Capítulo Três

581 Palavras
Ha-jun. Atualmente. ㅡ Amor você vai se atrasar para o trabalho, deixe de ser preguiçoso e levanta. Já fiz o seu café. ㅡ Não posso ficar em casa hoje, meu bem? Quero ficar aqui te mimando. ㅡ Não amor, não pode. Você precisa pegar o Akatsu, e mostrar que você é o melhor. ㅡ Senti um beijo em meus lábios. ㅡ Eu te amo... Acordei assustado e suando, mais uma vez ele invade meus sonhos. Mais uma vez meus soldados vão enfrentar meu mau humor, já que sempre que Dong-hae invadia meus sonhos eu ficava ainda mais estressado. Mas também meu peito se enchia de saudades dele. Levantei e tomei um banho frio que relaxou meus músculos, escovei os dentes e vesti meu terno, ele me deixava ainda mais sério. No caminho da corporação fui pensando na missão que tínhamos hoje, invadir e prender uma gangue que estava transportando armas e drogas. E ainda enfrentar o Park, que se achava dono dali, mas ele não me conhecia direito. Ainda não me viu nervoso e em ação. Cheguei e nem bom dia eu dei, fui direto para minha sala mas logo Kwang-ryong entrou. ㅡ Aqui seu café, e pelo que eu te conheço você teve a visita de alguém em seus sonhos, e você vai descontar nos soldados. Mas antes bom dia.ㅡ É, ele me conhece muito bem. ㅡ Ainda bem que você sabe me ler, porque não estou a fim de conversar hoje. Reúna os homens no campo de treinamento em 5 minutos, precisamos treinar antes de ir para a missão. E vamos discutir sobre como vamos interceptar o local. ㅡ Certo, eu não queria te falar não, mas o Park já fez isso antes de você chegar. ㅡ Kwang-ryong disse com receio pois ele já me conhecia e sabia o que acontecia quando alguém passava por cima de mim, das minhas ordens. ㅡ Quem ele acha que é para mandar em meus homens? Ele se esqueceu que eu sou o chefe aqui? ㅡ Me levantei e fui até onde ele estava. Se tem uma coisa que eu odeio é quando alguém acha que é superior a mim e dá ordens aos meus soldados, mas ele não me conhece e hoje vai saber o seu lugar. Perguntei a Ha-yun onde ele estava e quando ela me disse fui direto para sua sala, entrando sem bater. ㅡ Quem você pensa que é para passar por cima de mim? Se não se lembra, eu vou te lembrar. Eu sou o chefe aqui e ninguém além do Jae-sang tem o poder de dar ordens no meu batalhão, ponha-se no seu lugar Park. Porque aqui eu sou o chefe. Eu estava a ponto de pular em seu pescoço, ele levantou de sua cadeira e ficou frente a frente comigo não tirando aquele sorriso presunçoso do rosto. Sua respiração batia perto da minha boca. ㅡ Olha aqui Jeon, baixe essa sua bola pra falar comigo. Eu não sou nenhum dos seus soldados e você sabe muito bem disso, você deveria me agradecer por adiantar seu trabalho. Eu não tenho culpa de ser melhor que você, mas não precisa ficar preocupado porque não vou roubar seu lugar tá? Mas não ache que vou ficar calado toda vez que você chegar aqui na MINHA sala gritando comigo por causa de coisa atoa. Seja mais confiante, Jeon, e lembre que eu sou seu parceiro e não seu soldado. Que Deus me dê forças ou eu mato Park Hwan.
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