Zangado narrando Três dias. Três malditos dias falando sozinho no i********: daquela filha da p**a. Eu já perdi as contas de quantas vezes eu bloqueei e desbloqueei ela nessa p***a. Parecia doente. Parecia o****o. Um bagulho que eu sempre jurei que nunca ia ser: dependente de mulher. Mas essa desgraçada… Essa maldita Monique… Ela me virou do avesso. — c*****o, Diego, que p***a tu virou, irmão — falei pra mim mesmo, sentado na beira da cama, o rádio chiando no fundo e o baseado apagado na mão. Já comi uma pá de filha da p**a nesses três dias. Vagabunda, p*****a, novinha… de tudo que é tipo. Só pra descarregar o saco latejando de saudade dela. Só pra tentar esquecer o gosto daquela boca maldita, o cheiro daquela pele de farda que ficou impregnado até na minha alma. Meti de todo jeit

