Capítulo 11

1318 Palavras

Abro a porta da clínica com força e sem me importar com o que que as pessoas da sala de espera pensam ao me olharem assustadas.  Cheguei ao meu limite e vou mostrar aos Vasconcelos como uma pessoa louca realmente age. - Senhora!? - A jovem recepcionista com os olhos cor de mel arregalados pergunta enquanto pega o telefone preocupada.  - Bom que já está com o telefone, avisa a ela que estou entrando. - Aviso sem deixá-la responder e vou na direção da sala.  - Não, ela está atenden...  Antes da recepcionista alcançar meu braço, eu abro a porta e vejo a ilustre avó do meu filho sentada com as pernas cruzadas e os braços acima da mesa. Apoia os cotovelos e entrelaça os dedos apoiando o queixo curiosa, ou fingindo curiosidade pois pareceu não ficar surpresa com a minha chegada. - Doutora

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