peito havia disparado e trazido todas aquelas sensação sempre que ela estava por perto, mas meu coração estava muito tranquilo, ele nunca esteve tão tranquilo como nesse instante... Foi então que eu percebi que ele estava diferente, foi quando a ficha começou a cair que talvez, não fosse algo bom e ter um coração sem batimentos cardíacos era assustador demais para uma pessoa como eu entender. Virei meu rosto em sua direção e observei aquela garota atentamente e tudo ali chamava minha atenção, já que ela é um pouco mais baixa do que eu aproveitei para observar todos os míseros detalhes. Seus cabelos longos e marrons não me atraiam em nada, acabei sorrindo por perceber que o encanto havia morrido junto à mim e quando ela menos esperou, eu estava perto demais dela. Tão perto que isso acabou deixando-a assustada. Então você também é capaz de se assustar, Bree? Veja como é divertido ser tão assustadora agora... — O que você quer dizer com isso? — Perguntei baixinho olhando para sua boca. Minha garganta ardeu mais me lembrando de coisas que eu não gostaria de ser lembrada, mas duas poderiam jogar aquele jogo e eu não estava nem aí se minha família estava próximo de nós, nos ouvindo. Eu conseguia ouvir alguns batimentos cardíacos acelerados em algum lugar da casa. Luna estava por perto, eu só precisava de tempo e pensar dessa forma, causou cócegas desconhecidas em partes do meu corpo. — Que você irá mata-la assim que colocar as mãos nela. — Olhei para seus olhos. Eram uma cor diferente do que eu estava acostumada à ver e haviam tantas coisas me dizendo com aquela encarada que a raiva que senti foi quase impossível de ser contida. Eu queria socar a cara dessa garota. Quem ela pensa que é para opinar em algo tão pessoa? — Como você pode saber isso? — Minha boca estava salivando, eu precisava encontrar Luna. E então percebi que puxar o ar para os meus pulmões, fazia com que eu tivesse os mais variados cheiros e era uma forma incrivelmente simples de encontrar qualquer pessoa em um perímetro de muitos quilômetros quadrados e foi então que eu sorri, eram tantos odores e como apenas um em especial me interessava que foi tão fácil de conseguir. Minhas mães jamais haviam pensado naquela possibilidade e eu acabei sorrindo por terem descartado a mesma. Encarei mãe Lauren com um sorriso no rosto e pisquei agradecendo sua boa e velha explicação de como funcionava o corpo humano após à transformação, enquanto eu ainda era humana. Puxei o ar novamente apenas para ter certeza e mais uma vez a ardência na garganta incomodou. Até que... Bingo! — DINAH... — Antes que mãe Lo completasse suas palavras, eu saí correndo em direção ao lugar onde o cheiro de Luna era concentrado. Ela estava no porão dos meus avós e apenas Seth estava ali. Apenas aquele lobo fedido à carne podre estava mantendo a guarda da minha garota, como eles haviam sido capazes de colocar algo tão precioso nas mãos de alguém tão inútil? Revirei os olhos quando ele tomou um susto ao se deparar comigo ali e Luna deu alguns passos para trás até bater em um móvel. Seth estava bem à minha frente e Luna há alguns metros para trás sentada em um sofá velho que havia ali. Seth tentou vir em minha direção, mas seus movimentos pareciam ser lentos demais para alguém tão rápido como eu e aproveitei disso o quanto pude. Foi então que Seth me atacou pelas costas, mas antes que suas mãos tocassem o meu corpo. Com um salto sem explicação, meus pés foram parar em seu peito e o golpe foi forte o suficiente para que ele fosse arremessado contra a parede da minha avó e tanto Luna quanto eu, vimos a fissura que o corpo dele causou ao se chocar contra a mesma. Ele não estava morto por que seus batimentos acelerados me dava a certeza disso, mas eu imaginava que em algum momento aquele enorme cachorro fedorento iria aparecer e eu precisava sair dali o mais rápido que podia. Eu não sabia o que estava fazendo por que era como se existisse uma força maior que me à arrastava até ela. — Vem comigo! — Disse firme para que Luna entendesse que eu não estava para brincadeiras. Embora nós duas soubéssemos que era perigoso, Luna apenas me abraçou forte e eu nem sei explicar como, saímos dali antes que minha família ou Seth tentasse colocar as mãos em mim. Talvez fosse por eu conhecer muito bem a casa dos meus avós e entender que mesmo minha família sendo composta por lobos e vampiros, eu era mais esperta para me livrar de cada um deles. Corri para a floresta e eu sentia Luna me apertar cada vez mais sempre que eu acabava desviando de alguma árvore que ficava sobre meu caminho e levou segundos para afastar nós duas do mundo, das pessoas e de qualquer coisa que nós duas pudéssemos considerar com vida. Nossa corrida foi tão longa que quando minhas pernas pararam nós estávamos no meio do nada e muito longe da cidade. Muito longe de qualquer pessoa. Apenas Luna e eu. Sozinhas. — Você está tão... Diferente. — Ela disse assim que se afastou de mim e talvez fosse suas palavras ou a distância que ela impôs assim que foi para longe... Mas eu senti um desconforto que não queria ter sentindo, eu senti sua falta e ela estava tão próxima... Como? Como alguém podia estar tão próxima e ainda assim tão longe? Eu quase era capaz de ver as muralhas se construindo entre nós duas. E aquela pequena distância foi o suficiente para que meus olhos trabalhasse de forma intensa sobre ela, percebendo que Luna estava mais encantadora, que ela estava mais bonita e que estava mais abatida, principalmente. Luna era apenas um ano mais velha do que eu. Apenas um ano em diferença e agora ela parecia tão delicada, como se os papéis tivessem sido invertidos. Ela sempre fora a mulher cheia de si, com graciosidade e esplendor. Sempre soube que era bonita demais e usou isso ao seu favor sempre que achou ser necessário. Seus olhos verdes esmeraldas haviam lhe favorecido bastante e a pele pálida só tornava tudo melhor, a delicadeza que ela carregava era maravilhosa, até eu me ver perdida em seus encantos. Até eu perceber que por mais que desejasse tê-la, eu era i****a demais para fazer algo bom com alguém como ela. — Você está bem? — Perguntei a primeira coisa que veio em minha mente e ela pareceu não acreditar em minhas palavras. — É sério, isso? — Franzi o cenho. — Você é atacada por uns loucos que tentaram m***r suas mães, é envenenada. Passa três dias dormindo sem se mover, quando acorda parece uma chupa c***a de boca vermelha e ainda pergunta se eu estou bem? — Acabei gargalhando por sua euforia. — Eu apenas achei que você iria morrer e eu iria ficar sozinha! — Ela choramingou. Senti coisas estranhas no peito, dessa vez eu sabia dizer que eram coisas ruins. Houve um instinto dentro de mim, era como se eu soubesse que algo estava errado. Me senti em um zona perigosa e isso me fez dobrar minha atenção para ficar atenta. Dei alguns passos para trás observando o lugar que estávamos só por que lembrei que Luna estava ali comigo, mas não que em algum momento eu tivesse esquecido disso. Nada parecia fazer sentindo aqui. Nada fazia sentindo pra mim por que tudo estava fora de lugar! — E-eu não sei o que dizer... — Encarei aqueles olhos, Luna concordou com a cabeça e permaneceu no silêncio. — É confuso aqui dentro, quando eu estava agonizando em silêncio era em você que eu pensava... E então veio Bree e algumas coisas que não compreendo, até Adam está pelo meio, não gosto do modo que ela vê as coisas e principalmente nossa relação! — Eu jamais poderia imaginar que um dia iria dizer isso em voz alta... — Nós somos amigas, Alie! — Luna sentenciou e eu me senti muito m*l por sentir o que eu estava sentindo. — Bree gosta de você, apenas note como ela sempre te olhou e você mesma me contou sobre a noite em seu quarto. — Engoli em seco, por que ela estava falando aquilo? — Apenas entenda... — Ela caminhou para perto de mim e prendi a respiração por que sentir o seu cheiro ainda me acausava um enorme incômodo dentro de mim. — Agora as coisas são diferentes... Comecei a ouvir passos vindo até nós, mas Luna e eu não havíamos acabado com nossa conversa, precisávamos de mais tempo e minha família precisava entender. Sabia que era questão de tempo até que nossa família estivesse ali. "Por favor, fiquem longe!" Pensei por que sabia que mãe Lo conseguiria me ouvir. E então, tudo ficou em silêncio. Foi nesse silêncio que eu tive a confirmação de todas as coisas que rondavam minha cabeça e meu coração, se é que ainda é possível contar com um órgão morto. — O que você quer dizer com isso? — Perguntei com medo da resposta. — Minhas mães e eu iremos ficar alguns meses fora. — Encarei seu rosto com medo, mas Luna não me encarava de volta. — Talvez iremos à Escócia ou Londres... Qualquer lugar onde eu não esteja... — Correndo perigo. — Concluí e ela concordou com a cabeça. — Você vai ficar longe de mim, Luna... Ela concordou novamente, ela concordou como se não se importasse com a forma que eu ficaria sem sua presença. Talvez Luna não me quisesse mais, agora que eu estava diferente, talvez ela nunca tenha realmente pensado em mim da forma que eu pensei diversas vezes sobre ela, talvez ela tenha feito aquilo apenas porque se sentiu obrigada. Eu me sentia despedaçando por dentro. Luna estava indo embora porquê eu havia me transformado em uma ameaça? — Vou. Se eu pudesse chorar, estaria chorando agora. — P-por que? — Simplesmente saiu sem que eu tivesse controle. — V-você precisa ter controle sobre você mesma... Eu sou uma humana e... — Eu amo você! — Saiu rapidamente pelos meus lábios e isso fez com que Luna e eu ficassemos assustadas com aquela confissão. Eu estava desesperada para mostrar meu real sentimento, mas foi então que lembrei que se Luna estava indo embora talvez fosse porquê não me via da mesma forma. Minha situação já era deprimente demais e declarar meu amor à alguém que estava me deixando só me tornava mais digna de pena. — Você é minha melhor amiga e quase uma irmã... - Desconversei, tentando ignorar a dor que mentir dessa forma me causou. Ela riu, mas percebi que não tinha vontade alguma em fazer isso. Luna parecia tão quebrada como qualquer outra pessoa, como eu... — Irmãs... Sei, claro que somos como irmãs, Alice! — Em todo aquele tempo, Luna me chamou de Alice poucas vezes, então foi claro que eu me senti alerta seja o quê quer que ela estivesse tentando esconder, estava deixando claro que estava me deixando. — Somos irmãs que se pegam quando as mães não estão olhando e... — SH! — Avisei. — Elas estão aqui! O sorriso sombrio dela morreu e seus olhos claros escureceram, esse e outros detalhes eram aqueles que os olhos humanos jamais seriam capazes de capturar. — Eu não me importo, acho até bom que elas saibam o que fazemos quando... — Você não tem esse direito! — Eu disse sem saber o motivo para estarmos brigando. — Você não tem esse direito, Luna! — Você quem não tem direito de brincar com minhas emoções e depois agir como se não tivesse acontecido nada! — Acusou. — Você diz que me ama, que quer passar sua vida toda ao meu lado, mas na primeira oportunidade você corre para os braços de Bree como se ela sempre estivesse ali do teu lado e... — Ciúmes? — Perguntei curiosa. Foi minha vez de sorrir por que vi o medo em seu olhar e eu estava cansada de sentir medo. — Tenha paciência, Alice! — Luna quase me agrediu. — Não é por que você acordou toda gostosa que tem direito de achar que eu estou sentindo ciúmes de você... Eu só não quero ter que te aturar chorando novamente por causa de um i*****l! Me senti ofendida. Nem sei dizer o porquê. — Ah, sua... — E quando avancei, nossas mães estavam ali. — Alguém problema, Luh? — Tia Dinah perguntou em voz alta para a filha. Luna se virou, já que estava de costas para poder encarar a mãe. Dinah parecia com uma cara zangada. Senti que aquele olhar era para mim. Que m***a eu estava fazendo? — Poderia me levar pra casa, mamãe? — Eu conhecia aquele tom de voz. Luna iria chorar. — Claro, bebê! — Normani disse do lado de tia Dinah. Ouvi passos atrás de mim e o cheiro das minhas mães, eu sabia que estava encrencada. Luna olhou para mim mais uma vez e então me deu as coisas novamente para caminhar até minhas tias. Eu era uma estúpida! - Luna? - Eu gritei, já que se falasse baixo ela não me ouviria. Tanto ela, quanto as mães me encararam e eu não sabia o que dizer, só tive noção de minhas palavras quando elas saíram para fora dos meus lábios. - Me diga quando irar me deixar... Quando ela chegou perto das mães, Dinah por ser a mais alta a segurou pelos braços e olhou desafiadoramente para mim me fazendo tremer um pouco. - Eu estou te deixando! - Eu senti medo. E então, elas simplesmente sumiram dali. Suspirei alto ficando totalmente desnorteada. Senti vontade de quebrar tudo em minha volta. — Isso é a raiva! — Minha mãe disse. — Camz, parece que alguém tem o seu gênio! — Brincou. Mãe Camz bufou. — Claro, as qualidades dela são suas, mas os defeitos são meus... Ótimo! — Minha mãe disse segurando em meus ombros. Ela me virou para encarar o seu rosto. Camila era tão bonita. Ela e Lauren faziam um maravilhoso casal. Será que Luna pensava isso da gente? — O que está acontecendo com você, filha? — Camila perguntou. Me trazendo de volta para aquela realidade c***l e dolorosa. Lauren riu, mas ficou apenas entre ela. Achei melhor que fosse dessa forma. — Já sentiu como se estivesse fazendo tudo errado em tão pouco tempo? — Perguntei à minha mãe. Ela riu e passou as mãos pelos meus cabelos loiros. — O tempo todo. — Eu queria chorar. A angústia era muito grande. — O que está acontecendo com Luna? — Perguntei indignada. Não precisava necessariamente de uma resposta, mas mãe Lolo fez questão de me dar a mais detalhes sobre aquilo. — O primeiro amor! — Paralisei. — Luna está lidando com o primeiro amor! Talvez, só talvez, eu também estivesse lidando com o meu primeiro coração partido. Até logo...
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