A madrugada ainda envolvia a cidade quando Isla acordou. O quarto estava silencioso, e o único som era o vento cortando as janelas. Por um instante, ela ficou deitada, observando o teto, tentando convencer o corpo cansado a permanecer imóvel. Mas a mente não parava. As palavras de Darian da noite anterior ecoavam como um murmúrio persistente: “Eu te amo, Isla.” Ela fechou os olhos, apertando os lençóis entre os dedos. Era c***l como três palavras podiam reacender um turbilhão de sentimentos que ela vinha tentando enterrar há meses. Isla se sentou, os pés tocando o chão frio. O coração latejava no peito, pesado. Sabia que não podia continuar ali. Não depois de tudo o que aconteceu — e, principalmente, não depois do que o pai de Darian havia dito. Giulio era um homem perigoso, e se ela pe

