31: Máscaras de Sangue (parte 2)

1963 Palavras

O som do primeiro tiro silenciado foi como o estalar de um chicote invisível que rasgou o ar pesado do museu. Durante um segundo que pareceu durar uma eternidade, o tempo congelou. A elite de Zurique, com as suas máscaras de seda e joias que brilhavam sob os lustres de cristal, ficou imóvel, processando o jarro de porcelana que se tinha estilhaçado ao lado da Elena Von Kessler. Depois, o inferno abriu as portas. Os gritos começaram como um murmúrio e transformaram-se num rugido de pânico coletivo. Homens e mulheres em trajes de gala começaram a atropelar-se, derrubando mesas de champanhe e obras de arte inestimáveis Eu já tinha a mão na coronha da minha arma antes mesmo de o primeiro corpo cair. O Vittorio, lá no alto do balcão, não tinha um pingo de emoção no rosto. Ele limitou-se a faz

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