Agora a desgraça estava feita. Olhei com ódio o homem que continuava sentado na cadeira em frente à mesa da Marta. Ele insistiu que só sairia dali quando alguém responsável pelo estabelecimento se fizesse presente. A i****a da mulher dele estava de pé ao lado, pronta para defender o comportamento agressivo do marido. Levantei o queixo e o encarei de volta. b****a. Se ele pensava que eu ia dar pra trás quando alguém chegasse, ia perder tempo. Ele foi agressivo e desrespeitoso comigo e eu não ia engoli só porque ele era cliente do supermercado. Eu podia ser demitida, mas não ia aceitar o que ele fez, calada. Marta, volta e meia me passava um r**o de olho e eu fingi não perceber. A desgraçada ligou para o Anthony de propósito, poderia ter ligado para outra pessoa, se bem que eu desconfia

