O PORTO DE NICE

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O sol nasceu sobre a Riviera Francesa não com o calor acolhedor que os turistas buscavam, mas com uma claridade gélida e impiedosa que iluminava as cicatrizes deixadas pela noite anterior. No chalé de pedra, o fogo da lareira reduzira-se a brasas pulsantes, um reflexo do cansaço que pesava sobre os ombros de Zion e Maya. Eles haviam encontrado um santuário temporário na carne um do outro, mas o mundo lá fora continuava a girar em torno da destruição de seus nomes. Zion foi o primeiro a se mover. Ele se levantou com a agilidade de um predador, observando Maya dormir por alguns segundos. A pele dela, ainda marcada pelo rubor da paixão e pelas mãos dele, contrastava com a dureza do ambiente. Ele a cobriu suavemente e caminhou até o laptop que Julian Varga lhe entregara. O upload para o servi

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