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1102 Palavras

Zangado narrando Entrei na casa dela e foi como se o mundo lá fora tivesse desaparecido. O cheiro dela tava em tudo. No sofá, nas paredes, na p***a do chão. Era um perfume misturado com suor, com pólvora, com pecado. Um cheiro que eu reconheceria até de olhos vendados. Fechei a porta atrás de mim com cuidado, cada músculo do meu corpo tenso, preparado pra qualquer merda. Mas ali… era o território dela. Fui andando devagar pela sala. Tinha uns quadros simples na parede, umas fotos em preto e branco. Tudo organizado, tudo no lugar. A Monique era f**a até nisso. Casa limpa, cheirosa, arrumada, igualzinho ela. Passei a mão pela estante. Um monte de livro de tática militar, segurança, estratégia de guerra. — p***a, caveirinha aplicada, hein? — murmurei, um sorriso torto escapando. Fui

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