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A Vida Oculta de Max. Romance Dark

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Sinopse

📚 SINOPSE A VIDA OCULTA DE MAXROMANCE DARK +18

Maximiliano Villani Bitencourt é um psicólogo com métodos nada convencionais.Ele não ouve confissões. Ele as arranca.Impecável por fora, com uma voz calma e um olhar que atravessa a alma.Mas não se engane: ele não cura como os outros.Ele comanda. Seduz. Domina.

E g🔥za com isso.

Mulheres quebradas se entregam a processos que ninguém ousaria chamar de terapia.

Elas não entendem o que acontece — só sabem que saem de lá livres Leves. Viciadas.

Ele não precisa tocar para invadir.Com um olhar, uma palavra sussurrada, ele faz mulheres se despirem de traumas — e de roupas.

Não por obrigação. Mas porque o corpo obedece antes da razão.

E quando percebem… já estão de joelhos. E livres.

Essa história não é sobre salvar uma vítima.

É sobre duas mentes que se enfrentam enquanto f🔥dem, mentem e se despem em camadas.

Cada sessão é uma experiência.

Cada paciente, um estudo sobre os limites da entrega.

Mas algumas mulheres não são salvas.Elas são espelhos.

E ela… não será a vítima.

Será a mulher que vai descobrir quem ele é.

E talvez… g🔥zar por isso.

E Max talvez não sobreviva ao reflexo.

Algumas mulheres ele não pode f🔥der.

Porque elas f🔥dem ele de volta.

“Ele mexe com os corpos.

Ela, com as verdades.

Mas quem vai f🔥der com a mente de quem?”

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O CHAMADO DO CORPO
PRÓLOGO Às vezes, o fim começa no escuro. O som da porta de ferro se fechando atrás dela ecoou como um veredito. O corredor era úmido, m4l iluminado, e cheirava a umidade velha misturada com algo mais — madeira, sangue seco, talvez perfume masculino. Ela caminhava devagar, mas firme. O salto ecoando no concreto. Não usava arma. Não precisava. Usava um vestido preto justo, gola alta, sem mangas. Batom vinho escuro. O cabelo preso, firme como o controle que dizia ter sobre si mesma. Mas ali… ali, nada era controle. Parou diante da porta de aço. Digitou a senha. Três números. Uma letra. Silêncio. A trava abriu. Um clique seco. Ela entrou. O ambiente era amplo, escuro, frio como um confessionário moderno. Havia apenas uma poltrona no centro e, sentado nela, ele. Maximiliano Villani Bitencourt. Sentado, de pernas cruzadas, jaleco branco aberto, abdômen exposto,com as mangas dobradas, como se o frio não ousasse tocá-lo. O cabelo estava mais comprido, com fios prateados nas têmporas. Mas os olhos... Aqueles olhos não tinham idade. Ele não sorriu ao vê-la. — Cinco anos, detetive — disse, com a voz baixa, grave, como se fosse pecado falar mais alto naquela sala. — Você demorou. Anjelina fechou a porta atrás de si. Encostou-se nela. — Não era pra eu vir. — Mas veio. Ela engoliu em seco. O olhar tentando manter firmeza, mas o corpo já reagia. O mamil0 enrijecendo. As pernas em alerta. — Você está diferente. Ela disse. — Não. Você é que passou a olhar direito. Max se levantou. Deu um passo em direção a ela. — Vim pra resolver — ela disse. — Isso precisa acabar. — Nada acaba. Só muda de nome. Ele estava à frente dela agora. A respiração dele invadindo o espaço entre os dois. E então ele falou, baixo, direto no ouvido: — Ainda sonha comigo, Anja? Comando: Se abra minha anja. — Ainda se toca pensando na forma como eu te prendi no espaldar da cama e sussurrei “g0za pra mim, detetive”? Ela fechou os olhos. Quis mentir. Não conseguiu. —Sim Max, sempre. Max encostou os dedos no pescoço dela. A pele arrepiou. — Você me odeia… mas veio. Não te odeio, é ciumes. — Vim... — ela abriu os olhos. — Porque alguém precisa te parar. — Então me para. Me prende. Me algema. Me fere. Ele abriu os braços. — Mas você sabe que no final... vai ser você quem vai g0zar primeiro. Anjelina tremia. Mas não era medo. Era memória. — Eu vi o que você fez com aquelas mulheres — ela disse, a voz falha. — Eu não toquei nenhuma delas sem consentimento. Elas tiraram a roupa pra mim. Imploraram por comando. — Isso não é cura, Max. É controle. —É cura com tesã0, não foi assim com você? Ele se aproximou ainda mais. Colou o corpo no dela. — Controle Anjelina, é o que você finge ter... enquanto esconde que treme quando ouve minha voz. Ele encostou a boca no pescoço dela. — Quer que eu pare? Ela não respondeu. Max levou a mão até o zíper do vestido dela. — Quer que eu pare, Anja? Ela sussurrou: — Não. O vestido desceu. Não havia lingerie. Ela não estava ali pra resistir. As mãos dele segurou os sei0s, enquanto sorria sacana a vendo se entregar. Sua mão segurou a garganta enquanto a outra invadiu a calcinha, entrando nela com dois dedos. — Como se chama isso detetive? Você ensopada, diz que não é por mim. Porque veio assim, sem calcinha? E não quer que eu f0da você? —Max… Anda, não aguento mais. Ele a soltou.— Não. Estou nesse lugar por sua causa. Me tire daqui. Eu te dou o que veio buscar. —Max… —comando: Se toque. Anjelina geme. Se tocando. —Max… entra em mim, por favor. Lágrimas caiam de seus olhos. —Você veio aqui pra quê? Confessa Anjelina. —Quero você só pra mim Max. Você não vai f0der outra mulher. —E eu sou o monstro? —Não, você é o assassino. Que eu amo, que quero pra mim. Só pra mim. Anjelina chora como uma menina que precisa de colo. —Então pra salvar mulheres Você me liberta. Pra f0der tem que ser só você? Ele a virou de costas. Empurrou com o corpo até ela tocar a parede fria. — Cinco anos sem me ver. E ainda assim, seu corpo me esperava. — Me f0de — ela disse. — Mas não me beija. — Por quê? — Porque beijo… é pacto. E eu não quero pacto com você. Você me ensinou isso. — Pena — ele disse. — Porque eu quero. Quero tudo detetive. Cada gota sua, de gemidos, de lágrimas. —Ah Caralh0! Você cheia sex0 minha Anja. Ele a penetrou ali mesmo. Forte. Cru. Sem carinho. As mãos espalmadas nos quadris dela, a respiração arfando, o som molhado, desesperado, obsceno. — Isso é errado — ela gemeu. — Isso… é errado… — Mas teu corpo que veio atrás. Vou ficar preso como seu brinquedo s****l Anja? Errado é vir aqui me deixar louco e ir embora sem g0zar. Ela chorava e g0zava ao mesmo tempo. Dor e prazer. Fúria e saudade. Max a virou, entrou novamente e a encostou de costas na parede. O rosto dela a centímetros do dele. — Então meu p4u agora tem dona, detetive? Sou só seu? Fala, caralh0. Só posso g0zar em você? — Me beija, p0rra — ela sussurrou. Ele não só beijou. Ele mordeu, com ódio, com fome, com a p0rra de uma saudade que só ele sabia o quanto doía. O beijo virou guerra. Línguas brigando. Ele levantou as pernas dela num impulso bruto. O corpo dela colou no dele como um vício antigo que o tempo nunca apagou. Ele a penetrou de novo, fundo, torto, como quem enfia culpa, raiva, amor e necessidade tudo de uma vez. — Tá tremendo? — ele rosnou, olhando pra a boca dela inchada. — Sabe por quê? Porque eu sou o único que te faz g0zar chorando. Ela gemeu alto, quase um grito abafado. —Sim, porque te amo, e você ama me ver assim, me humilhando pra você. Ele enfiava mais fundo. Cada estocada era um castigo. — Você acha que pode vir aqui, me provocar, me f0der com essa saudade e sair andando como se nada tivesse acontecido? — Ele mordeu o queixo dela, a mandíbula, o pescoço. — Fala! Fala que veio para me destruir e olha como está se abrindo toda pra mim. Se eu tenho que sofrer, vai sofrer comigo detetive. Ela chorava, mordendo o ombro dele pra não gritar. Ele cravou os dedos nas coxas dela, a apertando como se fosse quebrá-la ao meio. — Olha isso, Anja... Está tão… g0zada, molhada que está descendo pela minha perna. Ela tentava responder, mas só saía gemido. Ele encostou a testa na dela, respirando como um animal em cativeiro. — P0rra … você está me matando ficar sem você... — a voz falhou. — Eu me odeio por querer você assim. Ele saiu de dentro, de repente. Ela m*l conseguiu respirar. Quase caiu. — Vira. Agora. Ela virou. As mãos na parede, o corpo todo entregue, vulnerável. Max ajoelhou atrás dela, com uma pressa doente. Passou a língua por toda a extensão das coxas, depois subiu, sugando o g0zo, gemendo baixo, como se aquilo fosse droga. — Teu gosto... é a p0rra da minha recaída, detetive. Ela soluçava. Ele levantou. Passou o p4u. E sem aviso, entrou de novo com força suficiente pra fazer o corpo dela bater na parede. — Foi isso que você veio buscar, não é? Dor. G0zo. Eu. Ela arqueou as costas, gritando o nome dele com a voz falha. — Fala que é minha! Fala, caralh0! — Ele segurou o cabelo dela, puxando a cabeça pra trás, fazendo o pescoço dela esticar. — Sou sua... Max… tudo em mim é seu… p0rra, me arrebenta… me f0de até eu esquecer meu nome! Ele bateu mais forte. Mais fundo. A mão dele desceu pra frente, encontrou o clit0ris dela e começou a esfregar com força. — G0za de novo pra mim… como naquela noite... lembra? Quando eu te prendi, te amarrei… e você me implorou pra eu não parar? Ela explodiu, tremendo inteira, as pernas falhando. Ele a segurou, manteve dentro, forçando cada estocada até o próprio corpo dele perder o controle. — P0rra, p0rra, p0rra... Tô g0zando dentro de você... novamente Anja— ele gemeu, com a testa encostada nas costas dela, como se precisasse daquele contato pra continuar respirando. —Que saudade que eu estava disso Anja. Ele continuou dentro mesmo depois de g0zar. Só parou quando sentiu ela desabar no chão. Max a puxou pro colo. Suados. Machucados. Chorando. E ali, com ela tremendo nos braços dele, a cabeça caída no ombro, ele sussurrou, com uma voz que parecia mais um pedido de socorro: — Eu não sei te soltar, Anja... Eu não sei… Ela só chorou mais. E ele... odiou o mundo por amar tanto ela. Os lábios se encontraram. E o beijo foi tudo o que ambos haviam evitado por meia década. Saliva. Língua. Verdade. — Então me sente p0rra, gostosa do caralhooooo! Ah p0rra! Max gemeu com os olhos fechados. E quando abriu… tinha medo neles. — Você mudou tudo — ele disse. — E eu não sei se quero viver depois de você. Estou morrendo aqui sem você Anja. Anjelina, com a voz quase imperceptível: — Eu não vim te prender, Max. Eu vim me despedir. — Vai me matar? Aqui sem você? — Ainda não sei. Mas se eu for cair... vai ser dentro de você. — Então dessa vez não demora. Se vierem me buscar novamente… Eu não volto nem pra você. Silêncio. Ela vestiu o vestido de volta. Cruzou os braços. — Próxima vez que nos virmos… não vai ter beijo. — Então vai ter próxima vez detetive? Ou vai ser só na bala? — Não. Vai ser confissão. Ela saiu da sala. Sorrindo. E Max ficou parado, com o corpo ainda tremendo. Sozinho. Com a boca dela ainda nele. Com o g0zo dela nas mãos. E com a certeza de que, pela primeira vez… Ele não tinha mais o controle.

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