cap 04 tem muita marra

594 Palavras
VT Entro em casa já sentindo um cheiro bom de lasanha. Coroa chamou os manos pra almoçar aqui em casa hoje e eles já vêm tudo esfomeado. Vou pra cozinha e vejo aquela figura sentada na cadeira, conversando e rindo com a minha mãe. A mina do assalto. VT – Que p***a cê tá fazendo aqui? – falo, e ela e minha mãe me olham. Maria – Oi, meus lindos! Que bom que vocês chegaram. A comida já tá pronta. Rv – Ih, mané, a mina que nós assaltou. – o bocudo do Rv fala, e eu dou um pescotapa nele. Júlia – É, sou eu mesma. Maria – Que história é essa de assalto? Eu que convidei ela pra almoçar. Encontrei ela no mercado e gostei muito dela. VT – Não é nada, mãe. É só o Rv falando besteira. Júlia – Deixa que eu te conto. – ela fala tudo pra ela, e eu pensei que a minha coroa ia me xingar, mas ela xingou foi o velho lá. Maria – Que safado! Por isso que eu odeio homem. VT – Opa, tu pariu um, hein. – falo indo até as panelas. Os caras já tão com o prato cheio, papo reto, parecendo mendigos. Maria – E agora, querida? Pra onde vai? Não pode voltar pra casa daquele filho da p**a. Júlia – Fica tranquila, tia. Eu me viro, sempre me virei. – ela dá um sorriso pra minha mãe. Maria – De jeito nenhum! Pode ficar aqui em casa se quiser. – ela fala, e eu me engasgo com a comida. Jp – Cuidado pra não morrer, p***a. – ele fala batendo nas minhas costas. Termino de tossir e olho pra minha mãe. VT – Ficar aqui em casa? Nem fudendo. Mina insuportável do c*****o. Maria – Olha a boca, Victor! Ela vai ficar aqui sim, e você fica quieto. {…} Tinha terminado de comer, os manos já tinham ido embora, e tava só eu, minha coroa e a maluca. Daqui a pouco tenho que voltar pra boca, mas papo reto, minha vontade é cair na cama e dormir. Vou pra sala e me jogo no sofá. No outro, tá sentada a mina lá — nem sei o nome dela. VT – Qual teu nome mermo? Júlia – Pra quê quer saber? – ela levanta as sobrancelhas. VT – Porque eu quero, p***a. Fala logo. Júlia – Eu não. Não sou nem obrigada a te dar satisfação, meu filho. VT – Tu é folgadona, papo reto. Almoçou aqui em casa, vai dormir aqui e ainda me trata desse jeito. Júlia – Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu que não ia ficar com fome por causa de você. VT – Ninguém mandou tu querer vir comigo. Júlia – Cala a boca, o****o. Você bateu no meu padrasto, isso ia deixar ele furioso depois, e ele ia descontar em mim. VT – Eu te salvei, p***a! Ele tava te batendo. Júlia – Eu já sou acostumada. Podia ter me deixado lá. VT – Por que não me avisou antes? Júlia – Ah, garoto, vai se fuder. Maria – Júlia, querida, vem. Vou te mostrar o quarto que você vai ficar. – ela fala descendo as escadas. Júlia. Então esse é o nome dela. Ela sobe as escadas, e eu olho pra b***a dela — p***a, é meio que automático, né? A mina é gata, pô. Boca desenhada e carnuda, sorriso certinho, e é gostosa. Gatinha ela, mas tem uma marra do c*****o, o que me faz odiar ela.
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