Ela hesitou, encarando meu p*u com aquela carinha de dúvida e safadeza, a mão ainda ali, meio tremendo, meio querendo. — Eu não sei fazer… — confessou, a voz baixa, quase um sussurro. — E se eu te machucar? Soltei uma gargalhada curta, daquelas que é deboche e incentivo junto. — Machucar? — balancei a cabeça, pegando a mão dela de novo. — Relaxa, princesa… p*u não quebra fácil, não. Pensa num pirulito, só que mais safado. — E dei aquele sorriso canalha, só pra provocar. — Vai com vontade, sem dó. Ela ficou parada por um segundo, olhando meu p*u como quem encara um desafio. O peito subia e descia, a boca úmida, meio nervosa, meio na fissura. Agarrei de leve no cabelo dela, puxando pro lado, deixando o pescoço à mostra. — Faz assim, princesa… — orientei, voz baixa, puxando ela mais per

