— Nem vem, Any nós somos irmãs. — rolou os olhos. — E nos tratamos como duas estranhas. Você não gosta de mim e me trata m*l. — a morena fez um bico de choro.
— Agora eu sou a culpada? — apontou pra si mesma incrédula. Sabina assentiu. — Você quem começou, vive me provocando querendo ser a queridinha da mamãe. — se deitou na cama.
— Não seria por que você me evita e essa seja a única maneira que eu encontro de falar com você?
Any a encarou e pensou melhor. Pior que era verdade, sempre viviam se matando e o único momento que conversavam era quando estavam brigando.
— Ok, mas você também não colabora Sabina. — ela bufou. — Vive enfurnada dentro de casa, estudando. Não namora, não sai, não curte a vida... Eu sou completamente o oposto. E você me recrimina por eu ser assim.
— Já parou pra pensar que eu também quero ser assim? — Any a encarou. — Mas eu tenho vergonha, eu sou muito tímida com os garotos, não sou tão espontânea como você, que vive arrodeada de amigos. Se eu tiver duas amigas é muito.
— O que acha de ir a uma festa comigo?
— Uma festa? — Sabina a encarou. — Quando?
— No fim de semana. Vai ter o aniversário da empresa, você pode ir comigo, tenho um convite sobrando.
— Er, eu não sei. — mordeu o lábio. — É uma festa chique Any, eu não tenho roupas e...
— Deixa comigo! — Any suspirou. — Não são trajes de gala... É um esporte fino bem casual. — deu de ombros. — Você vai aprender a viver Sabina, e outra vamos dar um jeito no seu visual. — esfregou o queixo. — Vamos fazer um cortezinho mais ousado, você parece a madre Tereza.
— Também não exagera. — bufou.
— Não é exagero. Agora eu preciso de um banho, estou morta de cansaço. — acariciou a nuca.
— Ok, eu também preciso dormir. Mas e então? Somos amigas outra vez?
— Tudo bem, vou lhe perdoar por tudo.
Sabina negou com a cabeça, enquanto levantava.
— Agora a fada madrinha precisa descansar. Se não se incomoda. — apontando a porta.
— Nenhum pouco. — com um sorrisinho falso. — Boa noite! — saiu.
— Adios! — fechou a porta. — Todos me amam. — se olhando no espelho com satisfação.
Tomou um banho preguiçosamente e depois foi deitar. Ficou pensando em seu amor e no dia de hoje, olhou novamente para o dedo para admirar o anel, era tão lindo e ela tinha gostado tanto. O dia de trabalho fora tão corrido que sequer conseguiram ficar juntos. Depois de algum tempo adormece por fim.
¨¨¨¨
No dia seguinte, Any chegou como sempre antes dele, arrumou a mesa, os documentos importantes e ligou o computador, quando terminou saiu da sala dele e foi para sua mesa.
Ligou para a recepcionista e pediu para que mandassem entregar um café com biscoitos, pois estava morrendo de fome já que não tinha tido tempo para tomar em casa. Estava bastante concentrada quando ele chegou.
— Bom dia. — ele abriu o melhor sorriso que pôde.
— Bom dia meu bem. — ela tomou o ultimo gole do café.
Ele foi até ela e se agachou dando um selinho demorado.
— O representante do Epaminondas, ligou há uns cinco minutos atrás, pediu pra você retornar assim que chegasse.
— Esse Epaminondas já está me dando nos nervos, acredita que ele disse que o projeto não ficou nada parecido com o esperado? Sendo que ele mesmo disse que era pra fazer dessa forma. — roubando um biscoitinho dela. — Aquela loucura toda de ontem só nos rendeu uma reclamação no meio da cara.
— Leve em conta que ele já é um senhor de idade. — ela gargalhou. — Um dia você também será um velhinho.
— Pois eu vou ser um velhinho muito mais educado e gentil... — ele sorriu. — Não acha?
— Com certeza... E um velhinho muito gostoso. — ela cruzou as pernas safadamente, fazendo-o parar de respirar por uns segundos.
— Se você diz... — pôs a mão no bolso da calça.
— Minha amiga adorou meu anel. — ela disse com um sorrisão enquanto levantava e ia abraça-lo.
— Que bom... Espero que goste de ganhar presentes, por que agora você vai enjoar deles. — ele a olhou sussurrando, ela sorriu maravilhada. Ele a beijou com calma enquanto acariciava os longos cabelos cacheados. — Você é muito linda, meu amor.
— Você também. — ela mordeu o lábio e o fez abraça-la por trás. — Estou com saudades. — começou a encostar seu bumbum no pênis dele. Deixando claro o que queria.
— Não me provoca Any... — ele sussurrou, enquanto mordia a orelha dela, sentindo sua excitação começar.
— Anda amor, faz um tempão já. — ela reclamou completamente excitada.
Ele sorriu estonteante, ele jamais diria não com aquela gostosa se oferecendo pra t*****r.
— Temos muito trabalho hoje?
Ela negou com um sorriso safado. Ele apenas pegou o telefone, para novamente ligar para a recepção e impedir a entrada de quem que fosse em seu escritório.
— Vamos... — a arrastou sem desgrudarem os lábios até sua sala e fecha a porta de qualquer jeito.
Any separou os lábios para arrancar a gravata dele e tirar-lhe a blusa com paletó e tudo, Joshua levantou a blusinha da cacheada tirando-a rapidamente, aquele modelo não permitia o uso de sutiã, por isso ele caiu logo de boca nos s***s enormes da moça.
Any sorriu enquanto acariciava os cabelos dele, estava tão excitada naquele momento que sequer pensava em algo. Tentava tirar a calça dele, mas desabotoar o cinto estava mais difícil do que parecia. Ele vendo que ela estava atrapalhada a ajudou, logo sua calça estava no chão, junto com a cueca.
— Vira essa bundinha pra mim... Eu quero meter nesse rabinho gostoso que você tem. — dando um tapa no bumbum dela, enquanto levantava a saia até a altura da cintura.
Any gelou, ela nunca tinha feito anal. Mas se ele queria, ela não iria negar nunca. Com a ajuda dele ela tirou a calcinha. Ela estava um pouco nervosa.
— Amor eu nunca dei meu rabinho pra ninguém. — ela disse o abraçando pelo pescoço, completamente dengosa. — Vai doer muito.
— Eu prometo que vai ser bom. — ele disse mais interessado em deixa-la com a bundinha empinada, estava e******o demais pra pensar. Sempre teve uma tara por aquela bundinha dela, e ele precisava meter ali.
Any se apoiou em um armário que tinha ali, enquanto ele pegava um preservativo e rasgava o mesmo. Depois de posto o preservativo ele trouxe a b***a dela mais para si e se abaixou, separando as duas nádegas dela, acariciou a i********e dela, tentando molhar os dedos com o mel da garota. Any arqueou-se gemendo como uma gata.
Josh tirou os dedos da i********e de Any e passou no cuzinho dela, para não ficar tão difícil de penetrar. Abriu mais as nádegas e guiou seu m****o até a entrada fazendo Any se afastar um pouco.
— Relaxa bebê... — ele disse acariciando a i********e dela.
Ele começou a forçar pra dentro, fazendo Any cerrar os olhos. Estava doendo demais.
— Tá doendo Josh... — ela reclamou chorosa. — Tira isso daí...
— Shiiii... — ele disse forçando mais um pouco. — Você vai se acostumar. É igual perder a virgindade.
— Porque não vai meter no cu da sua mulher? — ela reclamou tentando sair, mais ele a agarrou fazendo seu m****o entrar mais fundo ainda, Any gritou de dor. — Ai, Ai!
— Porque a Sofya é um saco no sexo. Se eu pedir isso pra ela é capaz de ela me matar. — ele riu divertido. — E você é uma delícia. — sem parar de acariciar a i********e dela.
— Então mete logo tudo de uma vez, pelo amor... — ela disse não dando à mínima para a acéfala da mulher dele. — Ai...
— Não, pode machucar.
— Anda logo. — ela urrou. Ele fez o que ela disse fazendo a cacheada chorar. — Oh... — disse com lágrimas enquanto ele começava os movimentos. — Oh... — a dor era insuportável, mas o prazer estava começando a chegar.
Sentir algo tão grande e cumprido no reto era uma experiência extremamente nova e excitante pra ela. Joshua a segurou pelo quadril enquanto estocava com força, procurando entrar naquela região tão desconhecida e apertada do corpo de sua garota.
Os gemidos eram altos e agudos. Any se contorcia toda enquanto acariciava o c******s.
— Ainda doí muito? — ele sussurrou ofegante.
— Mais ou menos. — sorriu com os olhos fechados. — Mas está começando a ficar gostoso. — pegando a mão dele e levando-a até sua v****a, acariciando-se com a mão dele. — Ai que gostoso... — ela gemeu.
Ela elevou os braços e acariciou os cabelos dele, enquanto curvava sua cabeça no ombro masculino, era um sexo doloroso e ao mesmo tempo delicioso.
Ela gemia sem ao menos ligar se estavam em um local de trabalho ou não. Joshua subiu uma mão e apalpou um dos s***s dela e ele enchia a mão naqueles melões. Como ele amava s***s grandes, adorava apertar, chupar, fazer tudo o que tivesse direito nos s***s de uma mulher. E Any tinha p****s de sobra e isso o enlouquecia demasiadamente.
— Gostosa... — gemeu no ouvido dela. — Eu te amo pra c*****o Any.
Depois de um tempo recebendo ele por trás, ela sorriu com os olhos fechados, sentia sua i********e queimando, ardendo.
— Baby. — ela disse chorosa. — Mete na minha b*******a vai?
Ele sorriu, não podia ser tão egoísta assim.
— Claro meu amorzinho. — ele beijou as costas dela enquanto tirava o m****o do cuzinho dela, fazendo-a gemer chorosa.
Parecia que ela não conseguiria sentar por um tempo. Ele pôs outro preservativo e a ajudou a ir até o sofá. Any ficou de joelhos no sofá apoiada no assento. Ele veio por trás, penetrando-a com carinho, fazendo-a sorrir de prazer. A abraçou pela cintura com força enquanto se movia com precisão, fazendo-a gritar.
— Ah, huuum... — ela fazia umas caretas de excitação. — Mais fundo amor.
O elevador se abriu e eles sequer se deram conta, estavam bastante concentrados no sexo que compartilhavam. A pessoa ouviu os gemidos e a porta estava entreaberta, foi dar uma olhadinha e olhou sem nenhum espanto a cena.
— Reunião não é senhor Joshua? — disse pra si mesma, negando com a cabeça. — Eu sabia que essa garotinha traria problemas, é uma vagabundinha da pior espécie. Agora não sei se conto para a senhora Beauchamp ou se chantageio essa menina.
Pegou seu celular e tirou uma foto bastante comprometedora. Depois entrou no elevador e apertou para fechar.
— Ai, eu vou gozar. — ela anunciou.
Não demorou e os dois gozaram, ele saiu de dentro dela e caiu ao seu lado no sofá.
— Foi ótima! — ele disse estendendo a mão e pegando uma garrafa de uísque na mesinha ao lado do sofá.
— Ótimo. — ela deu um pedala nele. — Meu bumbum dói, não estou aguentando nem ficar sentada. — suspirou.
— Onw meu amor. — ele disse enchendo o rosto dela de selinhos, depois por fim beija a boca dela. — Foi bom vai... — disse tomando um gole da bebida pelo gargalo.
— Ok, foi bom. — sorriu. — A próxima vez eu vou enfiar essa garrafa no seu cu pra você ver como é bom. — ele riu alto. — Me dá um gole. — pediu.
— Nem pensar, você é um bebezinho, não pode tomar bebidas alcoólicas. — disse debochado.
— Eu não sou um bebezinho. — cruzou os braços.
— Como não? Tem só vinte anos, é praticamente um bebê. — levantando a garrafa que ela tentava pegar.
— Você só é seis anos mais velho que eu. — levantando o braço, mas ele se aproveitava da sua baixa estatura para ganhar vantagem. — Larga de ser chato amor.
— Toma. — ele gargalhou dando a garrafa pra ela, que tomou um gole toda feliz. — Não faz nem uma caretinha? — disse espantado, ela negou. — Sua pinguça.
— i****a! — deu um pedala nele. — Vamos logo nos vestir.
Os dois se arrumam e voltam a trabalhar. Any estava sentindo um incomodo em seu bumbum, até em se sentar doía. O elevador abriu e por ele saiu Noah, todo sorridente.
— Oi Any. — ele disse se agachando na mesa. — Qual era aquele assunto que você queria conversar?
— Ah sim, Noah. — ela sorriu enquanto fazia umas caretas pela dor no bumbum. — Eu quero muito te apresentar uma amiga minha. A Sina.
— Ui, se ela for gata como você eu estou dentro. — ele disse galanteador e Any sorriu.
— É muito bonita, mais bonita do que eu.
— Não acredito que seja mais bonita que você, mas enfim... Quando?
— Na sexta-feira podemos ir à festa da empresa e depois nós vamos a festa que vai ter no bairro lá de casa... — coçou o olho. — Está bom pra você?
— Com certeza, tudo pra conhecer sua amiga. — ele piscou. — O Josh está na sala?
— Aham, pode entrar. — se levantando toda dura.
— Você está bem? — estranhando.
— Sim, só estou com um pouquinho de dor nas cadeiras. — forçou um sorriso enquanto ia até o bebedouro.
— Ah bom... — ele sorriu entrando. — Ei veado! — fechou a porta.
Any sorriu negando com a cabeça. Os homens se xingam entre si e depois as complicadas são as mulheres, vai entender.
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No dia seguinte, Any caminhava tranquilamente pelo corredor, com um copo de café na mão.
— Se ele não te ama se ele não te quer, vê se me esquece, se me odeia deita na BR, se me odeia deita na BR... — cantava distraída.
Quando sente alguém puxando seu braço com força.