Capitulo 32

2385 Palavras
— Passa para a Any Gabrielly. — disse ela andando de um lado para outro. — Eu quero falar com essa v***a! — Quer falar o que com a Any? — ele perguntou. Any o encarou encucada. O que a senhora chifres queria com ela? — Não é da sua conta, eu quero falar com ela agora! — Não. — ele rebatou. — Não tem motivo nenhum pra você falar com a Any. — Me deixa ver o que ela quer. — Any sussurrou o encarando. — É CLARO QUE TEM MOTIVO! — rolou os olhos. — Passa pra ela! Joshua encarou a cacheada, que sorriu pegando o celular. — Sim senhora Beauchamp. — disse educadamente. — Escute aqui uma coisa que eu vou lhe falar! — Sofya resmungou. — Você não ouse acasalar com o MEU marido! — enfatizou. — Você está entendendo o que eu estou falando? Any prendeu o riso e encarou Joshua que tentava entender a conversa pelas reações da cacheada. — Bom eu não posso prometer nada. — disse com um sorriso irônico nos lábios. — Pois isso é uma ordem! Senão quando chegar, será uma pirralha desempregada. — É mesmo? — riu. — Olhe eu estou apenas fazendo o meu trabalho senhora. — pôs a mão no peito, fazendo cara de ofendida. — Eu sinceramente não sei do que a senhora está falando e... — LARGUE DE SER CÍNICA! — berrou. — Eu sei que está se fazendo de coitadinha por que está na frente dele, mas não pense que você vai se dar bem Any Gabrielly! Any fechou os olhos tentando de tudo para chorar ali, ficou pensando em coisas tristes, como quando seu cachorro morreu ou quando seu Hamster  foi esmagado pela bicicleta de Sabina. — Você não passa de uma v***a, que quer dar o golpe do baú na minha família, eu quero que você suma! — Sofya continuava e lhe dar um sermão. Não demorou e a cacheada já estava derramando várias lágrimas de crocodilo, enquanto abaixava a cabeça. Joshua ficou desesperado ao vê-la chorando e tomou o celular de suas mãos, ainda pode ouvir o que Sofya falava. — Você não passa de uma c****a m*l amada que nunca será como eu... — Sofya repetia. — Tem inveja de mim.  O loiro arregalou os olhos. — Sofya! — ele disse repreensivo. — Quantas vezes eu vou ter que dizer que eu não quero você faltando com o respeito a Any?  Any o abraçou dengosa enquanto enxugava suas lagrimas. — Mas... — ela disse confusa e ele a interrompeu. — Olha Sofya, eu não quero mais ouvir sua voz! — ele disse cansado. — Por favor, me esquece, pelo menos nesse final de semana, depois você pode me infernizar o tanto que quiser, mas agora não! — desligou na cara da loira e depois desligou o aparelho. — Não chora meu amor. — disse beijando os cabelos dela. — Não é verdade, nada do que ela disse é verdade.  Any sorriu disfarçada, muito satisfeita. — Ela adora me humilhar. — disse secando as lágrimas. — Quer que eu suma. — Não ligue pra ela tá? — Any assentiu. — Não vamos deixar que ela estrague o nosso fim de semana francês. — Tá bem. — sorriu e os dois se beijaram com carinho. O piloto anunciou que iriam decolar, pedindo para que todos tomassem os devidos cuidados e não demorou a que o avião decolasse. Any logo pegou no sono abraçada com Joshua. Ele ficou observando encantado, sem dúvida alguma estava amando aquela garota, só de vê-la adormecida já fazia seu coração dar saltos. Ficou admirando-a até que dormisse também.  Ao acordar olhou no relógio e viu que já eram quinze e trinta e cinco. Tinha dormido muito, seu estômago estava quase chegando às costas de fome. Any estava acomodada na poltrona abraçando o travesseiro, ainda dormindo.  Ele sorriu e se aproximou, precisava acordá-la para que comessem algo. — Amor. — ele sussurrou devagar, enquanto cutucava de leve o braço dela, que se mexeu incomodada. — Acorda amor. — O que Josh? — ela gemeu sonolenta. — Já chegamos? — abriu os olhos subitamente. — Ainda não. — ele sorriu da cara de sono dela. — Vamos comer alguma coisa, já vai dar quatro da tarde no horário do brasil. — Ok, eu estou com fome. — disse arrumando preguiçosamente na poltrona. Joshua chamou uma aeromoça e logo a mesma se aproximou com um sorriso, pediram um strogonoff  de frango. Não demorou que chegasse. — Hum... Parece bom. — ele disse sorrindo. — É, a cara está ótima... — ela disse pegando o prato, ao sentir o cheiro sentiu uma ânsia de vômito repentina. — Oh meu Deus, que cheiro horrível... — disse se abanando. — O que? — ele a encarou confuso. — O cheiro está ótimo, Any. — Eu quero vomitar Josh. — disse com um nó na garganta.  A vontade de vomitar estava a sufocando. A aeromoça correu e lhe ofereceu um saquinho de vômito. Any vomitou tudo o que tinha comido no café da manhã, Joshua a olhava espantado, a aeromoça lhe ofereceu um lenço umedecido e um copo de água. Any lacrou o saquinho e estendeu a moça. — Está tudo bem? — ela assentiu. — Não se preocupe. — ela sorriu sem graça. — É que eu não sou muito acostumada a andar de avião e me embrulhou o estômago. Desculpem. — olhou os dois. — Não se preocupe, é muito normal. — disse simpática. — Ainda vai querer comer? — a cacheada negou com a cabeça fazendo uma careta. — Temos outros pratos, eu sugiro o filé à cavalo, que está uma delicia. Any encarou Joshua, que assentiu. — Está bem... — suspirou. — Mas trás pouco ok? E trás um H2O, é bom pra azia não é? — ela assentiu se retirando. — Que susto você me deu amor... — disse dando uma garfada. — O cheiro desse strogonoff  está horrível. — ela disse se virando. — Eu não estou achando, ao contrario, está uma delicia. — ele riu provocando-a. — Nem vem Josh. — ela murmurou. A aeromoça trouxe o pedido de Any e por fim a garota conseguiu comer, e a próposito, estava delicioso. Sentiu-se melhor depois que comeu, assim que terminaram os dois ficaram jogando no celular de Joshua. — AH! — ela riu. — Ganhei de você, consegui seis mil e setecentos. — se gabou de sua pontuação. — Eu fiquei com seis mil e seiscentos, ganhou só por causa de cem pontos... — ele disse dando de ombros. — Mas ganhei! — Sei... — ele sussurrou. — Escuta, meu amorzinho, o que acha de a gente fazer uma coisa muito mais interessante? — ela continuava jogando no celular. — E o que seria? — disse sem tirar os olhos do jogo. — Bom, podemos ir até aquele banheirinho apertado do avião. — dizia acariciando os braços da cacheada, que sorriu. — E podíamos aproveitar daquele jeito... — ela se virou para encara-lo. — Quer t*****r comigo no banheiro do avião? — ergueu a sobrancelha. — É... — deu um sorrisinho óbvio. — O que acha? — roçando os lábios.  Ela se arrumou na poltrona, com um sorrisinho safado. — Quer mesmo meu t***o? — ela sussurrou safada no ouvido dele, enquanto descia os beijos para o pescoço do loiro. — É claro que eu quero amorzinho. — ele disse puxando-a e beijando-a com rapidez. — Olha só como eu já estou... — disse levando as mãos dela até o m****o dele coberto pela bermuda, ele gemeu ao sentir a mãozinha de Any apertando-o. — Vamos sim? A cacheada sorria safada, enquanto acariciava o m****o dele de uma forma em que o estava enlouquecendo. — Eu não posso. — ela fez um biquinho, sem parar de acaricia-lo. — Como é? — ele perguntou e depois lembrou. — Não amor... — ele suplicou. — Não faz isso comigo. — disse lhe dando vários selinhos. — Lamento meu bem. — ela disse sorrindo. — Mas ainda tem mais dois dias de greve. — fez dois com os dedos, e os balançou. — O que? — arregalou os olhos. — Quer dizer que vamos passar toda a nossa estadia em Paris sem sexo? — Bom... — ela o encarou. — Na segunda vamos t*****r. — ela disse com um sorrisinho empolgado. — SEGUNDA? — ele berrou e todo mundo o encarou. — Quer dizer... — sem graça. — Any isso é maldade. — suspirou. — Também foi maldade o que me fez naquele dia. — voltando a pegar o celular. — Mas eu já te pedi perdão. — ele lamentou. — E eu perdoei. — piscou. — Mas você tem que ter um castigo, para que saiba o que terá se repetir seus atos machistas. E quando você me maltratar ficará sem sexo sim senhor! — se virando. — Mas, o que eu faço com isso? — ele apontou seu m****o dolorido e ela se virou para olhar. — Bate uma punheta. — deu de ombros, voltando a dar atenção ao celular. — Vai lá no banheiro rapidinho. Ele a encarou perplexo, e respirou fundo cerrando os olhos, não estava acreditando que Any o estava obrigando a fazer aquilo. — Merda... — grunhiu se levantando, precisava ejacular o mais rápido possível.  Any começou a rir sozinha. Ele chegou ao banheiro e abriu a porta, entrando dentro da minúscula cabine, baixou a bermuda com cueca e tudo revelando seu m****o grosso e duro, se apoiou na parede e começou a acariciá-lo com as mãos fechou os olhos imaginando estar penetrando Any. Gemeu abafado enquanto apertava mais e aumentava o ritmo dos movimentos. — Oh Any... — ele gemeu erguendo a cabeça pra trás. — Ah... — mordeu o lábio sentindo o orgasmo se aproximando. — p***a. — disse olhando o m****o ejaculando, mirou para o vaso enquanto massageava o pênis, fazendo todo o esperma cair dentro do vaso. — Delícia. — ele sorriu vendo todo o esperma ali no fundo do vaso, depois que se recuperou de seu orgasmo suspirou irritado. — Merda, eu não acredito que eu tive que fazer isso. — negando com a cabeça, enquanto subia a cueca e a bermuda. — Ah Any Gabrielly, você adora me provocar. — dando descarga. Saiu da cabine, por sorte não tinha ninguém por ali, foi até a pia e lavou as mãos, voltou para o lado de Any que continuava jogando. — Terminou o servicinho senhor Beauchamp? — ela riu sem parar de jogar. — Você ri não é? — sentando ao lado dela. — Quero ver é quando eu não quiser t*****r e você quiser, vou me vingar a altura. — Você negando sexo pra mim? — gargalhou. — Só nos seus sonhos Joshuazinho, pois é só eu dizer a palavra sexo e você já fica armado, doidinho pra me comer. — ergueu a sobrancelha. Josh rolou os olhos. Pior que era verdade, ele jamais conseguiria negar sexo para aquela gostosa. Any bocejou e desligou o celular.  — Ainda são cinco e meia amor. — disse o abraçando outra vez. — Vamos dormir mais um pouquinho? Hum? Eu estou com sono. — Vamos sim, eu também fiquei cansado. — Any gargalhou. — Para de rir de mim Any. — disse emburrado e ela lhe deu um selinho demorado. — Desculpa meu amor. — ela disse aconchegando mais a ele. — Te amo. — Também te amo, apesar do você só me maltratar. Any sorriu e não demorou a que dormissem outra vez. Acordaram com a voz do piloto dizendo que já iriam pousar em Paris. — Josh! — Any disse batendo no rosto de leve. — Acorda meu amor! — sorrindo. — Nós já estamos na França! Ahh! Josh acordou e a viu pegando a bolsa. — Vamos, eu quero descer logo! — dizia toda animada, ele sorriu ao ver que ela estava feliz. — Se acalma princesa nós ainda nem pousamos. — rindo. — Senta aí, senão a aeromoça vai brigar com você.  A cacheada cruzou os braços impaciente. Pousaram seguramente e logo todos os passageiros estavam desembarcando.  Any desceu completamente espevitada enquanto dava pinotes até o portão do desembarque, Joshua estava morrendo de rir. — Meu amor, é por aqui gatinha. — disse rindo a pegando pela mão, já que ela estava indo pelo caminho errado. Any entrou no aeroporto francês e arregalou os olhos, era tudo lindo, totalmente diferente dos ares brasileiros, as pessoas eram extremante finas, as luzes eram mais suaves e até a música que ali tocava era calma e revigorante. — E então? O que achou? — Joshua perguntou lhe dando um selinho. — É incrível. — olhando ao redor. — Está com fome? — ela negou com a cabeça, fazendo uma careta. — Então vamos buscar as malas e ir para o hotel, já são dez da noite aqui.  Any assentiu e os dois foram até o despache das bagagens, Any sentou-se e Josh foi buscar as malas, logo ele se aproximou com as duas malas. — Quando chegarmos ao hotel eu peço alguma coisa leve pra gente comer.  Ela assentiu, ainda encantada com tudo. Os dois pegaram um táxi e Any sequer falava durante o caminho, estava encantada com a cidade, com as luzes, Paris sem dúvidas era uma cidade muito iluminada, não era a toa que era apelidada de "A cidade luz", era incrível.  As casas eram uma graça e aquele sotaque francês que o taxista tagarelava com Joshua era hilário. A propósito, era extremante sexy vê-lo falando francês. Chegaram ao hotel e o taxista os ajudou a descarregar a bagagem, Josh pagou e o mesmo se despediu simpaticamente e saiu.  Ao entrarem no hotel Any sorriu maravilhada. Era lindo, espetacular. Tinha várias pessoas no enorme hall  de entrada, Any seguiu Joshua até a recepção, encantada, olhando para todos os lados. Josh resolveu os assuntos do quarto e os dois subiram. — Meu Deus... Eu nem acredito que estou nesse lugar! — dizia mordendo o lábio, enquanto adentravam o elevador. — É demais amor!  Ele sorriu e se aproximou dela, tomando sua boca em um beijo molhado. Ela sorriu enquanto paravam o beijo com selinhos.  — Te amo. — Eu também te amo. — ele sussurrou. 
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