Não consegui responder, apenas aceitei. Aos poucos, sua mão fria e suada adentrava pela gola da minha camisola, sentia seus dedos tateando em busca dos meus pequenos se**ios, que ainda eram pequenos e careciam de mais algum tempo para sua completa formação. Avançava vagarosamente apalpando até que encontrou o que procurava cochichando no meu ouvido: ___Ahhh... Que delícia de peiti**nho... Hummm Seu hálito mentolado e quente fez meu corpo todo se arrepiar instantaneamente. Meus olhos estavam fixos na escada que dava acesso aos quartos no andar de cima, pois temia que alguém aparecesse no escuro e de que alguém nos visse. Mas assim que senti os lábios do Sérgio tocarem meu pescoço distribuindo beijos chupados e molhados, perdi completamente a noção do perigo de sermos pegos naquela safadez

