O sol da manhã ainda nem havia se fixado no céu quando Isadora despertou com um aperto no peito. O braço de Leonardo envolvia sua cintura, quente, possessivo, como se mesmo dormindo ele soubesse que ela estava ali. E queria que permanecesse. Mas sua mente estava em chamas. Porque na noite anterior, ela sentiu. Com todas as células do corpo. Aquilo não foi só sexo. Não foi mais uma cláusula. Foi entrega. Foi verdade. Ela ficou imóvel por alguns segundos, observando a respiração dele, o rosto tranquilo. Como podia aquele homem tão rígido e distante se tornar tão presente e vulnerável com ela? A pergunta ficou suspensa no ar. Devagar, levantou-se da cama, pegou a camisa dele jogada no chão e a vestiu. Precisava de espaço, precisava respirar. Foi até o escritório da cobertura, aquele c

