De volta ao fundo do mar

1045 Palavras
Fui até o dormitório subaquático, para me preparar para minha próxima aula. Ao chegar lá encontro Ariel e a outra menina que me faz lembrar da Barbie. Ela estão conversando e ao me ver me inclui na conversa. Mas quem fala comigo é Ariel, ela diz: - Depois de aprendermos tudo o que pudermos ou não, na próxima lua cheia haverá, uma competição entre os alunos que é para qualificar os alunos. O primeiro desafio será nadar o mais rápido possível. Somos 16 alunos os oito primeiros que chegar passa para a segunda etapa e os demais retornaram a suas casas para repetir no próximo semestre. A segunda etapa é escolhido no dia e última, será um combate entre os dois primeiros, quem ganhar se forma e o prêmio é um anel? feito da pérola da ostra mais antiga dos oceanos. Ele tem o poder de dar pernas as sereias e tritoes no mundo humano e nos protege do contato com a água. Caso caia água em nós, não nos transformamos em sereias na frente dos outros. Isso só será possível se entrarmos em qualquer, mar ou piscina e desejarmos em voz alta ter caldas. O sinal toca para dar início às aulas teóricas no reino aquático, a tarde teremos a prática. Fomos a aula e mesmo cansada me esforcei para me manter acordada e atenta durante às aulas. A aula foi sobre animais de poder, ela disse que assim como no mundo terrestre existe animais, determinados a unir suas forças conosco isso, acontecia no mundo aquático e isso ia da escolha do animal. Ela continua: Não se sabe ao certo com essa escolha é feita só que ela pode sim acontecer. Ela fala me olhando, mas não diz nada sobre eu ter o desenhado nas minhas costas asas de uma Águia. Mas alguém da sala faz o comentário uma garota, que sempre me olhou f**o por conta de um dos irmãos gêmeos da minha amiga sereia. O que desde minha primeira vez em uma aula aquática, vive me passando umas cantadas. Ele é muito gato, para ser um peixe, mas meu coração já tem dono. A professora continua: Depois da prova teórica que será amanhã, teremos uma competição, vocês iram formar um, grupo com quatro pessoas, assim que ela disse isso o tritão gato se aproximou de mim e pondo um dos seus braços, ao redor de meu pescoço e puxando sua irmã que puxava Ariel também. Ele fez isso para que todos pudessem, ver que já havia um grupo formado. Naquela mesma aula todos já estavam em um grupo, então, são quatro grupos com quatro pessoas em cada um. Daí voltamos todos para os dormitórios e me lembrei que em menos de uma hora teria treinamento com o Silfo. Sai nadando a velocidade da luz para chegar no local onde eu havia deixado roupas e tolha para mim. Saiu da água e me seco, pelo reflexo da água vejo uma tatuagem de asas na minhas costas, o qual não, aparecia quando estava dentro da água. Termino de me vestir ergo os braços para cima, e minhas asas aparecem, suspiro de alívio e saudades dela. Levanto voo e vou em direção ao meu treinamento naquela tarde ao ver Silfos ele me olha sorrindo e diz: seu treinamento consistirá em ganhar de mim em uma corrida aérea. Quero estudar sua velocidade no voo. Olho pra ele sorrindo e digo: Isso será bem divertido, mas antes de começar, poderia me tirar uma dúvida? Silfos me olha e diz: Claro, pergunte! Por que quando estou dentro mar a tatuagem de asas nas minhas costas desaparecem? Ele rir e diz: Ah, é isso? Bem é porque suas asas representa o ar e à água não é o elemento de suas asas. A água em contato com as asas faz com que elas se tornem mais pesadas. Se o animal elementar que te escolheu não esconder as asas dentro de você mesmo, você não iria conseguir nem nadar quanto mais voar. Olho para ele, mostrando que entendi e pergunto: E essa corrida aérea quando vai começar? Agora! diz ele voando rápido. E voo em sua direita, tentando ganhar velocidade, que consegui em, pouco tempo e já estava passando dele. Ao chegar ao ponto que ele determinou que seria o fim da corrida. Paro olho para ele rindo e digo quando ele chega perto de mim: Já chegou, vovô? Ao ouvir isso ele cai na risada e eu também, fomos, até o topo de uma montanha para admirar o pôr do sol. Ao olhar para o sol me bateu uma nostalgia, como se sentisse saudades de algo. Só não entendia de que, até que uma lágrima cai dos meus olhos sem que eu quisesse. Silfos me olha e passa o dedo na lágrima tirando ela dali e me abraça. Silfos você dorme a onde? Aqui nesse topo de montanha. Então posso ficar com você aqui hoje? Amanhã terei uma prova teórica lá no fundo do mar e não posso voltar para o alojamento do acampamento se não, terei que me explicar com as meninas do dormitório o porque ando tão sumida. E pelo o que entendi, não posso deixar ninguém saber que tenho afinidade com um segundo elemento. Ele se levanta e eu pergunto: Para onde você vai? Ele diz: Pegar lenha para fazer uma fogueira, a noite aqui faz muito frio. Ele sai e me deixa admirando aquela paisagem, ao voltar ele trás consigo lenha e alguns peixes. Ele põe as madeiras todas juntas e eu vou ajudá-lo a limpar os peixes, mas quando chego perto os peixes já estavam limpos. Vi minha sombra se projetar na frente, olhei para trás e me deparei com uma enorme lua brilhante, voltei para o topo da montanha e fiquei admirando aquela lua, que fez a nostalgia voltar. Dessa vez fiquei apenas sentada observando a lua ir para o seu lugar. E tive uma sensação de ouvir uma voz feminina vinda da lua: minha doce e amada filha. Olhei para Silfos que já tinha acendido a fogueira e posto os peixes para assar, olho para ele e pergunto, você ouviu? O que? Ele pergunta. Nada não, deixa pra lá. Pensei comigo mesma se ele, não ouviu deve ser coisa da minha cabeça.
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