POV Camila
" Vitima dos próprios desejos, submissa dos próprios prazeres..."
E aqui estava eu, deitada naquela cama de quatro seguindo todas as ordens de um homem que eu conhecia tinha poucas horas, vivendo um mundo que eu não conhecia quando acordei hoje pela manhã, como pode tudo isso estar acontecendo tão rápido e eu não podia negar que estava gostando, eu estava amando na verdade, eu estava fervendo de desejo, minha b****a estava encharcada.
Antony ficou na minha frente, seu rosto era inelegível para mim ainda mas seus olhos verdes estavam escuros demostrando o quando ele estava e******o, eu não senti seu m****o duro no meu corpo enquanto a gente se beijava mas agora eu via que ele estava e******o meu sinal pra continuar deixou ele assim, seu p*u marcava sua calça e eu devo dizer que não era nada pequeno.
Ele juntou minhas mãos na minha frente e as amarrou com a corda de forma gentil, o nó era firme eu não iria conseguir me soltar sozinha, eu estava parcialmente presa, quando ele terminou de amarrar minhas mãos saiu da cama e ficou atrás de mim, Antony passou as mãos nos meus cabelos puxando eles para trás e delicadamente colocou a venda nos meus olhos, isso fez todos os meus outros sentidos se tornarem mais presentes em alerta, ficar naquela posição com as mãos presas não era nada fácil.
- Diga as palavras de segurança Camila, preciso saber que não esqueceu elas - Antony disse, eu sentia meu coração disparado naquele momento.
- Verde pra continuar, amarelo pra diminuir o ritmo e vermelho pra parar - falei em um único fôlego, eu deixei o preto de lado porque nós não tínhamos uma relação D/s.
- Nesse momento você só pode me chamar de senhor, pode gemer e falar livremente mas só pode gozar com a minha permissão - ele disse passando a mão na minha b***a para em um movimento rápido subir meu vestido deixando minha b***a livre.
Ele subiu o vestido pelo meu corpo até próximo da minha barriga, ouvi o Antony suspirar e só com aquilo eu sentia meu centro pulsando esperando para ver o que ele iria fazer, a ansiedade estava me matando, Antony passou suas mãos pelas minhas costas devagar, depois pela minha barriga e se fecharam nos meus s***s, meus m*****s estavam rígidos a ponto de doer o que me fez gemer brevemente com seu toque leve.
- Você é tão sensível, isso é incrível - ouvi Antony dizer.
Antony apertou meus m*****s entre os seus dedos mas não demorou muito, em um movimento rápido e com uma força que eu não esperava ele mudou minha posição fazendo com que eu ficasse virada pra cima deitada na cama de costas, Antony terminou de puxar meu vestido fazendo ele se embolar nas minhas mãos que estavam presas a cima da minha cabeça, me deixando parcialmente nua.
Perdi o fôlego pelo seu movimento rápido e gemi alto ao sentir sua boca quente sem aviso tomar o meu seio direito, seus dentes se prenderam em meu mamilo mas sem me machucar mas o bastante para me fazer gemer, eu não conseguia ver nada e aquilo deixava todas as outras sensações mais intensas, aquilo nunca foi tão gostoso, sua língua deslizava de um para outro, chupando, ele distribuía beijos mas eu reparei que em nenhum momento ele fez algo pra marcar minha pele, mas sua boca e língua estavam fazendo um trabalho tão gostoso que eu sentia minha b****a pulsando precisando de atenção.
Eu queria segurar seus cabelos, trazê-lo mais para perto de mim mas era impossível, Antony foi descendo seus beijos pela minha barriga, beijando, lambendo e mordendo de leve, até que senti ele tirar minha calcinha me deixando nua, senti ele dobrar meus joelhos e separou minhas pernas, no mesmo momento eu senti meu rosto esquentando eu estava vergonhosamente molhada.
- Sua b****a é tão linda e está escorrendo de t***o pra mim - ouvi o Antony dizer com a voz rouca me fazendo morder os lábios, suas palavras estavam me deixando mais louca de t***o.
Seus dedos me tocaram de leve me fazendo estremecer, depois um dedo invadiu meu sexo.
- Ohhh... - gemi ao sentir seu dedo dentro de mim.
- Você é uma delicia - ouvi ele dizer ao penetrar um segundo dedo em mim devagar, me fazendo gemer mais alto e jogar a cabeça pra trás, seus dedos escorregava dentro de mim devagar, me torturando.
Seus dedos entravam e saiam de mim com uma maestria que ninguém nunca tinha feito antes, parecia que o Antony estava procurando um ponto dentro de mim.
- Ohhh Antony... - foi impossível não gemer alto quando ele encontrou esse ponto me fazendo revirar na cama, ouvi sua risada audível, era isso que ele estava procurando.
Senti um tapa forte na minha coxa que queimou como o inferno me fazendo quase dar um salto na cama de susto e dor.
- Ai... - gemi surpresa pela dor repentina.
- Senhor Camila, me chame de senhor - ele disse apertando onde ele bateu apaziguando a dor que eu estava sentindo parando de mover os dedos dentro de mim.
- Desculpa senhor - respondi no automático.
Senti a boca do Antony beijando e lambendo minha coxa quente onde ele bateu me fazendo estremecer, era bom ter a boca e língua dele ali na minha pele quente depois do tapa, até quando ele me causa dor tem prazer.
- Bem melhor... - ouvi ele dizer pra logo em seguida mover seus dedos dentro de mim, a princípio devagar mas aos poucos ele foi aumentando a velocidade.
Os dedos do Antony não paravam dentro de mim, sua boca se juntou aos seus dedos, eu sentia sua língua no meu c******s o prendendo na sua boca, o chupando, sempre que seus dedos entravam dentro de mim me faziam revirar na cama, eu iria gozar tão forte e tão rápido, quando veio a voz do Antony na minha cabeça " só pode gozar com a minha permissão"
Eu não fazia a menor ideia de como segurava um orgasmo, eu precisava aprender isso rápido porque estava chegando na borda, eu tinha que pedir.
- Senhor por favor me deixa gozar... - eu pedi entre meus gemidos, ouvi novamente sua risada, Antony estava se divertindo.
- Segura um pouco Camila - ele disse mas seus movimentos não pararam, muito pelo contrario ele os intensificou ainda mais.
Eu não iria conseguir meu corpo queimava, minha b****a vibrava de um jeito diferente e até doloroso.
- Por favor... - implorei gemendo mas ele não me respondeu, continuou me fodendo com seus dedos e me chupando tão gostoso, que eu não consegui me segurar.
Eu gozei tão forte na boca e dedos do Antony, gemendo alto como uma v***a, as ondas de prazer me atingiram com força aquilo tinha sido tão gostoso, ele fez aquilo com tanta facilidade que chegava a me assustar, Antony chupou todo o meu g**o, eu me sentia mole e completamente suada.
- Seu gosto é uma delicia, o melhor que eu já provei - ouvi ele dizer.
Senti seus beijos subirem pelo meu corpo até ele segurar meu queixo com certa força e me beijar de forma dura, nada delicada como da outra vez, aquele beijo com o meu gosto doce me acendeu novamente, Antony terminou o beijo chupando meu lábio inferior com força me causando um pouco de dor mas foi gostoso, ele ainda segurava meu queixo de forma firme.
- Tão deliciosa mas tão desobediente... - ele disse no meu ouvido me fazendo arrepiar, sua voz entrou na minha mente firme como eu nunca tinha ouvido de ninguém - O que foi que eu te disse em Camila? - ele perguntou apertando mais meu queixo - Diga - ele perguntou firme e para minha surpresa puxou a venda dos meus olhos com força.
Eu engoli em seco vendo seus olhos verdes escuros me encarando, sua cara não era nada boa, ele estava com o rosto parcialmente vermelho, Antony estava realmente irritado.
- Eu não podia gozar sem sua permissão senhor - falei baixo em um fio de voz, fazendo ele sorrir de lado, era um sorriso malicioso, eu estava fodida.
- Se vire, fique de quatro - ele disse se afastando de mim.
Meu coração estava acelerado eu sentia que ele iria sair pela minha boca, eu podia falar as palavras de segurança mas na verdade eu queria ver o que iria acontecer, se ele fosse me castigar segundo as regras do jogo ele estava certo, eu tinha desobedecido e ele era um Dom odeia desobediência.
- É só dizer as palavras - ele disse me olhando vendo que eu estava indecisa.
A única coisa que eu fiz foi me virar na cama ficando de quatro, ouvi seu suspiro mais uma vez e sua mão passando pela minha b***a.
- Se fosse minha submissa eu iria deixar você com essa b***a linda tão machucada que não iria conseguir sentar amanhã, você nunca mais iria gozar sem a minha permissão - ele disse, fazendo meu corpo estremecer.
Sem aviso nenhum eu senti um tapa estalado na minha b***a que me fez gemer mas não de dor, eu senti prazer, senti meu sexo se encharcar na mesma hora, eu empinei minha b***a de forma automática na direção dele, isso fez o Antony rir de forma audível ele realmente estava se divertindo vendo as reações do meu corpo a tudo que ele fazia.
- Uma perfeita p**a - Antony disse dando outro tapa na outra nádega me fazendo gemer de prazer de novo, meu c******s estava inchado precisando de atenção - Se fosse uma boa menina só ganharia esses tapas mas não merece - ele disse.
Na sequencia senti um tapa forte na minha b***a esse não foi bom, não teve prazer e sim dor, apertei as cordas na minha mão e gemi mordendo os lábios, ele tinha uma mão pesada pra c*****o.
- Vou apenas te advertir não queria que sentisse dor essa noite apenas prazer mas meninas malvadas precisam aprender uma lição, 5 tapas conte todos, se errar vou voltar do começo - ele disse apertando minha nádega direita me fazendo engolir em seco.
Eu realmente iria deixar um estranho bater na minha b***a como se eu fosse uma criança? Uma parte minha queria parar com aquilo naquele momento e a outra parte a maior parte queria continuar, até meu subconsciente falava que eu merecia, eu tinha entrado no jogo e tinha quebrado uma regra, de alguma forma saber que ele iria me castigar me deixou excitada, era estranho mas bom.
- Quer que eu pare? - Antony perguntou de forma suave era como se ele tivesse saído do personagem por alguns segundos.
- Verde - falei alto e claro, "sempre seja clara" isso não saia da minha cabeça.
Eu pensei que ele fosse me bater mas para minha surpresa sentir ele puxar meus cabelos para trás os arrumando, suas mãos eram leves quando senti ele fazer uma trança firme no meu cabelo, a cama ficou vazia atrás de mim mas ele voltou rápido e amarrou uma liga no final dos meus cabelos deixando a trança no lugar, ouvi seu suspiro, ele parecia satisfeito e por algum motivo eu gostei que ele estivesse assim.
- Conte - Antony disse, senti o primeiro impacto na minha nádega direita e aquilo doeu.
- 1 - falei baixo, o segundo tapa foi no mesmo lugar na poupa da minha b***a fazendo meus olhos se fecharem, a mão dele era fodidamente pesada - 2 - falei buscando minha voz, o terceiro tapa foi na outra nádega me dando um alivio no lado direito mas ainda sim doeu - 3 - aquilo realmente não era gostoso como os outros tapas - aahh 4... - quase gritei com aquele tapa no mesmo lugar do outro e o mais forte até ali fazendo meus olhos se encherem de lágrimas, sua mão não estava mais na minha pele mas parecia que ela continuava ali fazendo o local arder, meu corpo inteiro estava suando então para o meu alivio o quinto tapa veio e dessa vez na minha coxa direta fazendo arder como o inferno - 5 - sussurrei quase sem voz, aquilo não foi nada gostoso.
Eu sentia minhas pernas bambas aquilo iria doer por um tempo ainda e amanhã eu iria lembrar daqueles tapas sempre que eu fosse sentar, eu acabei de riscar do b**m o masoquista da minha lista, eu realmente não sentia prazer naquele tipo de dor.
- Sua b***a tá tão linda vermelha assim - ele disse passando a mão na minha b***a dolorida.
Antony segurou na minha cintura me fazendo virar na cama de forma rápida, ele fazia aquilo como se eu fosse uma boneca, observei o Antony sair da cama e ir até uma gaveta, ele voltou com um pacote de preservativo na mão, olhei sua calça que estava marcada pelo seu p*u duro, ele estava tão e******o que fez o meu fogo se acender, ele jogou a camisinha ao lado do meu corpo se deitou em cima de mim novamente ficando entre minhas pernas.
- Estou orgulhoso da forma como reagiu ao castigo - ele disse no meu ouvido me fazendo arrepiar na hora, saber que ele ficou orgulhoso me deixou feliz, aquilo era completamente estranho, eu não devia sentir essas coisas.
Ele me beijou, não era um beijo delicado e lento como o primeiro, nem o beijo que ele me deu quando eu gozei sem sua permissão que foi duro quase um beijo de repreensão, esse era um beijo de puro desejo e t***o. Senti uma das suas mãos tocar meu sexo me fazendo gemer na sua boca, ele começou a me masturbar rápido me deixando mais molhada pra ele, cedo de mais ele parou seus movimentos e se afastou um pouco.
Observei ele abrir sua calça abaixando até os joelhos junto com sua cueca, seu p*u pulou livre, ele estava completamente duro, apontando pra cima, seu p*u era grande e relativamente mais grosso que o comum, era bonito tinha algumas veias, devia ter uns 19cm o que me fez engolir em seco, ele sorriu para mim e abriu a camisinha colocando no seu p*u.
- Eu não costumo usar preservativo com minhas submissas, mas isso é preciso hoje. Se formos continuar com isso você vai precisar ir em uma ginecologista pra tomar algum tipo de remédio, e nós dois vamos fazer exames de DST para sua e para minha segurança - ele disse me olhando.
- Eu uso Diu - falei pra ele que sorriu de lado se deitando em cima de mim.
- Ótimo se for minha submissa ficamos só na parte dos exames - ele disse no meu ouvido para logo na sequencia chupar minha orelha.
Senti seu m****o na minha entrada, ele me beijou entrando em mim devagar, ele era grande eu precisava me acostumar com seu tamanho, apertei de forma forte a corda nas minhas mãos e fechei meus olhos, eu não conseguia continuar o beijo então me afastei jogando minha cabeça para trás gemendo alto de dor e de prazer ao mesmo tempo.
- Oh.... - gemi sentindo ele ir até o fundo
- p***a você é tão apertada, tão quente... - ele gemeu no meu ouvido, aquilo me envaideceu e aumentou meu t***o.
Antony segurou minha cintura saindo e entrando em mim novamente devagar fazendo minha b****a se acostumar com ele, Antony gemeu comigo.
- Você é tão gostosa, uma delicia - ele disse próximo o meu ouvido me fazendo sorrir, seus elogios só me deixava mais louca de t***o.
Eu podia sentir seu coração acelerado contra o meu, seus quadris faziam um movimento suave de vai e vem que estava me tirando do sério, aos poucos meu corpo foi se acostumado com seu tamanho, Antony percebeu e foi entrando em mim mais rápido e forte, de forma firme, indo até o fundo, eu queria abraçar seu corpo junto ao meu mas como eu não podia passei minhas pernas pela sua cintura fazendo ele ir mais fundo como se fosse possível.
- Ohh tão gostoso... - gemi sem conseguir me conter.
Antony abaixou a cabeça e passou a chupar meus s***s com certa força, se antes ele não tinha me marcado agora com toda certeza sua boca ficaria marcada na minha pele, era uma dor gostosa quando ele me mordia e chupava, seu m****o entrava em mim de forma maravilhosa, eu estava perto de gozar de novo mas eu não queria fazer isso e quebrar novamente a regra do Antony, ele percebeu que eu estava perto de gozar, Antony levantou a cabeça pra me olhar.
- Controle-se Camila, segura um pouco - ele disse de forma firme olhando nos meus olhos, sua mão foi até as minhas que estavam acima da minha cabeça apertando com força, sua outra mão foi para minha b****a.
Antes começou a me masturbar de forma rápida sem parar de me f***r, me fazendo chegar na borda ele iria me enlouquecer, eu não estava aguentando mais.
- Senhor por favor, me deixa gozar por favor.... - implorei cravando minhas unhas na mão dele que estava sobre as minhas.
Vi um sorriso de satisfação surgir nos seus lábios e ele fechou os olhos adorando me ouvir implorar pra gozar, seu rosto estava suado, parcialmente vermelho, ele era tão lindo.
- Ohh por favor... - falei quase sem fôlego prendendo um gemido, ele abriu os olhos escuros de desejo e a mão que estava segurando as minhas tocou meu rosto com delicadeza.
- Goza pode gozar - ele ordenou finalmente me liberando.
Na mesma hora a onda de prazer me atingiu fazendo meu corpo estremecer, não consegui me controlar e gemi alto aquilo estava sendo tão gostoso, eu m*l conseguia respirar direito, Antony ainda estocou varias vezes, até ir parando aos poucos, ele saiu devagar de dentro de mim, meu corpo estava completamente mole.
- Se vire - ele disse, eu não tinha mais forças pra isso mas com dificuldade eu fiz o que ele pediu ficando de quatro ainda sentindo minhas pernas moles.
Senti sua mão passando pela minha b***a e seu m****o na minha entrada, ele entrou em mim dessa vez sem aviso e de forma rápida me fazendo gemer de dor e prazer ao mesmo tempo, senti ele segurar meus cabelos pela trança que ele tinha feito entrando em mim sem a menor delicadeza, suas coxas batiam nas minhas com força, ele entrava tão fundo em mim quanto podia, p***a eu estava tão perto de novo, ele fazia aquilo tão gostoso.
- Ohhh isso... - gemi ao sentir ele estalar um tapa na minha b***a.
Dessa vez eu não senti dor, eu senti prazer, ele sabia bater de formas diferentes quando era pra me causar dor e quando era pra me causar prazer, Antony sabia muito bem o que estava fazendo e como fazer pra me deixar louca.
- Tá gostando? Diz pra mim, é gostoso? - perguntou dando mais um tapa na minha b***a.
- Oh sim tão gostoso... - gemi em resposta - Mais rápido por favor... - pedi gemendo fazendo ele ir mais rápido, me fodendo com mais força.
Comecei a rebolar de forma involuntária apenas seguindo meu instinto, aquilo estava tão bom, eu precisava gozar, estava perto de novo, Antony segurou minha cintura com as duas mãos indo mais forte.
- Vem goza comigo - ele disse dando mais um tapa gostoso na minha b***a sabendo que eu estava perto, Antony com tão pouco tempo já sabia ler os sinais do meu corpo.
Não me segurei e gozei forte, aquela onda gostosa me atingiu novamente naquela noite, ouvi o Antony praticamente rosnar atrás de mim apertando minha cintura com as duas mãos, provavelmente ficaria marcado mas eu não estava ligando, ele estava gozando comigo, eu sentia minhas pernas bambas e só fique naquela posição porque Antony estava me segurando me mantendo no lugar, ele fazia os movimentos de vai e vem mais lentamente prolongando seu orgasmo e o meu.
As poucos nós dois fomos nos acalmando, Antony saiu de dentro de mim devagar me fazendo escorregar na cama sem forças, eu me sentia completamente suada e exausta, senti a cama ficar vazia, mas logo eu senti ele voltar eu estava deitada na cama de bruços, então Antony passou algo gelado na minha b***a onde ele tinha batido passando a mão lentamente nas partes doloridas e depois na minha coxa onde ele me bateu causando um alivio imediato, não estava doendo muito mas aquilo era bom, a carne quente de antes era quase imperceptível agora, eu mantinha meus olhos fechados aproveitando o quanto meu corpo estava relaxado.
Depois ele soltou meus braços me deixando mais aliviada também, Antony terminou de tirar meu vestido, depois eu senti ele tirar os saltos dos meus pés, ele estava sendo tão cuidadoso, aquilo era estranho, eu não esperava por isso, senti que ele saiu do quarto por um tempo e logo voltou, abri meus olhos e vi ele me olhando, seus olhos verdes estavam clarinhos e sua roupa de couro preta estava impecável no seu corpo.
Senti meu rosto ficar vermelho na hora o que fez ele sorrir de lado, era um sorriso lindo, eu não sabia porque mas me senti envergonhada, ele se sentou ao meu lado na cama e de forma delicada tirou a gargantilha do meu pescoço e depois desfez a trança que ele tinha feito antes de me castigar, não entendi porque ele tinha feito essa trança.
Antony ficou em pé e como se eu fosse uma pena me pegou no colo me levando para um banheiro que tinha ali, ele tinha acabado de encher a banheira, de forma delicada ele me colocou na banheira me fazendo gemer na hora de satisfação ao sentir a água morna no meu corpo.
- Gostou? - ele me perguntou de forma delicada enquanto prendia meus cabelos no alto da minha cabeça para que não molhasse, eu não esperava que ele fosse ser tão carinhoso como agora, ninguém nunca tinha me tratado daquela forma depois do sexo, eu não esperava isso vindo de um dominador.
- Adorei - falei a verdade, o que fez ele sorrir.
- Eu sabia, seu corpo se comunica muito bem comigo - ele disse e pegou uma esponja passando delicadamente pelo meu corpo me dando banho.
- Não esperava que fosse cuidar tão bem de mim - falei pra ele que me olhou surpreso, ele não esperava por isso.
- Não é só sexo, tapas, chicotadas e essas coisas, um Dom deve cuidar da sua submissa depois de uma sessão, é nossa responsabilidade o bem estar de quem a gente domina. Acima de qualquer coisa um bom dominador deve cuidar da pessoa que confia suas vontades á ele ou ela - Antony disse me olhando sério me fazendo entender.
Suas mãos passavam pelo meu corpo me deixando relaxada, ele literalmente me deu banho, eu nunca me senti tão leve e satisfeita, depois de me secar no banheiro Antony me levou até o quarto e me ajudou a vestir minha roupa, ele colocou a gargantilha de volta no meu pescoço e ficou na minha frente com um sorriso.
- Quando tirar esse colar do seu pescoço para dormir hoje você vai se lembrar de mim e de tudo que aconteceu aqui - ele disse de forma suave - Pense Camila, e se quiser entrar nesse mundo de verdade me liga - ele disse tirando da sua calça de couro um cartão e me entregou, tinha seu número nele.
Antony tocou meu rosto sua mão era leve na minha pele diferente de quando ele me castigou, ele me beijou de forma suave, sua mão permaneceu na minha cintura me acariciando de forma gentil, enquanto minhas mãos estava nos seus ombros, como pode ele ser duas pessoas complemente diferentes? Pra falar a verdade eu não queria parar de beijar ele nunca mas a gente precisava respirar, terminamos o beijo com um longo selinho, quando abri os olhos foi impossível não sorrir ao ver ele sorrindo de lado pra mim.
Ele me estendeu o braço que peguei na mesma hora, voltamos para a festa que agora estava praticamente vazia, eu não fazia a menor ideia de que horas eram, Antony me levou até a porta, no lado de fora estava frio mas ele ficou ao meu lado até o meu motorista aparecer com a limusine, ele mesmo abriu a porta do carro pra mim.
- Boa noite Camila - falou olhando nos meus olhos.
- Boa noite Antony - falei fazendo ele sorrir de lado.
Antony beijou minha bochecha, entrei no carro que seguiu para fora da casa onde eu tinha encontrado um mundo completamente novo, olhei para o cartão que o Antony tinha me dado e sorri, com toda certeza eu iria ligar pra ele de novo, tudo aquilo era bom demais pra não ligar, não depois de ter experimentado um pouco do que ele poderia me proporcionar.
Vitima dos próprios desejos, submissa dos próprios prazeres...