Se eu não estivesse no Ilha do Amor, certamente pensaria ter entrado em um lugar cheio daqueles brindes que vêm em pacote de biscoito. A decoração em neon quase me cega em um primeiro momento. Tons de azul e rosa – as cores do programa – misturam-se e fazem tudo brilhar no escuro. Há uma estrutura imponente em que se pode ler Welcome[1] e balões multicoloridos. Até a piscina foi decorada com luzes berrantes. Definitivamente nunca vi tanto brilho em toda a minha vida. Qualquer ser humano que curta uma baladinha estaria igualzinho à Thayná: rebolando a b***a ao som de algum funk da moda (e que eu nunca ouvi porque, vamos combinar, olha a minha cara de quem esfrega a raba no chão) e fazendo os queixos dos rapazes despencarem no processo. Como não sou de cair na farra, rumo para o único l

