Cheguei no apartamento de Mariana e bati na porta. Ela abriu e me encarou, uma expressão de leve desconfiança nos olhos. — Você comeu a comida que entregaram? — perguntei entrando sem cerimônia. — Comi sim — respondeu, cruzando os braços. — Estranhei que hoje entregaram, eu estava planejando fazer o almoço, mas pelo visto você mudou de ideia. Fechei a porta e me voltei para ela, meu tom impaciente. — É melhor você ficar grata e abrir as pernas para mim ao invés de ficar reclamando. Ela me olhou, tentando ler minha expressão. — O que aconteceu? Suspirei, sentindo a tensão acumulada ao longo do dia. — Apareceram tantas coisas de uma vez que eu só quero sentir sua b****a quente apertando meu p*u. Antes que ela pudesse responder, a puxei pelo braço e a arrastei para o quarto, jogando-

