Capítulo 10

545 Palavras

  A alegria invade a noite. Vários corpos movem-se ao som de batidas de funk, cada um ao seu modo. No mesmo espaço, temos Benjamin, remexendo-se como se fosse um boneco de Olinda com dor na coluna, e Thayná, executando o quadradinho e entoando, a plenos pulmões, Deixa eu te lembrar que não sou obrigada a nada / Ninguém manda nessa raba [1]. É a diversidade que só encontramos no Ilha do Amor. Pietro me pega pela cintura enquanto me sirvo de uma coxinha de batata doce (sim, a produção arrumou até salgadinhos veganos. Amo gente prestativa!). Sem mais nem menos, posiciona-se atrás de mim, e começamos a executar um passo básico. Devo confessar, ele está muito lindo com a blusa branca e a bermuda cinza-claro. Há pessoas que não conseguem ser feias nem tirando meleca. – s*******m você ter come

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