CAPÍTULO 13 Porque toda mente virgem… espera por um comando. O celular vibrava sobre o criado-mudo. Max acordou devagar, o corpo ainda mole da madrugada anterior, mas a mente... afiada como uma lâmina recém-amolada. Os lençóis ainda carregavam o cheiro de sex0, de suor, de culpa e de poder. A respiração dele era lenta, mas o olhar… já assassino. Sentou-se na cama. Passou a mão pelos cabelos bagunçados. Discou. — Matheus? — Fala, mano. — Preciso de uma secretária. — Alguma exigência... ou posso me divertir com os currículos? — Nova, mas eficiente. Linda, mas não vulgar. Quero potencial... mas com inocência suficiente pra eu destruir aos poucos. Quero olhar pra ela e enxergar espaço pra criar... e pra corromper. — P0rra, mano... tá inspirado hoje. — Matheus riu. — Te mando em uma

