CAPÍTULO 36

1097 Palavras

Estou começando a dormir. O calor do corpo de Bruno ao meu lado é reconfortante e, embora a noite tenha sido emocionalmente intensa, sinto que estou em um lugar seguro. Aqui, agora, tudo parece estar calmo. Mas, de repente, algo interrompe esse silêncio. O sino. Eu pisco, tentando sacudir o meu sono. Não é apenas um sino. É repetitivo, insistente. Bruno se move ao meu lado, e eu percebo como seus músculos se contraem instantaneamente. — Fique aqui —diz num sussurro firme quando sai da cama, já em alerta. Mas algo dentro de mim se acende, uma centelha de preocupação que não me deixa ficar parado. Meu estômago agita. Isso não é normal. Bruno veste uma camiseta rápido e sai do quarto em direção à porta. Eu deveria ficar aqui, como ele disse, mas não posso. Meu corpo se move por inércia, i

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