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CONHECENDO O AM0R

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Sinopse

Dois jovens prometidos antes mesmo de nascerem.

Eles não se conheciam, mas suas famílias sim.

Ela tem uma carência desde pequena, porque seus pais nunca ligaram para ela. E até mesmo tem uma ferida em seu coração, pois algo de muito r**m aconteceu com ela.

Ele extremamente sem paciência para a vida. Centrado no seu trabalho, ao mesmo tempo vivendo sua vida como queria.

Ambos não queriam se casar, mas ela como toda mulher que acata os desígnios dos seus pais, estava pronta. Ele não estava nem aí para o que seus pais queriam. Ele só queria continuar com sua vida.

Porém esses dois se unem como forma de acatar os desejos de suas famílias.

O que será que vai acontecer com ambos?

Será que ele deixa o amor chega em seu coração?

Será que ela se liberta dos seus traumas do passado?

Será que o amor Viverá em ambos?

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PRÓLOGO
- Não mamãe, não deixa ele me tocar... Mamãe... Me ajuda...Por favor me ajuda... Não... Não... Não... Acordo com mais um pesadelo. Olho para todo meu quarto e como sempre estou só. Suspiro e vou até o criado mudo e pego um copo de água. Tomo o mesmo olhando para minha janela. Vou para ela e fico olhando aescuridão da noite. Eu me casei ontem com um homem que nunca vi. Ele não teve a decência de aparecer para o casamento. Suspiro em desagrado. A cerimônia que achei que seria linda, por ser uma cerimônia de casamento, com várias pessoas, com padrinhos e madrinha de cada lado, com nossos pais sorrindo e emocionados pelos filhos se casarem, não foi linda. Pelo contrário, foi algo sombrio, assim como tudo em minha vida. Meus pais não estavam ali, eles morreram ano passado, deixando claro em testamento sobre meu casamento com o filho da família Tyler. Somente a mãe dele estava ali para se certificar que o casamento seria realizado sem o filho. O cara teve a coragem de mandar um representante para assinar por ele. Mandou uma foto dele para mostrar ao juiz e ao reverendo. Tenho certeza que aquela foto foi imprimida em papel A4, de tão leve que o papel era. Eu nem quis ver. Só iria me deixar mais chateada do que estou com tudo isso. Eu não queria ter me casado, ainda mais com alguém que nem conheço. Porém, a família Reagan e a família Tyler, vieram de uma tradição, onde esses compromissos de casamentos tem que ser compridos. Ou seja, minha união com Alex Tyler já estava decretada antes mesmo da gente nascer. Sempre escutei a história de que, se minha mãe ficasse grávida de uma menina, ela já estaria prometida ao filho da família Tyler, já que Eloisa Tyler teve seu filho primeiro, e oito anos mais tarde, minha mãe estava grávida de mim. É arcaico o que estou vivendo. Nunca achei que seria assim. Eu achei que teria tempo de conhecê-lo, de ter uma amizade com o mesmo, mas não. Eu completei dezoito anos a dois meses atrás e agora estou casada com um homem que nunca vi na vida. Ele mandou que tudo fosse preparado para mim nesta casa. A casa está em meu nome. Como se eu precisasse, já que detenho imóveis em meu nome por toda Austrália. Tenho empregados para tudo aqui, como sempre tive. Queria muito entender o intuito desse casamento, see ele não queria, nem eu. Só aceitei, porque foi um acordo das nossas famílias, e para não desonrar a palavra dos meus pais, eu fiz. Volto para minha cama e me deito. Fecho meus olhos, esperando não ter nenhum pesadelo. Suspiro. Ouço uma batida na minha porta e estranho. Quem pode está acordado a essa hora? Me levanto e vou até aporta. Abro e dou de cara com minha sogra. - Eloisa? Aconteceu alguma coisa? - Não tem ninguém na cozinha para fazer um chá para mim. Elevo minhas sobrancelhas. - E? Indago cruzando meus braços. - Você pode se levantar e ir lá fazer. Gargalho dela. - Você andou bebendo Eloisa? Ela me olha horrorizada. - Você é minha nora, tem obrigação de fazer as coisas para mim. - Eloisa, eu me casei com seu filho. Eu não sei porque ele mandou a Sra vim morar comigo. Eu não tenho obrigação nenhuma com a Sra. Se não tem um ajudante para atender seus desejos de madrugada, contrate um que fique a sua disposição ou faça a Sra mesma. Falo fechando aporta na cara dela. Louca. Ela só pode está brincando comigo. Ela pensa que serei empregada dela? Nunca. Eu tenho certeza que ele mandou ela ficar aqui para me vigiar. Mas ela não vai conseguir me atormentar. Volto para minha cama e me concentro em dormir. Minha vida agora estava destinada a viver nessa solidão, como sempre vivi. Mesmo tendo uma mãe e um pai, sempre fiquei só. Eles nunca estavam em casa, nunca ligaram para mim. Pareciam que me tiveram só para cumprir o desejo da sociedade, já que minha mãe me teve quase aos quarenta e cinco anos e meu pai já estava com seus cinquenta e dois. Eu não era amada por eles. Eles não brincavam comigo quando crianças. Eu devo ter tido umas vinte babás, isso tudo porque a cada hora que minha mãe percebia meu carinho por elas, percebia que eu às chamava de mãe, ela às dispensava. E quando eu completei nove anos, meu terror começou. - Não... Não... Não quero lembrar dessa parte. Eu quero esquecer tudo isso.

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