Capítulo 11

1214 Palavras
Escuto musica tranquilamente enquanto a maquiagem é passada em meu rosto. Por pura insistência da minha mãe, tive que passar mais maquiagem que o previsto. –Você deve esta nervosa. – O homem que estava passando alguma coisa em meu rosto diz. –Na verdade não muito. – Du de ombros. – É só um casamento. –Casamentos são importantes. – ele sorri. – Principalmente para a noiva. Tive que fechar os olhos para controlar a vontade de revira-los. –Um dia eu também quero me casar com alguém que eu ame. – Ele pega outro produto e começa a aplicar em mim. –Fico feliz que você encontrou seu par perfeito. Quase que dou risada, mas não posso culpar por achar isso, para algumas pessoas o casamento é importante sim, mas eu não ligo nenhum pouco para isso, principalmente para meu marido. –Um dia você também vai encontrar a metade da sua laranja. – Dou um leve sorriso. –Nem que para isso você tenha que comer muitas bananas e maças. – Nós dois rimos juntos. Passar muito tempo sentada na presença desse homem, nos fez ter uma boa conversa, discutimos sobre a vida, trabalho e relacionamentos. Não que eu tenha tido muitos relacionamentos. Para ser sincera, nunca namorei ninguém, minha vida sempre foi focada em estudo e trabalho, apenas algumas transa sem compromisso. Pessoas para manter um relacionamento não é fácil de achar, e também eu não estava a procura, sempre preferi esta com as pessoas por noites, não para a vida. Meu pai esta ao meu lado no banco de traz do carro, estávamos indo a para a igreja. Eu só quero que tudo acabe logo, esse vestido me sufoca. –Você esta tão linda filha. – Diz meu pai pela milésima vez. –Obrigado pai. – Respondo. –Sempre foi meu sonho entrar com você na igreja. – Diz ele. –Aproveita que só vai acontecer uma vez. –Eu espero que da próxima vez eu entre junto com você, no seu casamento, com a pessoa que você ama. – Dou um sorriso forçado. –A pessoa que me ama, saberia que eu não iria querer me casar na igreja. – retruco meu pai. Nunca fui alguém religiosa, pelo contrario, não acredito em Deus e em nenhuma outra divindade suprema. Fala sério, como alguém pode acreditar em uma besteira dessas? Mas quem sou eu para julgar? Cada um tem a ancora que merece. Desci do carro, meu pai segurou a minha mão, me conduzindo ate a igreja. Estou me casando nessa merda aqui porque a bruxa da minha sogra deu o maior piti quando eu disse que não queria me casar na igreja. Resolvi aceitar, já tenho problemas de mais para fica me preocupando com uma p**a raivosa. A musica clássica e irritante começou a tocar a medida que eu ai me aproximando do altar, sei um sorrisinho involuntário, Fred disse que eu queimaria assim que posse os pés na igreja, o que surpreendentemente não aconteceu. –Eu vi esse sorriso. – Meu pai cochicha em meu ouvido. –Fred disse que eu queimaria assim que entrasse aqui. – Cochicho de volta. –Estou surpresa por não ter acontecido. Vejo meu pai tentar segurar o riso. Olho para frente. Matt estava com um cara de poucos amigos. Lilian estava sentada um dos bancos da frente, tentando conter as lagrimas, deve ser difícil para ela ver o namorado se casando com outra. Marcos e melissa estavam nos lugares deles como meus padrinhos. Estavam tão lindos. Dou um olhada nos padrinho de Matt, teve que controlar o riso quando vejo Bruna e Felipe, o casal que eu encontrei na balada. A gente já se encontrou varias vezes depois daquele dia, as vezes nem era para t*****r, era apenas para fazer coisas aleatórias como tomar café ou ir ao cinema. O casal me olhava com espanto. Ok esse casamento começou a ficar divertido. A cerimônia seguiu sem interrupções, foi chata como eu imaginava. Mas pelo menos acabou logo, quando eu menos esperei já tínhamos trocado a aliança. –O noivo pode beijar a noiva. – Diz o padre por fim. Matt fica recuso, eu apenas reviro os olhos, homem i****a. Puxo pela gravata vermelha e junto nossos lábios em um selinho rápido, mas tão rápido quanto juntei, eu afastei nossos rostos. Seguimos para a festa, felizmente o especo que foi alugado para o evento tem um quarto aonde os noivos possam trocar de roupa, mas antes disso a Ellen encheu meu saco para que eu tirasse fotos de casal como filho dela. Ele fingiu que somos um casal para as fotos, e eu como sou uma boa atriz, fingi também. Depois de muitas fotos e de jogar o boque–Camila pegou–Eu finalmente pude subir para trocar de roupa. –Marcos, vem comigo? – Pergunto para meu amigo. Como a musica toca alta e as pessoas estavam dando atenção a outras coisas, ninguém reparou na gente. –Algum problema? – Marcos pergunta preocupado enquanto toma um gole do champanhe. –Preciso desestressar. – Dou de ombros. Marcos apenas sorri de lado. Toma todo o conteúdo da taça e coloca na bandeja de um garçom que passava por nós. Segui em direção ao quarto que estava reservado apenas para mim, entro deixando a porta aberta, segundos depois escuto ela sendo fechada e trancada. –Pretende mesmo trair seu marido no dia do seu casamento? – Marcos rir malicioso. –Não me olhe assim. – Retribuo o sorriso. –Você sempre teve o fetiche de t*****r com uma recém casada antes do marido. Eu sou recém casada, e ainda nem transei com meu marido. – Dou um sorriso inocente. –Só mesmo minha melhor amiga para realizar meu maior fetiche. Marcos segura firme em minha cintura e me beija. Ponho minhas mãos ao redor do pescoço dele e entrelaço minhas pernas ao redor da cintura dele, com um pouco de dificuldade por causa do vestido. Marcos me guia ate a cama e me põe deitada sobre os lençóis. –Que pena que temos que ser rápidos. – Marcos fala com a boca bem perto do meu pescoço. –Nem tanto, nem vão ligar para a minha falta. Ajudo Marcos a retirar o meu vestido, jogamos a peça em um lugar qualquer do quarto. Marcos retira meu sutiã com pressa, ele chupa um dos meus s***s com vontade, suas mãos segura firme em minhas coxas me puxando para mais próximo dele, nossas intimidades se juntas e eu dou um longo suspiro ao perceber o quão e******o meu amigo esta agora. Uma das mãos de Marcos invade minha causinha, quase que me penetrando. Por um instante a boca dele abandona meu seio e da um sorriso, Marcos lambe meu pescoço e para com a boca em perto do meu ouvido. –Você esta tão excitada com tão pouco. – Dois dedos dele começam a esfregar meu c******s, mordo o lábio para não gemer alto. –Acho que fuder com meu melhor amigo, no dia do meu casamento é um dos meus fetiches oculto. – Repondo. Marcos apenas sorri. Ele se afasta um pouco de mim apenas para ficar cara entre minhas pernas. –Sem preliminares. – Digo séria, estou necessitada de mais para preliminares.
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