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1881 Palavras

POUCO TEMPO DEPOIS… A igreja ordenara que Lisbeth rezasse, ela rezou. A igreja ordenara que Lisbeth fosse aos compromissos de domingo, ela foi. A igreja ordenara que Lisbeth se confessasse, ela o fez. Temeu a jovem moça que tudo o que vivera no topo daquelas montanhas fosse uma loucura, uma alucinação. Mas não, ela sabia o que lhe era real e o que não lhe era. Lisbeth também entendia que a igreja não descansará até dar ao povo o que eles pediam, mais morte. Ela sabia que seus dias estavam contados. Não importa os fatos, as pessoas precisam apenas de um pouco de chamas para acalmar o inferno de suas vidas, mesmo que isso custe outras pessoas. — Arhhhh! — berrou Lisbeth quando se segurou nas correntes em seu pulso ao receber mais um açoite. Era fato que Lisbeth sabia o quanto a igreja

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