sem revisão Eu sentia que as energias boas do mundo me odiavam. Porque não é possível o ser humano ter tanto azar ao ponto de cair do último lance de escadas. Aquilo estava sendo um pesadelo, um monte de carne caída no início da escadaria. Não sabia se ria ou se chorava, se gritava ou tentava abrir um buraco para me enterrar de vergonha. Também sabia que precisava me mexer e puxar o celular para falar com a Brenda para vir ao meu socorro, nem louca que ligaria para o Lee, apesar dele estar apenas alguns metros de distância. Não posso dizer que foi sorte e muito menos dizer que foi azar, mas o portão de ferro se abriu e um grupo de pessoas entrou tagarelando e rindo, contudo, correram para me acudir assim que me viram esparramada no chão, logo atrás deles, estava o Lee. O desespero em seus

