conjunto rosa bebê da Lululemon, meu tênis branco da Nike — imaculado, óbvio — e minha Stanley rosa com canudinho que é praticamente uma extensão da minha mão. Desci pro carro ouvindo Ludmilla no último volume, com o óculos espelhado no rosto e aquele arzinho de quem tá no controle da própria vida. Mentira. Tava tudo uma bagunça dentro da minha cabeça. Mas quem precisa saber, né? Entrei no meu Corolla Cross branco — meu xodó — e fui direto pra Stronger, a academia onde dou aula. Cheguei, estacionei na vaga de sempre, desci com minha cara de “bom dia pra quem?” e já fui cumprimentada por metade dos marmanjos da musculação. — Bom dia, professora Amandaaaa — eles falam cantando, como sempre. — Bom dia, time de falsos! Vamos treinar ou só ficar olhando o relógio? Já chego mandando. Porq

