Chego na minha nova casa extremamente cansada, não sabia que uma simples festa iria fuder tanto minhas energias. Duas empregadas logo vieram para pegar nossas malas. Uma pegou a minha, outra a de Matt.
–Meu quarto é o principal. – Digo para as mulheres. – O dele pode jogar em qualquer quarto de hospede.
–Como assim? – Ele diz desdenhoso. –Não vamos ficar no mesmo quarto?
–Não vou me rebaixar ao ponto de dormir na mesma cama que você. – Digo simples. –Ser vista entrando na igreja com você já foi humilhação de mais.
–É melhor você ver como fala comigo.
–Ou o que. – Levanto-me do sofá ficando cara a cara com ele. – Vou deixar as coisas bem claras para você, eu não te suporto, e sou eu quem manda aqui, você não passa de um reles coitadinho que eu tenho que aturar.
Dou as costas para ele e sigo em direção aos quartos. Era só o que me faltava, já não bastava ter que me casar com esse estrume de gente, ele ainda achar que vai dividir a cama comigo.
Já estava no corredor do meu quarto quando sou rapidamente prensada contra parede
–Vendo pelo lado bom, deve ser até vantajoso casar com você. – Matt diz meio ríspido.
–O que você está tentando dizer? – Pergunto sem paciência
–Você é gostosa, deve ser bom te ter de quatro para mim, além do mais. – ele coça a nuca. –Desde que nos casamos, a presidência é minha. – Ele se gaba
–Mas que merda você acha que está falando? – Meu grau de irritação já está quase no limite.
–Vamos logo para o quarto, eu quero comer você. – Ele segurou meu braço com força e fez menção de começar a me arrastar pelo corredor.
–Mas que p***a. – Largo meu braço dele. – Saiba que você nunca ira tocar em mim. Você deveria pelo menos respeitar sua namorada.
–Você acha que eu não sei, suas intenções sempre foi se casar comigo, mulheres como você, não serve para nada além de sexo. – Ele da uma risada seca. –Ainda mais quer um filho meu, UM FILHO! – Ele cai na rizada.
Não consigo mais controlar minha raiva, já fui paciente de mais com esse estrume de gente. Me aproximo dele, minha mão logo foi parar no rosto sorridente dele, não em formato de tapa, mas sim em um soco, um soco muito bem dado,
Meus dedos ficaram doendo, mas ver o nariz dele sangrando fez a dor toda diminuir.
Ele se curvou pondo a mão no nariz. Me aproximei ainda mais dele.
–Ponha-se no seu lugar criatura insignificante. – Ele tenta avançar em mim, mas eu imediatamente imobilizo usando um mata leão. –E seu lugar é bem abaixo de mim.
Solto quando ele estava quase desmaiando sem ar.
–Eu sou a presidente e vou continuar sendo, você é apenas um fardo que eu tenho que carregar. – Falo limpando minhas mãos. –Depois do primeiro ano de casados, iremos a um laboratório de fertilidade, você não irá encostar em mim.
Finalmente no meu quarto, tranco a porta. Retiro toda minha roupa e vou para o banho, eu preciso de um banho.
Me jogo na cama cansada, não demora muito para o sono me dominar.
...
–Bom dia doutora Keen, como anda o casamento? – Marcos me pergunta com aquela carinha de anjo dele.
–Vai muito bem, já até deu a primeira surra no meu marido. – dou uma leve risada ao lembrar do acontecido de ontem.
–Aconteceu mais cedo que eu pensei, por qual motivo? – Marcos levanta uma sobrancelha.
–Ele queria me comer, insinuou que agora ele seria o presidente da minha empresa, e ainda me prensou contra parede, não teve como não o agredir, –Digo como se fosse a coisa mais simples.
–Não é surpresa alguma ele querer te comer, eu também quero. – Ele da de ombros.
–Você e ele são diferentes. Eu nunca na vida vou deixar que ele encoste em mim.
–Nunca diga nunca. – Marcos rir.
Apenas reviro os olhos, sigo para minha sala como se nada tivesse acontecido.
Quando deu meio dia, sai para almoçar com Marcos, decidimos por ir em um restaurante que gostamos, acabamos por encontra Barry por lá, então almoçamos nos três.
Estávamos conversando sobre super-heróis
–O flash é sim um dos heróis mais fortes da DC... – Eu iria dar um longa palestra sobre os feitos do meu herói, quando meu celular tocou.
“Desculpa incomodar senhorita Keen” pela voz conheci Evelyn minha governanta “Mas seu marido esta com outra mulher”
“Evelyn, querida, eu não me importo, também estou com outro homem” Digo o mais simples possível, não acredito que deixei de falar do flash para escutar isso.
“Eu sei, mas eles estão tranzando na sua sala de jogos, e como a senhorita disse que essa sala é seu santuário, decidi te contar”
Meu sangue ferveu em segundos, mina sala de jogos não, ele poderia fazer isso em todos os lugares, menos na minha preciosa sala.
“brigada por me contar”
Desliguei rapidamente, peguei minha bolsa o mais rapido possivel.
–Marcos, você vem comigo.
Puxo meu amigo pela manga da roupa.
–Calma lá, o que aconteceu?
–Eles estão tranzando na minha sala de jogos. Nem eu faço isso lá!
Entro no carro rapidamente, Marcos entra do meu lado.
–E você ta p**a por que ele fez isso antes de você – Ele rir
–Você me conhece tão bem. – Dou um leve sorriso. – Sabia que deveríamos ter tranzado lá antes.
–Calma lá mulher, eu sou um homem, não uma máquina, já fizemos em quase todos os lugares da sua casa.
Dou um leve sorriso enquanto mantenho minha atenção na estrada. Com certeza eu me lembro de tudo que fizemos naquela casa, enquanto minha mãe e minha sogra demônio cuidava do casamento, eu e marcos estávamos mais preocupados em tranzar em cada lugar daquela casa. Poucos lugares restavam, e a sala de jogos era uma delas.
Cheguei em casa em menos de 10 minutos, o restaurante não era muito longe de casa. Estacionei de qualquer jeito e sai sem mesmo retirar a chave da ignição.
Entrei em casa rapidamente, Marcos estava bem atras de mim.
Segui apresada para sala de jogos sem nem olhar para tras.
Abri a porta com tudo, e la estava ele, comendo a namorada em cima da mesa de pebolim, minha mesa de pebolim! Ele olhou para mim sorrindo, tanto ele quanto a namoradinha dele. Meu sangue fervei. Minha sala de jogos!
Me aproximei dele com tudo, segurei ele pelos cabelos.
–Você esta maluca, sua doida! – Ele gritou segurando minha mão tentando fazer com qwue eu solte, eu apernas segurei mais forte e deu um chute em sua perna.
Arrastei ele para fora da sala de jogos, jogeu ele no chão sem nenhuma delicadeza. Depois voltei para dentro da sala e segui ate a mulher, não vou negar, não lembro o nome dela.
Apanhei o vestido dela que estava jogado perto da perna da mesa e então a entreguei, ele pegou o vestido, deu para sentir o medo dela.
–Não precisa ter medo de mim, eu nunca machucaria outra mulher por cauda de um lixo de homem, só pessoa que por favor, sai da minha sala.
Ela rapidamente se vestiu e saio, assim como eu pedi, seu namorado me xingava de tudo quanto é nome fora da sala, Marcos não deixou que ele entrasse na sala novamente.
–....Sua p**a desgraçada – Matt ainda gritava.
–Cale sua boca. – Também gritei auto. – Eu não me importo o que você faz ou deixa de fazer com sua namorada, mas uma coisa eu digo, da próxima vez que você ousar chegar perto da minha sala de jogos, EU CORTO SEU p*u FORA.
Tranque a sala de jogos e guardei a chave em meu bolso.
–V-você não se importa que eu esteja com seu marido? – A menina me pergunta meio tímida.
–Não me importo, não me importo mesmo, estamos casados apenas por benéficos, nunca haverá amor, contanto que a mídia não descubra, ele pode fazer o que quiser.
–Você não se sente envergonhada por eu está comendo outra mulher de baixo do seu teto? – Matt pergunta como se ele fosse o dono do mundo.
Dou um leve sorriso, ele quer me rebaixar, ele quer me humilhar, mas ele não sabe que eu sou pior que ele, há sim, sou muito pior.
–Me diz você matt, como você se sente ao saber que a sua mulher já transou com outro cara em quase todos os lugares dessa casa? Como você se sente? Sabia que enquanto você aproveitava a sua festa de casamento, sua esposa estava sendo fudida por outro homem em um dos quartos de cima? E você sabia que na despedida de casamento eu não estava so com um, mas sim com dois?
Ele deu um passo para trás visivelmente confuso, Marcos me olhava orgulhoso.
–Eu que te pergunto, você não se sente envergonhado de dormir em uma cama onde sua mulher tranzou com outro?
Olho para ele uma última vez, agora que falei tudo, pude finalmente olhar direito para ele, Matt ainda estava pelado, posso dizer que ele realmente não é grade coisa.
–Vamos marcos. Vamos voltar para o trabalho.