Capítulo 15.

635 Palavras
"Mesmo que meu coração pare de bater Você é a única coisa que eu preciso, ooh, comigo Mesmo que a Terra comece a tremer Você é a única coisa que vale a pena levar, ooh, comigo Mesmo que o céu esteja em chamas Tenho você aqui, está tudo bem, ooh, comigo" Pretty Boy | The neighborhood Estava sendo um dia difícil. Mais um. Meu deus, como eu me odiava. Acordei extremamente irritada por não ter conseguido dormir bem. O motivo? meus vizinhos começaram brigar ás 12:00 e terminaram ás 2:40. Eles sempre brigavam, mas não por todo esse tempo. Caralho, ninguém merecia ficar ouvindo briga dos outros quando se quer dormir. Eu quase saí da minha cama e fui bater na casa deles, mas minha preguiça tava maior e meu pai não queria ir comigo. Vai que eu fosse reclamar e eles me prendessem na casa. Nunca se sabe quando você pode ter vizinhos loucos. Como eu tinha dormido super m*l, meu pai me deixou dormir mais um pouquinho e foi pra sua loja. E aí, eu acabei tendo um sono ótimo e acabei faltando aula. Eu acordei com mensagens desesperadas de Christian. chris: eu não acredito que você foi capaz de me deixar sozinho chris: oceana, você é uma filha da p**a! Depois de 20 minutos, ele já tinha me mandando mensagem novamente. chris: seu namorado me chamou pra almoçar com ele e com os amigos dele chris: eu não consegui dizer não e agora estou aqui, rodeado de garotos bonitos que nunca vão me beijar. te odeio ainda mais! chris: conan é legal. e sim, ele perguntou se você chris: na verdade, acho que só falou comigo pra perguntar de você. sortuda! Eu ri com as suas 100 mensagens exageradas. eu: ME DESCULPA! eu dormi. eu: ele perguntou sobre mim??? não acredito eu: o que ele falou mais? Em menos de 1 minuto, Christian já tinha me respondido. chris: não conto pra amigas falsas. eu: minha casa.agora.pipocaefilmes. chris: você está muito interessada, senhora watson. quem diria. eu: é só curiosidade, christian! nada mais. chris: estou indo aí. Parece que meu amigo tinha vindo com toda a sua força e v*****e de viver, porque em pouco tempo Christian já se encontrava batendo na minha porta. O desgraçado não recusa comida. Por um momento, pensei que deveria ser Elizabeth e Christian ali e fiquei triste, mas tentei deixar esse pensamento de lado. Não iria adiantar nada. - Qual filme vamos assistir? - Eu topo qualquer um. - Ele sorriu, feliz da vida. Começaria o show de horrores. Christian não me agradava muito no seu gosto como cinéfilo. - Eu vou procurando um, e você vai fazer as pipocas. - Vê se escolhe um filme bom. - Falei e saí da sala, me dirigindo para a cozinha. Peguei o milho, a panela, a manteiga e coloquei sobre a pia. Despejei todos na panela e coloquei no fogo alto. Demorou cerca de 300 mil anos, mas felizmente valeu a pena! estava gostoso. Quando as pipocas estavam completamente estouradas, eu as coloquei em uma tigela grande e fui para sala, vendo que Christian já tinha escolhido o filme e tava mexendo no celular. - Primeiro, eu quero saber que história é essa do Conan te chamar pra almoçar com ele? - Você sabe que ele só te chamou por sua causa. Viu que eu estava sozinho, veio até mim, perguntou de você e no final, me chamou para almoçar com ele e seus amigos. E em qualquer oportunidade, ele falava de você ou fazia alguma pergunta relacionada a vossa senhoria. - Christian debochou quando terminou de falar. E ouvir tudo isso deixou meu coração quente, pulsando mais do que nunca. Que p***a, Conan! você estava me deixando louquinha.
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