CAPÍTULO 37

1168 Palavras

"A mente, tão poderosa como uma arma letal, é capaz de dobrar qualquer um que não seja forte o suficiente para controlá-la." Helena. O hospital cheira a desefetante e medo. Odeio estar aqui. Odeio cada segundo disto. Mamãe está deitada na maca, eu posso vê-la da minha cadeira na frente de seu quarto, e embora eu deva correr em direção a ela, eu não posso e não quero me mover. Sinto-me congelada, presa neste vidro onde as paredes parecem fechar-se cada vez mais. O som do monitor cardíaco é a única coisa que me lembra que ela continua viva. Bruno está ao meu lado, sua mão quente e firme na minha, como uma âncora que me impede de afundar no abismo. Eu aprecio sua presença mais do que posso expressar em palavras, mas a dor continua lá, pressionando meu peito, lentamente se afogando. O médi

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