Caminhando de forma calma e caloroso o símbolo do medo agarrou os belos cabelos do ‘coelhinho’ e o ergueram do chão, antes de abrir um expendido sorriso, o que era a única coisa que seu rosto era capaz de fazer, e roubar a individualidade do doce ‘coelhinha’ que se contorcia contra as mãos poderosas e que m*l se movia do herói. Com sua individualidade roubada a mulher se sentiu levemente mais fraca, mas sem dizer uma palavra o homem arremessou sua cabeça contra o concreto, criando um alto baque no solo e o amassando de forma mediana. O grunhido e o som do crânio dela batendo no chão era estridente, mas o homem de terno apenas continuava a subir e descer sua mão repetidas vezes. O pequeno relevo sobre o chão aos poucos se transformava em uma pilha de sangue com alguns dente

