sem revisão Acordei com barulho de teclas sendo apertadas rapidamente. A claridade do quarto me fez fechar os olhos, até minhas retinas se adaptarem e consegui abri-los de novo. Quando finalmente o fiz, a primeira coisa, ou melhor, pessoa que vi foi um coreano concentrado no notebook e digitando rápido. Ele estava com a mesma roupa da noite anterior, uma camisa social branca com alguns botões abertos. O cabelo liso mais espesso, parecia um ninho de passarinhos. Não acredito que Lee So Ho tenha passado a noite comigo no hospital. Como se sentisse que estava sendo observado, ele olhou para mim e me presenteou com aquele sorriso derrubador de calcinhas. — Bom dia, como está se sentindo? — Ele perguntou. — Apesar do braço e do tornozelo, estou bem. Foi no seu apartamento pegar o noteboo

