Any: O que foi? – ofegante. – Pode tirar isso? – apontando a bermuda enquanto roía a unha.
Josh: Tem certeza? – sorrindo. Ela assentiu. – Eu estou sem cueca. – advertiu e ela mordeu o lábio.
Any: Pode ser rápido? – ele riu e tirou a cueca, revelando seu m****o.
Josh: Vai me ajudar? – disse sorrindo.
Ela assentiu, ele pegou a mão dela e a levou até seu m****o, ela apertou fazendo-o gemer.
Any: Assim está bom? – sorriu enquanto fazia um vai e vem, sentindo o pênis dele endurecer na sua mão.
Ele assentiu com a cabeça. Ela sempre teve curiosidade em pegar nos testículos. Levou a mão até os testículos dele e começou a massagear, eram moles e bem gostosinhos de pegar.
Josh: Você está me provocando... – ele disse entredentes.
Any: Dói?
Josh: Não, mas me enlouquece. – ele disse a trazendo mais para perto. – Vem aqui. – ele a deixou de joelhos e levou a mão até o meio das pernas dela, acariciando-a por cima da calcinha.
Any gemeu enquanto tirava a calcinha com a ajuda dele. Ele a jogou longe e a fez ficar com as pernas ao redor de seu corpo. Tirou a blusa dela e encaminhou seu m****o até a i********e de Any.
Any: Eu vou ficar por cima? – murmurou com a voz falha, ele assentiu. – Eu não sei Josh.
Josh: Senta... – ele pediu. – Eu vou te ajudar.
Ela sentou por fim, fazendo o m****o dele entrar dentro dela por inteiro. Ele mordeu o lábio com força enquanto a ajudava com o movimento, ela começou desajeitadamente e ele apenas a ajudava com o ritmo.
Josh: Assim meu amor... – disse extasiado.
Any: Ah... – mordendo o lábio.
Começou a cavalgar com mais pressa, passou os braços pelo pescoço dele e fechou os olhos, sentindo seu corpo inteiro incendiar de t***o.
Any: Meu amor...
Joshua apertou a cintura dela com uma mão e com a outra acariciava os s***s fartos de Any, levou o direito a boca enquanto ela se movimentava com força. Ela sentia o m****o dele chegar fundo em sua i********e, parecia que ele entrava ainda mais com aquela posição fazendo-a sentir uma leve dor, mas nada comparado ao prazer.
Encostou sua testa na testa dele enquanto gemia alto, rezava que ninguém estivesse lá fora, caso contrário estaria ouvindo tudo. Ele a beijou com brutalidade enquanto apertava o bumbum dela forte. Sentiu que ela estava ficando cansada e a deitou na cama sem sair de dentro dela.
Recomeçou os movimentos fazendo-a gritar enquanto arranhava as costas dele. Ele sentiu a i********e dela contrair, ela iria gozar. Passou o polegar no c******s sem parar de estocá-la fazendo a cacheada rolar os olhos, o orgasmo foi incrível, ele gozou logo em seguida.
Eles sorriram cansados e ele saiu de dentro dela, deitando ao seu lado e trazendo-a para o peito dele.
Any: Atrapalhei o seu jogo. – pôs a mão no rosto. Ouvia o coração dele bater forte.
Josh: Eu posso viver com isso. – disse dando um beijo na testa dele. – Você me impressionou.
Any: Eu fui muito atirada não é? – ela suspirou, não sabia ser sensual mesmo.
Josh: Não é isso princesa. – ele consertou. – Quis dizer que não esperava que você tomasse iniciativa, sempre sou eu quem tomo.
Any sorriu e lhe deu outro beijo, dessa vez calmo, sem nenhuma malícia. Depois apenas ficaram abraçados, logo pegaram no sono.
Algumas horas depois, Any acorda e olha para o lado, Josh dormia tranquilamente, se levantou nua e vestiu sua calcinha, depois foi até sua blusa e a vestiu. Olhou no relógio e viu que eram onze da noite, tinham dormido demais.
Any: Josh. – ela disse mexendo ele. Joshua se mexeu um pouco e depois acordou. – Acorda, já são onze horas, tempos que ir embora.
Josh: Já? – arregalou os olhos e vestiu sua cueca apressado, ela assentiu. – Já está pronta?
Any: Sim, eu vou tomar banho na minha casa, aí aproveito pra vestir uma roupa limpa e minha. – disse debochada.
Josh: Engraçadinha. – sorriu. – Eu já volto.
Foi até a casa grande, conversou com os empregados e pegou algumas coisas que sua mãe tinha pedido para que levasse pra ela. Depois voltou e Any estava bebendo um suco.
Josh: Vamos neném? – ela assentiu e os dois fecharam a cabana e entraram no carro.
A viagem de volta foi tranquila, Any não sentiu nenhuma náusea e adormeceu na metade do caminho. Três horas depois eles chegaram à capital, Joshua dirigiu até a mansão Soares e acordou Any.
Josh: Amor. – ele disse dando um selinho nela. Any acordou sentindo uma leve dor nas costas. – Chegamos à sua casa.
Any estava bêbada de sono e se virou para dormir novamente, ele sorriu e saiu do carro. Andou até a portaria e chamou um segurança para abrir a porta da casa para que eles entrassem, o segurança o acompanhou e ele pegou Any e entrou, a casa estava adormecida, tudo em silêncio.
Subiu as escadas e caminhou até o quarto de Any, achava o quarto dela encantador, era roxo com branco, quem olhasse jurava que uma menina de dez anos dormia ali. A arrumou na cama e ligou o ar condicionado no médio, para que não gelasse tanto, daqui a pouco ele sabia que ela iria acordar pra comer e arrumava do jeito que ela achasse melhor.
Josh: Boa noite amor. – deu um selinho nos lábios adormecidos e depois saiu.
Caminhou pelo corredor e viu uma porta com uma plaquinha de madeira escrito: aqui dormirá um anjinho, não resistiu e abriu a porta. Sorriu ao ver que estava tudo pronto para a chegada da sua filha. Era tudo tão lindo, tinha um bercinho, uma cômoda que ia quase pela parede inteira, uma prateleira enorme com vários bichinhos de pelúcia que ele reconheceu vários, pois ele mesmo tinha comprado, tinha muitos brinquedinhos e uma poltrona provavelmente de amamentação.
Ele ficou um tempinho ali observando e admirando e depois foi embora, decidiu que também dormiria em casa.
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No dia seguinte, Any regressou com o motorista da família, entrou tranquilamente, pois ainda era cedo e foi para seu quarto, encontrou as amigas alvoroçadas se arrumando.
Sabina: Any! – foi até lá e a abraçou. – Que saudades amiga! – sorriu.
Sina e Melissa fizeram o mesmo e Any riu, enquanto sentava.
Any: Relaxem meninas. – suspirou. – Está tudo muito bem e vocês?
Sabina: Na mesma. – disse trancando a porta. – Agora conta tudo! – disse batendo palminhas.
Any: Contar o que? – disse coçando a nuca. – Não tem nada demais para contar. – sorriu falsamente.
Sina: Nem vem Any! – sentou-se ao lado dela. – Você ficou TODO o fim de semana sozinha com o Josh!
Any: E o que tem? – desconversando.
Melissa: E o que tem que queremos saber! – rolou os olhos, ansiosa.
Any: Meninas, a gente tem aula e vocês ainda tem que tomar café, depois nós falamos sobre esse assunto.
Sina: A primeira aula é de interpretação, não é tão importante, a gente pode matar!
Any: Não mesmo, eu não posso matar, já faltei aula na sexta e matar mais uma aula não. – Sabina a interrompeu.
Sabina: Se não nos contar, não vamos contar uma coisa que descobrimos do Sampaio que vai lhe interessar muito saber.
Any parou de tagarelar e a encarou, curiosa. Sabina e Sina sorriram, é claro que contariam pra Any de um jeito ou de outro, mas nada como uma troca de informações.
Any: O que é? – murmurou com sua curiosidade aguçada.
Melissa: Também quero saber. – disse olhando Sina e Sabina. – Não fiquei sabendo disso aí.
Sabina: Só vamos contar se a Any contar o que aconteceu na fazenda, caso contrario nada feito. – cruzou os braços e sentou em sua cama. – Então, vai contar ou não?
Any estava muito curiosa, o que será que elas tinham para lhe dizer a respeito de Pedro? Será que ele estava bravo por ela não ter ido com ele ao aniversário? Sentia-se de certa forma m*l por saber que tinha o deixado plantado.
Any: Tudo bem, eu conto. – ela sorriu de leve. – Acontece que o Josh me raptou enquanto eu estava dormindo e me levou para a fazenda da família dele, passamos o fim de semana no chalé e...
Sabina: NO CHALÉ? – berrou. – Os dois sozinhos? – arregalou os olhos.
Sina: Ui, pelo jeito alguém teve um fim de semana e tanto. – assoviou e Any riu. – Conta, vocês dois...?
Any: Ai meninas. – ela cobriu o rosto.
Sabina: Ficou com vergonha. – olhando-a com um olhar safado. – Então significa que aconteceu alguma coisa, conta logo o que aconteceu!
Any: A gente se entendeu... – mordeu o lábio. – Nos entendemos. – sorriu e viu que as amigas ainda a encaravam esperando. – Tudo bem, nós ficamos.
Sina: Ficaram? – com os olhinhos brilhando. – Que bom amiga!
Sabina: E rolou aquilo lá? – piscou.
Any: Sabina! – murmurou vermelha.
Sabina: Conta logo Any! Nós sabemos que rolou! Anda logo!
Any: É, rolou sim... – deu um sorrisinho. As meninas deram um gritinho estridente. – Mas shii! – colocou o dedo nos lábios. – Não contem pra ninguém. – pediu receosa.
Sina: Claro que não vamos contar pra ninguém amiga. – sorriu. – Mas e você, gostou?
Any: Sim, foi maravilhoso. – disse relembrando. – Ele foi muito carinhoso e paciente comigo. – mordeu o lábio.
Sabina: Quantas vezes?
Any: Duas, no começo eu não queria, mas acabei não resistindo e rolou, na segunda vez eu que tomei iniciativa. – colocando um travesseiro no rosto.
As amigas se espantaram.
Sabina: É sério? – rindo, Any assentiu ainda com a cara coberta. – Nossa, eu pagaria o que fosse pra ver!
Any: Para de rir Sabina! – ruborizando e tirando o travesseiro da cara.
Sabina: Você fez muito certo! – deu um pedala nela. – E eu tenho certeza que o Beauchamp fez o serviço legal, aquele ali deve ser tudo de bom na cama, só de pensar sinto t***o. – com uma cara pervertida.
Any: Você é louca Sabina. – riu. – Mas é verdade, ele me faz sentir coisas maravilhosas quando a gente faz amor, não sei explicar.
Melissa: Ai só eu que continuo virgem e sozinha. – disse triste. – Vocês falando sobre esses assuntos eu boio legal.
Sina: Não fica assim flor, logo você vai arrumar um carinha especial que te mereça. – piscou abraçando Melissa de lado.
Melissa: Será? – disse desanimada. – Eu já tenho vinte e um anos e ainda sou virgem. Acho que ninguém quer ficar com uma gorda. Qualquer dia eu vou atrás de um garoto de programa que faça o favor de me comer.
Sabina riu e Melissa lhe deu um pedala.
Any: Não fala assim amiga. – acariciou os cabelos da gordinha. – Sexo você tem que fazer com uma pessoa especial, alguém que você ame muito e que te ame também, você ainda não encontrou esse alguém, mas tudo tem seu tempo. Pode ter certeza que você vai achar o seu amor. – disse abrindo um sorriso. – E ele será sob medida pra você, do jeitinho que você sempre sonhou.
Melissa: Você acha mesmo? – mordeu o lábio com certo receio.
Any: É claro que sim, olha a Sabina, ainda não achou o príncipe, mas nem por isso se abala.
Melissa fez cara de choro e Sina e Sabina riram maliciosas.
Any: O que foi? – perguntou confusa.
Melissa: Até a Sabina já tem alguém! – com bico. – Eu sou a única encalhada. – cruzou os braços.
Any: Você está namorando quem? – olhou a morena com os olhos arregalados.
Sabina: Namorando não, ficando! – corrigiu com um sorriso. – Estou dando uns pegas no Bailey. – deu de ombros e Any se espantou.
Any: Não. – pôs a mão na boca. – Você e o Bailey? – Sabina assentiu. – OMG! – deu um grito.
Sabina: Mas não vou criar expectativas, nem ter nada de mais com ele não, viu dona Melissa? – enfatizou. – Aquilo ali não nasceu pra ter namorada não, ele é de todas.
Any: Não esperava que chegassem a ficar um dia. – disse com um sorriso. – Estou feliz por você, o Bailey é bem legal.
Sina: E eu também não tenho ninguém não. – lembrou, olhando as unhas. – Estamos no mesmo barco amiga. – piscou para Melissa.
Melissa: Mas você não tem por que não quer, é só estalar os dedos que mil caras vêm correndo, inclusive, eu sou a única virgem daqui.
Any: Ah gente, não vamos mais falar sobre isso sim? – as três assentiram. – Ninguém aqui é encalhada! Onde já se viu uma pessoa encalhada aos vinte e um? Aos vinte, o que seja! Vocês são solteiras em busca de um amor. Encalhada é minha tia Felícia, que tem quase cinquenta anos e nunca deu um beijinho que seja, aquilo ali sim é encalhada.
Sabina: E ela ainda é o orgulho da sua avó! – rindo deitada.
Any: Pois é. – negou com a cabeça. – Enfim, o que vocês iam me falar do Pedro?
Sabina parou de rir e encarou Sina, a loira engoliu o seco e ficou nervosa, não sabia como Any iria reagir, pois confiava muito em Pedro.
Melissa: Ah é, eu também quero saber. – curiosa.
Sabina: Conta você Sina! – olhando Sina de r**o de olho.
Sina: Tudo bem. – respirou fundo. – Any, o Josh te disse que o Pedro estava te enganando não é? A respeito da casa de campo e tal. – Any assentiu. – No sábado, eu e a Sabina estávamos na piscina e o André chegou, nós fomos até lá dar os parabéns e... – encarou Sabina que apenas deu de ombros como se dissesse que era pra ela se virar.
Any: Fala logo Sina! – impaciente.
Sina: O diretor falou que não era aniversário dele e que não existia nenhuma festa em casa de campo. – Any arregalou os olhos, sentindo sua boca secar. – O Pedro ia te levar para uma trilha com os amigos dele.
Any: Mas... – pôs a mão na boca, estava chocada demais pra falar. Quer dizer que realmente Pedro não ia leva-la pra casa de campo e ainda por cima mentiu a respeito do aniversário do diretor? – Por que ele faria isso? – murmurou. – Por que ele mentiu? – perguntou tristemente.
Pedro era igual a todos, não sabia se ficava triste em saber que ele não passava de um mentiroso, ou se ficava feliz por não ter ido.
Sabina: O Beauchamp estava falando a verdade. – assentiu.
Any também assentiu se sentindo m*l por tê-lo chamado de mentiroso e doente. Ele estava falando a verdade mesmo.
Any: Ele me salvou. – sorriu de leve. – Com certeza o Pedro iria fazer o que ele disse, iria me seduzir... – sussurrou.
Sina: Ainda bem que ele te levou para a fazenda, mesmo a força não é?