Eu não devia ter aceitado a provocação daquela maluquinha. Ela realmente cumpriu o que prometeu e cravou os dentes na minha boca. Eu não ia deixar barato e devolvi a mordida. Segurei o lábio inferior dela entre os dentes e apertei devagar. Ela gemeu e bateu no meu peito tentando me empurrar. Soltei a boca dela e sorri ao vê-la de olhos fechados. - Então você morde mesmo, confesso que duvidei. Ela abriu os olhos e me olhou de forma estranha. Parecia meio em transe. - Eu... quero ir embora. Soltei-a devagar e observei que aquele beijo tinha mexido com ela mais do que imaginei. Ela estava nervosa. Será que a oncinha estava tão a fim de mim, como eu estava dela? aquilo me deu um pouco mais de esperança. Me aproximei de novo dela e toquei no braço dela devagar. - Ei, desculpa, eu só esta

