Fábio Narrando Assim que entrei na casa da irmã Adriana, fui recebido com aquele cheiro bom de comida caseira. Dei a benção a ela e também abençoe o seu lar, cumprimentei os outros, tentando parecer natural, o Ratão que ficou me encarando, até que, no meio da sala, meus olhos bateram nela. Jaqueline descia as escadas como quem reina sem esforço. A luz que vinha da janela batia nela de um jeito quase pornögrafico. A roupa, meu Deus. Uma saia curta colada, no corpo, que marcava tudo, como se tivesse sido pintada no corpo dela. A blusa branca, curtinha, deixava a barriga de fora e realçava o piercing no umbigo que cintilava a cada passo. Mas o que realmente me tirou o chão foi a leve marca do piercing no mamïlo, visível pela leveza do tecido. As tatuagens subiam pelas coxas e pernas dela

