Capítulo 12

1510 Palavras

Encaro os meus pés e entre eles os pisca-pisca embaraçados, alguns enfeites natalinos que vão na árvore, observo por alguns segundos até sentir uma mão ser apoiada no meu ombro direito. - Filha. - Meu pai sussurra para não me assustar. - Está tudo bem?  - Só estou pensativa, pai. - Busco em seus olhos o consolo, deito minha cabeça no ombro dele e volto a olhar para os enfeites.  - Sabe que não precisa voltar pra lá, não é? Que aqui sempre vai ter lugar para você e o Pedrinho.  Eu sabia disso, sempre tive certeza, desde o dia em que apareci na porta deles pedindo abrigo e explicando o que houve. Já faz quase um ano, mas lembro-me como se fosse ontem.  De início meu pai quis ir atrás do Henry e lhe dar uma bela surra, mas depois percebeu que ficaríamos melhor sem eles.  Eliza no entant

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