Pré-visualização gratuita Ritmo proibido
O sol da manhã invadia as janelas panorâmicas da cobertura duplex em Ipanema, pintando de dourado os lençóis de seda preta embolados na cama king size.
Luna Tavares acordou lentamente, nua, o corpo ainda quente do sono. Aos 26 anos, ela era a própria definição de liberdade encarnada.
Esticou os braços acima da cabeça, fazendo os s***s cheios e firmes se projetarem para cima.
A pele morena brilhava naturalmente sob a luz. Levantou-se e caminhou descalça até a varanda, sentindo a brisa salgada do mar acariciar suas curvas generosas.
Os quadris largos, a cintura fina, a b***a redonda e empinada, tudo resultado de anos de disciplina no pole dance.
Acendeu um cigarro fino, tragou devagar e sorriu para o horizonte.Essa cobertura era o seu maior orgulho. Comprada com o próprio dinheiro, sem precisar de homem nenhum.
Dois andares de puro luxo: sala ampla com sofá de couro branco, uma parede dedicada exclusivamente a lingeries e sapatos de salto, um pole dance profissional instalado bem no centro da sala de estar para treinos noturnos.
A suíte master tinha banheira de hidromassagem com vista para o mar, closet enorme e uma cama onde ela dormia, ou fodia, quem quisesse, quando quisesse.
Luna Tavares não era mulher de ninguém. Era dona de si.Depois de um banho demorado, onde massageou o corpo inteiro com óleo de argan, passando bastante tempo nos s***s, na barriga lisinha e entre as coxas grossas, vestiu apenas um shortinho jeans desfiado que m*l cobria metade da b***a e um cropped branco justo.
Preparou um café preto forte e sentou no balcão da cozinha americana, checando o celular.O grupo das meninas do *Velvet Shadow* já estava agitado:
**Sasha**: “Hoje o clube vai ferver, Luna! Tem empresário de São Paulo em peso.”
**Vicky**: “Tô precisando de uma caipirinha depois do show. Quem topa laje?”
**Jade**: “Luna, me ensina aquele giro invertido novo? Quase caí ontem kkk”
Ela respondeu com áudios cheios de risada e emojis de fogo. Sasha, Vicky e Jade eram sua família de verdade.
No mundo da noite, poucas amizades sobreviviam à inveja e à concorrência, mas com elas era diferente.
Eram unidas. Protegiam umas às outras dos clientes babões, dividiam dicas de maquiagem, treinos e até segredos mais íntimos.
Às quatro da tarde, Luna ligou o som alto na sala e começou seu treino particular. Duas horas intensas no pole.
Subia com força, girava invertida, descia devagar controlando cada músculo, abrindo as pernas em splits perfeitos.
O suor escorria pelo vale entre os s***s, descia pela barriga e se acumulava na virilha.
Cada gota era prazer. Dançar não era apenas trabalho, era seu maior vício. Quando girava no pole, o mundo desaparecia.
Só existiam a música pulsando no peito, o controle absoluto do próprio corpo e a sensação poderosa de ser dona de cada olhar que conseguia atrair.
Terminou o treino ofegante, o corpo brilhando. Tomou outra ducha rápida e se arrumou para a noite.
Chegou ao *Velvet Shadow* por volta das nove. O clube ainda estava esquentando, mas o ar já carregava aquela energia elétrica característica: luzes vermelhas e roxas baixas, graves pesados saindo das caixas de som, cheiro de perfume, uísque e expectativa.
— A rainha chegou!
gritou Sasha do camarim, vestindo apenas um body de rede transparente que não escondia nada.
Vicky se aproximou por trás e deu um tapa estalado na b***a firme de Luna.
— Essa b***a tá cada dia mais gostosa, sua filha da p**a. Qual é o segredo?
Luna riu alto, tirando a roupa casualmente e ficando só de calcinha enquanto escolhia o look da noite.
— Treino pesado, comida boa e muito rebolado, amor. Vocês sabem como é.
Enquanto se maquiava,delineado gatinho perfeito, boca carnuda vermelha escura, glitter dourado nos s***s e nos ombros, as quatro conversavam animadas.
Jade, a mais nova, contava sobre um cliente que quase gozou só de olhar para ela. Sasha reclamava do ex que não parava de mandar mensagem. Vicky planejava a laje pós-show com caipirinha e maconha.
— Sério, Luna
disse Vicky, pintando os lábios
—você nunca pensa em arrumar um cara rico pra te bancar? Sair dessa vida?
Luna ergueu uma sobrancelha, passando strass nos m*****s escuros.
— Nunca. Eu gosto dessa vida. Gosto de acordar na minha cobertura, treinar quando quero, f***r quem eu quiser e dormir sem dar satisfação pra ninguém. Homem rico sempre quer transformar a gente em esposa troféu. Eu não nasci pra ficar presa em jaula dourada.
As meninas concordaram com risadas. Elas sabiam que Luna era diferente. Era a estrela do *Velvet Shadow*.
A que dançava por prazer, não por desespero. A que recusava propostas indecentes mesmo quando ofereciam fortunas.
Quando chegou a hora, Luna subiu ao palco principal. A luz bateu em seu corpo e a multidão vibrou.
Vestia um conjunto preto de strass que m*l cobria os pontos essenciais: top triangular que deixava a curva inferior dos s***s à mostra e uma calcinha fio-dental que desaparecia entre as nádegas redondas e empinadas.
A música começou,grave, lenta, suja. Luna agarrou o pole com força e subiu. Girou devagar, exibindo todo o controle do corpo.
Desceu invertida, abrindo as pernas em um split perfeito no ar. Rebolou no chão com quadris hipnóticos, as mãos deslizando pelos s***s, apertando-os, descendo pela barriga até a virilha.
Virou de costas, empinou a b***a magnífica e olhou por cima do ombro com um olhar que prometia o paraíso e o inferno ao mesmo tempo.
Ela sentia o desejo da plateia como uma onda quente. Homens de terno, turistas, cariocas endinheirados, todos babando por ela.
E isso a excitava. Não porque queria eles, mas porque era ela quem controlava o jogo. Cada rebolada, cada gemido baixo que soltava no microfone, cada olhar era uma afirmação de poder.
O suor escorria pelo corpo, fazendo a pele brilhar sob as luzes. Seus m*****s estavam duros, marcando o tecido.
Entre as coxas, sentia o calor úmido crescendo. Dançar sempre a deixava molhada. Era quase um ato s****l público, mas só ela decidia até onde ia.
Terminou o show com um movimento final poderoso, o corpo arqueado, s***s subindo e descendo com a respiração pesada. A plateia explodiu em aplausos, gritos e assobios.
De volta ao camarim, Luna estava eufórica. Recebeu abraços das meninas, bebeu água gelada e riu das piadas. Roberto, o dono, se aproximou com um envelope.
— Show particular amanhã. Cliente VIP pagando muito bem. Só você.
Ela sorriu, ainda brilhando de suor.
— Beleza. Mas regras claras: sem toque a menos que eu queira.
Mais tarde, depois do segundo show da noite, as quatro amigas subiram para a laje de um prédio próximo.
Caipirinha, som no celular, risadas altas. Luna deitou na espreguiçadeira, sentindo a brisa noturna refrescar a pele. Olhou para o céu do Rio e sentiu uma paz profunda.
Essa era a sua vida. A vida que ela havia construído com suor, talento e determinação.
A dança era seu oxigênio. A noite era seu território. E ninguém, absolutamente ninguém, iria mudar isso.Pelo menos era o que ela pensava.