capítulo 11

973 Palavras

O vento batia forte no alto do morro, trazendo o cheiro de pólvora misturado com o da terra úmeda. O dia m*l tinha começado e eu já sabia que ia ser um inferno. Fiquei de pé, observando a rua lá embaixo, atento aos pequenos movimentos que só quem manda nessa p***a consegue perceber. Marcos estava tentando ganhar espaço. E eu não ia deixar barato. Raul estava ao meu lado, calado. Ele sabia quando falar e quando manter a boca fechada. Diferente de muitos otários que falam demais e agem de menos. Raul: — Qual é o plano, chefe? — ele perguntou, sem tirar os olhos do movimento na rua. Corvo: — A gente espera. O filho da p**a acha que tem tudo sob controle, mas ele tá cavando a própria cova. Quero ver até onde ele tem coragem de ir. Marcos não era burro, mas também não era esperto o suficien

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