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Grávida do Homem que me Destruiu

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Sinopse

Valentina Azevedo sempre soube quem destruiu sua família.

Há dez anos, uma operação financeira autorizada por Dante Valençor levou à ruína Eduardo Azevedo, antigo sócio minoritário do poderoso Grupo Valençor Global. A empresa sobreviveu. O pai de Valentina não.

Enquanto credores batiam à porta da pequena casa na Mooca, Valentina passava noites em claro diante de um computador antigo, falsificando relatórios e manipulando documentos para proteger o único homem que ainda lhe restava.

Ela jurou que um dia pisaria no coração daquele império.

E destruiria Dante Valençor de dentro.

Aos trinta anos, Valentina finalmente invade o 42º andar da Faria Lima como a nova Diretora Jurídica do Grupo Valençor Global.

Sua missão é simples: limpar escândalos corporativos, ganhar a confiança do conselho e, no momento certo, expor a verdade que pode derrubar o herdeiro mais poderoso do mercado financeiro.

Mas Dubai muda tudo.

Durante uma negociação bilionária no luxuoso Burj Al Arab, uma discussão explosiva entre Valentina e Dante termina longe das câmeras, dentro da suíte presidencial do hotel.

A tensão vira desejo.

Uma única noite.

Nenhuma promessa.

Nenhum amanhã.

Semanas depois, duas linhas rosas em um teste de farmácia mudam tudo.

Valentina descobre que está grávida.

Antes mesmo que ela consiga decidir o que fazer, a notícia explode na mídia financeira:

“Diretora Jurídica do Grupo Valençor está grávida do COO — ações despencam 8%”.

O escândalo ameaça bilhões em investimentos.

Pressionado pelo conselho, Dante exige respostas.

Otávio Valençor, o patriarca do império, usa documentos falsificados do passado de Valentina como arma de chantagem.

E Isabelle Valençor, a jovem madrasta da família, observa tudo com um sorriso enigmático.

Quando Valentina descobre que seu frasco de anticoncepcional foi sabotado, uma pergunta se torna impossível de ignorar:

Essa gravidez foi realmente um acidente?

Para evitar um colapso no mercado, o Conselho de Administração impõe uma solução brutal: Dante e Valentina devem manter a aparência de um casal perfeito diante da imprensa.

Jantares em restaurantes Michelin.

Fotos sorridentes em eventos de gala.

Braços dados diante das câmeras.

Mas, nos bastidores, a guerra entre eles só cresce.

Dante acredita que Valentina vazou a gravidez para manipular o mercado.

Valentina começa a suspeitar que Dante pode saber muito mais sobre a queda de seu pai do que jamais admitiu.

Enquanto isso, viagens corporativas pelo mundo alimentam a tensão entre os dois.

Londres tenta salvar investidores furiosos.

Uma fazenda isolada em Minas revela os segredos mais sombrios de Dante.

Zurique expõe bancos que começam a cortar crédito do império Valençor.

Até que uma tempestade muda tudo.

Durante um voo de helicóptero sobre as montanhas de Minas Gerais, a aeronave sofre uma pane violenta.

Valentina perde a consciência.

E, pela primeira vez, sem câmeras ou testemunhas, Dante Valençor entra em pânico.

O homem conhecido por controlar impérios descobre que não consegue controlar o medo de perdê-la.

Agora, segredos antigos começam a emergir.

Quem realmente manipulou a gravidez?

O que Otávio Valençor esconde sobre a queda de Eduardo Azevedo?

E quando a verdade finalmente vier à tona, Dante terá que escolher:

Salvar o império que construiu…

ou proteger a mulher que jurou destruí-lo.

Porque Valentina Azevedo também terá que tomar uma decisão.

Seguir com a vingança que planejou por dez anos…

ou proteger o filho do homem que arruinou sua família.

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Capítulo 1: A Noite que Mudou Tudo
Dubai brilhava como um diamante falso sob o sol escaldante, mas dentro daquela sala de negociações climatizada até o osso, o ar estava pegando fogo. Eu, Valentina Azevedo, encarei Dante Valençor do outro lado da mesa de mármore, meus saltos fincados no tapete persa como se fossem âncoras. Ele sorria — aquele sorriso de tubarão que dizia "eu sempre venço" —, enquanto seus executivos árabes observavam, tensos. "Você está sabotando o acordo de propósito, Valençor", rosnei, batendo o contrato na mesa. "Se acha que vai me dobrar com essa palhaçada de cláusulas ocultas, está enganado." Ele se inclinou para frente, os olhos escuros devorando os meus. "Sabotando? Eu chamo de estratégia, doutora. Mas se quer brincar de durona... vamos ver até onde aguenta." A reunião desmoronou em caos. Gritos em três idiomas, papéis voando. Eu defendi o Grupo Valençor com unhas e dentes — afinal, era meu emprego, minha carreira no conglomerado bilionário que me tirou das favelas de São Paulo e me jogou no topo do mundo. Dante, o COO playboy, herdeiro de sangue quente, só ria. Filho da p**a. Horas depois, no rooftop do Burj Al Arab, o champanhe fluía como veneno doce. A celebração "pós-negociação" era obrigatória: investidores felizes, taças tilintando sob as estrelas do deserto. Eu evitei Dante o máximo que pude, mas o destino — ou o álcool — tinha outros planos. "Um brinde à minha vitória iminente", ele disse, aparecendo ao meu lado com uma flauta borbulhante. Seu smoking abraçava o corpo atlético como uma segunda pele, e o perfume amadeirado invadiu meu espaço. "Vitória? O acordo ainda não foi assinado, arrogante", retruquei, virando o rosto. Mas meus olhos traíram, descendo pelo seu peito. Ele riu baixo, o som vibrando no meu estômago. "Você me odeia tanto quanto eu te desejo, Valentina. Admite." Provocações viraram toques acidentais: sua mão na minha lombar guiando-me pela multidão, meu joelho roçando sua coxa na mesa. O champanhe queimava na garganta, afogando o bom senso. Antes que eu percebesse, estávamos sozinhos no elevador privativo, subindo para a suíte presidencial. Seus lábios colidiram nos meus com fúria. "Você me odeia tanto quanto eu te desejo", murmurou ele, as mãos possessivas na minha cintura, erguendo meu vestido de seda. Eu o empurrei contra a parede de ouro, raiva e luxúria se misturando. "Cala a boca e me prove o contrário." A noite se dissolveu em flashes: lençóis de seda rasgando, gemidos abafados ecoando no quarto com vista para o Golfo Pérsico, corpos entrelaçados em uma guerra que nenhum de nós esperava perder. Suas mãos marcavam minha pele como ferro em brasa, e eu arranhei suas costas respondendo na mesma moeda. Era ódio puro, transformado em algo selvagem e inevitável. Acordei sozinha na suíte, com ressaca latejando nas têmporas e um vazio no peito. O sol poente tingia o quarto de laranja. Onde diabos estava Dante? Uma nota na mesa de cabeceira: "Obrigado pela noite, advogada. Volte ao trabalho." Assinada com suas iniciais pretensiosas. Filho da p**a. Vesti-me às pressas, peguei meu voo de volta a São Paulo e enterrei a memória. Trabalho primeiro. Sempre. Três semanas depois, São Paulo. O banheiro da minha cobertura minimalista no Itaim cheirava a náusea e desespero. O teste de farmácia tremia na minha mão, as duas linhas azuis gritando como sirenes. Grávida. Do homem que me destruiria. Meu estômago revirou — de novo. As últimas semanas foram um inferno: enjoos matinais que eu atribuía ao jet lag, s***s doloridos que ignorei. Mas agora? Impossível. Eu tomava pílula religiosamente. Sempre. Sentei no chão frio de mármore, o celular piscando com e-mails do escritório. O Grupo Valençor Global: 500 bilhões em ativos, disputas familiares que fariam Shakespeare corar, e eu no epicentro como advogada corporativa sênior. Um escândalo assim? Acabaria comigo. E com ele. Dante Valençor, o bilionário intocável. Herdeiro do trono, mas cercado de cobras — incluindo aquela víbora da madrasta dele, Viviane, que orquestrava tudo das sombras. Se isso vazasse... adeus reputação, adeus carreira. Respirei fundo e disquei o número dela. Dra. Carla, minha ginecologista de confiança. "Valentina? Tudo bem?" "Preciso de um teste de sangue. Confirmatório. Agora." Duas horas depois, no consultório discreto em Pinheiros, o veredito caiu como um raio: positivo. 100%. Seis semanas. "Qualquer suspeita de paternidade?", perguntou ela, gentil. Suspirei. "Um erro de uma noite. Em Dubai." Ela assentiu, sem julgamentos. "Cuide-se. Marque o pré-natal." Voltei para casa em piloto automático, o trânsito caótico de São Paulo um borrão. Meu apartamento — troféu da minha ascensão meteórica — de repente parecia uma prisão. Liguei para minha melhor amiga, Sofia, mas desliguei antes de tocar. Não. Eu resolveria isso sozinha. Primeiro, confrontar o canalha? Ou abortar o plano e seguir em frente? O interfone tocou. "Sra. Azevedo? Um mensageiro. Envelope urgente do escritório." Meu coração disparou. Assinei, rasguei o papel lacrado. Dentro, um convite dourado: Reunião de emergência do conselho. Amanhã, 8h. Assinado: Dante Valençor, COO. Ele sabia? Impossível. Abri o bilhete anexado: "Volte ao trabalho, advogada. Temos assuntos pendentes." Merda. Fim do Capítulo 1

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