SOPHIE Estava de frente para a casa do senhor Min novamente. Mesmo que sua filha não me quisesse como professora e fosse rude , eu iria fazer meu trabalho. Não iria recuar nem permitir que nenhum problema me fizesse voltar para Los Angeles novamente. Mark … Aquele nome ressoava como um trovão em minha mente , anunciando uma tempestade que eu deixei para trás, trazendo comigo apenas o caos e a destruição. Só de pensar na possibilidade, por mais mínima que fosse, de estar no mesmo país que aquele homem, sentia meu corpo inteiro arrepiar, o medo tomando conta de mim. "Respire... ele jamais vai encontrá-la..." dizia para mim mesma, como um mantra para me livrar do desespero. "Ele não pode achá-la... não pode..." repetia baixinho, apertando a alça da bolsa. BIIIIIIIPPPPPPP! O som alto

