Capítulo 10

2510 Palavras
— Cantam bem... — ele disse apertando a mão dela. Os dois trocaram uns beijos e carícias de leve até os pedidos chegarem. — Eu estou com medo de comer isso, é sério. — ele observou o prato. — Larga de frescura Josh... — ela disse comendo um pedacinho. — Prova. — pegando uma garfada e dando na boca dele. Ele pôs na boca e mastigou, não era tão m*l como ele pensava, aliás, não era nada m*l. —Nossa... — ele riu. — É bom mesmo. — pegando outra garfada. —Seu bobinho. — deu um selinho nele. Os dois comeram em um clima bastante romântico, cheio de beijinhos e carinhos, quem olhasse jurava que os dois eram namorados, ou casados. Apesar de terem uma relação intima, não tinham um compromisso sério. Até quando eles ficariam desse jeito? Nem eles mesmos sabiam. Os covers do Belo começaram a cantar uma música lenta e os dois sorriram. Leia Ouvindo: Belo — Pra Ver O Sol Brilhar ♪ — Nossa essa é velha... — ele riu, tomando um gole de cerveja. — Dança comigo? — Claro. — ela sorriu e os dois foram até a pista de dança, onde tinham vários casais dançando.  Ele a pegou pela cintura e colaram os corpos, a fazendo apoiar a cabeça no ombro dele. A garota o abraçou pelo pescoço exalando o cheiro dele, era tão cheiroso. Ela fechou os olhos sentindo o corpo másculo colado no seu... Que merda o que estava acontecendo com ela?  Ele pensava do mesmo jeito, Any mexia com ele de uma maneira bruta e completamente excitante. Nunca tinha gostado tanto de uma mulher como gostava dela, ela era diferente de tudo o que ele imaginou... Era linda, engraçada, divertida, gostosa na hora do sexo, o que mais ele podia querer?  Mas tinha Sofya... Infelizmente ainda tinha esse obstáculo. Bem que podia acreditar  Te vejo e falta o ar  Meus olhos podem ver  O amor acontecer, e não é ilusão  Segura a minha mão e vamos viajar Pra ver o sol brilhar pra gente. ♪ Ele puxou o rosto dela e lhe deu um beijo demorado, enroscando sua língua na dela com precisão. Céus, ela estava enlouquecendo-o. — Vamos sair daqui. — ele disse respirando pesadamente. Ela apenas assentiu, pagaram a conta e foram para a saída do lugar. — Porque quis sair? — ela perguntou enquanto caminhavam pela areia. — Porque lá tinha muita gente e eu queria ficar sozinho com você. — ele a abraçou por trás e cheirou o pescoço dela.  Ela se virou e se beijaram outra vez. Ela parou o beijo e sentou na areia. Ele sentou também e ficaram ambos encarando o mar e o céu estrelado. — Está tudo bem? — ele perguntou beijando o ombro dela. — Está sim, não se preocupa. — ela sorriu de leve. — Você mente tão mal... — ele riu sem humor. — Fala o que você tem. Ela respirou fundo, não queria dizer que estava gostando dele, não queria que ele pensasse que ela já estava amolecendo, não era esse tipo de mulher e nem queria ser. — Não é nada, é que eu não esperava um dia me envolver com um cara casado. — mordeu o lábio. — É isso eu estou um pouco confusa e... — é interrompida. — Quer parar de ficar comigo? — ele disse sentindo uma falta de ar estranha. — Não. — ela respondeu o mirando. — É que eu não sei o que está acontecendo comigo... — abraçou o próprio corpo. — Como assim? — ele murmurou. — Nada, esquece... — Any, eu sei que você está gostando de mim. — ele afirmou e ela o encarou com espanto. — Eu também estou louco por você... Completamente louco. — Eu não quero sentir isso. — ela sussurrou. — Mas você sente. — ele disse acariciando o rosto dela. — Eu também sinto, eu apesar de te conhecer a pouco mais de um mês, eu acho que eu te amo. Ela sentiu seu coração batendo com tanta força, que achou que fosse ter um infarto, como assim? Ele gostava mesmo dela? Não a queria apenas pra t*****r? Não podia acreditar. Abriu um sorriso de pura felicidade e sentiu o beijo que ele lhe dava, estava tão feliz. — Eu também gosto de você... Muito. — pôs o cabelo atrás da orelha. — Mas eu não tenho certeza do que eu sinto. Tenho medo de amar e sofrer, eu não quero isso pra mim. — Eu sei que pra você não é nada fácil tudo isso, mas se der tudo certo entre a gente eu vou fazer de tudo pra me separar o mais rápido possível. Eu não esperava sentir isso por uma garota de vinte anos, mas eu sinto, com você me sinto feliz, me sinto uma pessoa importante. Você me faz sorrir a todo o momento, mesmo não estando ao meu lado... É você Any. Ela sorriu sentindo sua vista embargar. O puxou para um beijo demorado, sabia que gostava dele, mas não entendia ainda seus sentimentos, não podia dizer que o amava sem ter certeza, apesar de seu coração dizer que sim, sua razão dizia que não e ela teria que esperar um pouco. — Te amo. — ele sussurrou beijando o pescoço da cacheada. — Hum... — sussurrou. — Aqui não Josh... — sentindo ele lhe acariciar por cima da roupa. — Eu conheço um motel aqui perto... — ele sussurrou. — Vamos, lá é super discreto. Ela apenas assentiu enquanto levantava, estava louca para fazer amor com ele outra vez. Os dois foram se amassando até o carro. — Hm... Droga, onde eu vou deixar meu carro? — ela sussurrou, enquanto ele beijava sua orelha. — Deixa aí amor, ninguém vai roubar mesmo. — ele deu de ombros, a virando pra ele e tentando beijá-la. Mas ela virou o rosto. — Está dizendo que ninguém roubaria meu carro? — o encarou perplexa. — Por que não roubariam? — Não é isso, imagina... É claro que roubariam. — lembrou-se do que ela disse antes no estacionamento. — É um carro belíssimo! — sorriu acariciando a cintura dela. — Vamos logo sim? — a beijou enquanto a encostava em seu carro. Ela sorriu suspirando enquanto assentia. — Mas eu preciso ligar pra minha mãe, avisando que eu vou chegar tarde em casa... — ele a beijou, sugando-lhe o lábio inferior. — Josh, eu estou falando sério. — manhosa. — Ok, meu amor, liga pra mamãe. — zombou a abraçando pela cintura. Ela fez um bico, não queria que ele pensasse que ela era uma criancinha, ela não era mesmo! — Eu só estou avisando para não deixa-la preocupada. — disse ela enquanto pegava o celular e discava os números de sua casa.  Ele sorriu e continuou abraçando-a.  — Alô, Sabina... — p**a merda Any, o que você quer hein? — ela coçou o olho. — Sabia que eu já estava quase dormindo? — Azar o seu... — rolou os olhos. — Onde está a mamãe? — deu um tapinha de leve no braço de Joshua que beijava seu pescoço, bastante animadinho. — Está lá em cima... Oh, aí vem ela. — disse, observando a mãe descer as escadas e pedir o telefone. — É a Any. — passou para a mãe e saiu. — Any Gabrielly, onde você está minha filha? — a mulher disse parecendo aflita. — Estou morrendo de preocupação. — Mamãe, eu só liguei para avisar que vou chegar tarde em casa. — sorriu ao sentir ele mordendo sua orelha. — Não me espera acordada ok? — Any... Você está com um homem? — disse a mulher, com preocupação. — Estou mamãe, mas já sabe, nada de abrir o bico pro meu pai, se não eu estou ferrada. — Oh meu Deus, minha filha eu conheço esse rapaz? — Não, não conhece mãe... Eu preciso desligar. — Ok Any... — disse vencida. O que ela poderia fazer? — Use preservativo, minha filha, tome cuidado, por favor... — Tá mamãe... — riu. — Beijos, eu te amo. — desligou e guardou o celular. — Agora sim podemos ir. — o puxando para outro beijo. Ele sorriu sentindo seu estômago dar saltos e seu coração bater forte. Ela assentiu enquanto ele destravava o carro e abria a porta atrás dela, sem parar de beijá-la. A colocou lá dentro. Depois entrou ligando o veículo, que ao contrário do carro de Any bastava um giro na chave. Ele sorriu e os dois foram em direção ao motel, durante o caminho não trocaram nenhuma palavra, apenas se olhavam. Olhares safados e cheios de desejo. Ele passou a mão pela coxa dela e ficou acariciando-a. Any sentia um fogo ardendo em seu intimo... Merda, ela precisava dar para aquele homem urgentemente. Não demorou a chegarem ao motel, não era muito longe de Copacabana.  Passaram pela recepção e Any passou a olhar para outro lado, não queria que notassem seu rosto, não entendia o motivo, mas sempre teve vergonha de ir a motéis, talvez fosse pelo fato de todo mundo saber o que você vai fazer dentro daqueles quartos.  Joshua resolveu o assunto dos quartos e avançou. — Não tem medo de te reconhecerem? — ela sussurrou. — E por que me reconheceriam? — ele disse bem-humorado. — Sei lá, alguém pode ver. — ela sorriu safada. — Podem contar para sua querida mulherzinha e era uma vez nossa relação. — beijando o pescoço dele com t***o. — Claro que não, a Sofya nunca vai descobrir. — ele fechou os olhos sentindo a língua aveludada da cacheada deslizar pelo seu pescoço.  Entrou na droga da garagem e saiu do carro, foi até a porta dela e a pegou no colo enquanto trocavam outro beijo. Ele abriu a porta com pressa e os dois adentraram. Any ainda permanecia em seu colo. — Me coloca no chão. — mordeu a orelha de Josh, enquanto desabotoava os botões da camisa dele.  Ela os abriu com calma e tirou-lhe a camisa, espalmando suas mãozinhas no tórax firme e malhado de Joshua. Depois abaixou, ajoelhando-se e começou a desabotoar a calça dele, a mesma caiu nos pés do loiro. Any sorriu safada enquanto acariciava o m****o dele por cima da boxer, ele fechou os olhos enquanto colocava a mão dentro da cueca e puxava seu mastro para fora, oferecendo para que ela chupasse.  A garota não contou nem até três para abocanhar o m****o de Josh e desce-lo garganta abaixo. Ele gemia agora sem nenhum medo de ser descoberto, os gemidos saiam deleitados de sua garganta enquanto seu m****o latejava na garganta de Any.  Era incrível a forma como ela chupava, era tão gostoso, ela era tão cuidadosa para não machuca-lo que ele só conseguia gemer e relaxar. — Você é enorme sabia? — ela gemeu enquanto parava de chupá-lo e o punhetava em suas mãos. — Eu estou toda molhadinha, prontinha pra você... — piscou safada. Ele riu e a ajudou a levantar-se, a arrastou e sentou na ponta da cama, deixando-a em pé na sua frente, ele acariciou o bumbum dela, por cima da saia, como se estivesse analisando-a. — Bundinha gostosa... — ele deu um tapa fazendo-a rir e empinar a b***a.  Ele deslizou o zíper e desceu a sainha dela, fazendo-a parar no chão. Sorriu safado e completamente e******o ao ver a fio dental que ela usava, entrava toda na b***a da cacheada.  Ele gemeu e sentiu seu m****o latejar, começou a beijar a b***a dela, apertando e mordendo de leve, céus! Que mulher gostosa!  Any mordia o lábio os sentir e ele apertava e chupava suas nádegas com desejo. Ele tirou a calcinha dela e a chutou para longe, Any sentiu os dedos dele em sua i********e, brincando com seu c******s. A cacheada foi ao céu e voltou, enquanto tirava sua blusa e seu sutiã, ficando completamente nua. Ele sorriu maravilhado, ainda não tinha tido tempo para admirar o belo corpo de sua secretária, era lindíssima! — Vem aqui. — ele se levantou e colocou-a de quatro na cama.  Any se arrumou na posição empinando-se para seu homem. Ele se curvou e chupou a i********e dela fazendo-a gemer manhosa, enquanto se contorcia de t***o. — Mete em mim chefinho... — ela suplicou completamente excitada. — Com certeza meu amor. — ele disse enquanto ia até um vidro, que estava cheio de preservativos de todos os sabores e marcas que pudessem imaginar. — Qual vai querer? — Qualquer uma... — ela rolou os olhos. — Anda logo Josh! — impaciente. — Se acalma gatinha. — ele disse se aproximando com um preservativo na mão. — Eu não vou amolecer enquanto não gozar nem se preocupe. — riu, rasgando a embalagem com o dente e pegando o preservativo.  Desenrolou o preservativo em seu m****o e sem avisar penetrou a i********e da cacheada com força arrancando um grito alto da mesma, que ele não soube explicar se era de dor ou de prazer.  — Isso! — investindo com força enquanto puxava os cabelos dela. — Geme pra mim! — ele gemeu. — Ai... — ela mordeu o lábio com cara de choro. — Vai mais devagar... Oh céus! — Eu sei que é assim que você gosta. — fazendo círculos na cinturinha dela. — p***a, que b****a gostosa! Ela apertou o travesseiro contra si, sentindo como ele chegava fundo nela. Estava ardendo tanto. Mas ao mesmo tempo ela sentia que iria derreter de t***o ali mesmo. — Me chama de chefinho, anda... — ele disse batendo no bumbum dela. — Chama meu amorzinho. — puxando os cabelos dela com mais força. — Onw, mais forte chefinho... Me ama inteirinha vai. — apertando os próprios s***s. — Eu quero ficar no controle... — ela disse ofegante. — E por que ficaria? — riu sem parar de estoca-la. — Por que eu quero! — riu com os olhos fechados. — Anda. — mordeu o lábio pela estocada forte que recebera. — Você sempre fica. — É justo... — ele sorriu enquanto saia de dentro dela. — Deita. — ela ordenou enquanto levantava da cama.  Ele deitou e ela lhe montou em cima, fazendo-o penetrá-lo outra vez. Os dois gemeram com manha, enquanto Any cavalgava com maestria fazendo Joshua pirar.  — Está gostosinho, chefinho? — ela riu sem parar de cavalgar. — Você é muito gostosa garota. — murmurou apertando os s***s enormes de Any.  Ele se curvou um pouco para chupá-los, colocou o esquerdo na boca enquanto massageava o direito, fazendo Any enlouquecer. Any virou seu rosto para que ele olhasse pra ela e depois o beijou, passou os braços envolta do pescoço dele enquanto cavalgava freneticamente, fazendo ambos verem estrelas. — AAAHH! — ela gritou arranhando as costas dele enquanto gozavam, foi um choque para ambos. — Josh... — sussurrou enquanto apoiava a cabeça no pescoço dele, sentindo seu cheiro. — Linda. — ele sorriu enquanto deitava na cama, com ela em seu peito. — Você é incrível sabia? — deu um beijo na testa dela.
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