Capítulo 4

1635 Palavras
Anely James Restaurante Hichello (+18) 18 de abril de 2003 20:23 Um sorriso se desenha em seu rosto. Se levanta. Pega os documentos e deixa a caneta cair. Rasga os papeis e os joga para o alto. Da um passo a frente. Coloca as duas mãos em volta da minha cintura. Com os olhos pegando fogo em desejo ele me tira do chão e me senta sobre a mesa. Beija enlouquecido o meu pescoço. Apoio minhas duas mãos na mesa. Vi que uma das regras era não tocar em seu cabelo. Se distancia. Procura pela barra da minha blusa. O ajudo tirando da saia. Ele a puxa para cima e a tira deixando meus s***s completamente a mostra Sem pensar nenhum pouco ele tenta tirar minha saia da mesma forma que tirou a blusa. Desço da mesa e abaixo minha saia. Me agacho e abro os zíperes das minhas botas, me livro delas. Me sento novamente na mesa e abro as minhas pernas para ele que passando a mão pela cabeça se ajoelha. Aproxima seu rosto... Minha boca se abre de uma vez fazendo meu maxilar estralar. Sua boca quente me chupa com voracidade Me inclino um pouco para trás para o ver em ação. É uma das melhores visões que eu já tive. Nada como um homem tão poderoso quanto Michael Joseph de joelhos por você e ainda te dando prazer. A voracidade passa dando lugar a um oral calmo. Ele está degustando e esta gostando, seus gemidos. Seus olhinhos fechados. Sua língua trabalha lentamente Tombando a minha cabeça para trás solto um gemido manhoso inconscientemente. Seus lábios tão quentes toma distancia. Michael se coloca de pé. Abre o botão de sua calça apertadíssima e logo após desliza seu zíper, me dando a visão de sua cueca vermelha. A ponta de seus dedos afasta o cós da cueca com rapidez. Enfia a mão dentro da cueca e tira seu pênis para fora. O segurando firme com a mão direita, leva a mão esquerda até minha mão direita e da um beijinho Me puxa para ele. Desço da mesa. Ainda segurando minha mão ele me faz girar em meus pés. Fico de costas para ele que me empurra gentilmente para que eu fique debruçada sobre a mesa. O obedeço. Com meu bumbum completamente em seu poder ele da um tapinha e logo após acaricia. O sinto passa a glande pelo meu c******s e para na entrada... — Você não sabe do que eu sou capaz! — diz em uma voz rouca e firme — Eu vou te fazer pagar por me fazer esperar, podíamos ter feito isso no carro. Não faça joguinhos comigo Anely! — ele diz entre dentes — Me desculpe meu amor eu estava faminta — digo em um tom choroso e muito, mas muito meloso — Eu nunca mais vou fazer isso ou desobedecer você — ele me penetra de uma vez. Solto um grito agudo. Eu não estava tão preparada quanto eu achei que estava — Você é minha! Eu estou te dando o direito de escolher quais regras seguir, mas eu quero que siga todas! — ele esbraveja enquanto se move mais rápido. Mais forte. Estocadas profundas e fortes. Ele se movimenta mais e mais rápido. Os quadris dele são impressionantes Fecho os meus olhos e me entrego completamente a esse momento. Gemo baixinho enquanto ele vai e vem. É quente. Duro. Duro como uma pedra. Sinto seus testículos bater gentilmente em mim. Finalmente meu orgasmo se aproxima. Fecho minhas mãos com força. Ele acelera o ritmo. Abro meus olhos e grito com a chegada do melhor orgasmo da minha vida! Ele continua se movendo dentro de mim, mas, de forma gentil e calma Ele está tremendo como se estivesse tentando se conter. Quer mais, bem mais. Ainda gemendo baixinho empurro meu bumbum em sua direção. O rei não pode sair insatisfeito. Fico estranhamente carinhosa e caridosa quando chego ao orgasmo. Ele volta a me penetrar. Mais forte, bem mais forte. Eu m*l consigo me mexer. Ainda não me recuperei do meu orgasmo. Sinto sua mão estalar na minha b***a. Ele geme tão alto. É uma delícia o ouvir — Onde você quer? — ele diz enquanto tenta recuperar o ritmo normal da sua respiração. Me viro para ele. Me ajoelho. O seguro firme e o coloco na boca. Ele pulsa. Não demora para eu conseguir sentir o liquido quente deslizando por minha garganta. O sugo enquanto tiro da boca. O guardo em sua cueca. Subo seu zíper e fecho o botão de sua calça. Fui ensinada a guardar meus brinquedos depois de brincar. Ele me olhar de um jeito, eu não sei se ele tem nojo ou só esta admirado — Não sou uma dama Joseph, se você por algum segundo pensou que eu era, tem algo errado com você! — digo firme para ele e me levanto — Eu só estou admirado e um pouco nas nuvens. Eu, só estive com alguém assim uma vez na minha vida. Eu sei que não é uma boa hora para falar disso mas, a sua personalidade é um pouco parecida com a de uma Pritchett... — ele sussurra — Seja lá o que esta passando pela sua cabecinha, é isso mesmo que eu quero Anely. Quero algo intenso, quero viver o que nunca cheguei a viver quando mais jovem! Sinto que você pode me dar isso! Esse perigo! Isso me encanta! — coloca as duas mãos em meu rosto e me puxa para um beijo — Comigo você terá tudo — digo enquanto afasto meus lábios dos dele — Se você não se negar a me dar tudo, por enquanto, tudo que eu quero é o seu corpinho! — digo entre risos para ele que abre um sorriso gigantesco. Ele esta feliz, se nota a distancia. A autoestima dele esta literalmente no teto. Esta um pouco diferente do cara que vi há alguns minutos atrás — Bem, acho que esta na hora de te levar para casa — ele morde o lábio. Saio de perto dele e vou a procura das minhas roupas — Não, deixe isso pra lá, eu te dou outras depois — diz vindo na minha direção. Tira o paletó. Passa as mangas por meus braços e me veste com ele. Me pega no colo e me da um selinho — Você é tão levinha — ele faz um bico. Se você soubesse que eu estou no fundo do posso querido Me levando em seus braços anda em direção a porta. Saímos do restaurante. Escuto a porta do carro ser aberta. Ele entra comigo em seus braços. Me sento em seu colo e o beijo carinhosamente. É o que ele quer, ele quer carinho. É um homem carente que só quer atenção e um pouco de amor. Eu posso fazer isso como ninguém. 22:03 — Chegamos! — sussurra enquanto da alguns beijinhos em meu rosto. A porta é aberta por um dos seguranças. Desço do carro. Passei todo o trajeto no colo dele. Ele me mimou tanto. A minha vontade é passar a noite toda recebendo aquele carinho gostoso que ele estava fazendo no meu cabelo — Você vem comigo? — pergunto a ele que apenas acena com a cabeça para mim. Entrelaça seus dedos aos meus e vai comigo até a porta da minha casa. Ele para, fica de frente para mim — Você é fantástica — sussurra — Olhe no bolso esquerdo — ele aponta para o bolso do paletó. Enfio a mão. Sinto algo. Um colar? O tiro. É uma pulseira, isso é diamante! Eu conheço de longe! Cada pedra é quase do tamanho de uma uva — Foi feita especialmente para você! — diz baixinho — Você gostou? — ele sorri orgulhoso. Aceno freneticamente com a cabeça para ele Me agacho. Pego a chave reserva no tapete. Abro a porta da casa. Entramos juntos. Vou até o meu quarto e deixo Michael a vontade. De repente escuto Michael me gritar da sala. Corro para fora do quarto e volto para sala. Os seguranças de Michael entram todos de uma vez — Por que você tem uma fera como essa em casa? — ele diz ofegante da porta olhando para Lilica a cachorrinha da minha vizinha que esta deitada no sofá. Ela é tão pequena e ele tem medo dela? — É só uma cachorrinha de pequeno porte Michael! — digo a ele que me olha com os olhos arregalados. Ok. Então ele realmente tem medo disso — Acho melhor deixarmos para um outro momento Michael, até eu a entregar aos donos dela! — digo calmamente para ele que acena positivamente para mim e se vai. Condomínio Richards 19 de Abril de 2003 07:23 A primeira missão do dia estou indo fazer agora. Vou vender essa pulseira. Não tenho nada para comer, vou ser despejada amanhã e eu tenho uma pilha de contas para pagar e a maioria são despesas de hospital da minha mãe que chegaram de surpresa na minha casa. Não posso esperar mais. 12:59 Acabo de chegar do banco. Depositei o dinheiro do aluguel que estava atrasado, pelo menos morar na rua eu não vou e isso é maravilhoso, pelo menos hoje posso dormir em paz. Aproveitei e passei no supermercado e comprei algumas coisinhas. Alimentos que eu mesma posso fazer e demoram mais para acabar. Eu estou aliviada, mas, preciso pensar no que dizer caso ele me pergunte sobre a pulseira. Coloco a chave na fechadura e abro a porta — Oi Querida! — Michael diz em um tom sério sentado em uma cadeira há dois passos da porta. Usando um terno vermelho sangue, com as pernas cruzadas como um mafioso. Ele gira a pulseira em seu dedo indicador. Seu olhar é impiedoso e ele não parece estar com paciência. Ferrou.
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