Bruna narrando. Acordo antes do meu sequestrador e, com raiva, retiro seu braço bronzeado e malhado de cima de mim. Quando tento sair de perto do desgraçado grudado em mim, ele começa a resmungar e paro antes que ele acorde. Viro um pouco a cabeça e vejo seu rosto muito perto do meu. Merda, por que ele tinha que ser bonitinho assim? Mas ele também é tão louco! Poxa, se não tivesse esse sequestro, eu sei que ia esquecer dele em dois dias, talvez. Tudo bem que a noite foi tão incrível. Merda! Estou tão confusa, que ódio! Mas tenho que ter foco. Quero e preciso sair daqui, e, sinceramente, fugir não deu certo ontem. Fui pega e quase que aquele brutamontes me carregou. Tive que ameaçá-lo de contar para o Gabriel sua atitude, e ele me devolveu para casa em silêncio. Ignorá- lo também

