Entrar no castelo foi como adentrar o paraíso, cada detalhe bem alinhado em que o luxo não passava despercebido nem nas maçanetas douradas e nas vestes dos guardas que ficavam plantados pelos corredores segurando as suas lanças e escudos. – Espere aqui, irei anunciar a sua chegada – o mais alto responde agora com uma voz amena quando paramos defronte da longa porta de ferro, os desenhos incrustados no metal demonstrando o quanto o governante não poupava a sua riqueza. Ao lado dois guardas montavam vigia sem reagir ao terceiro que abria a porta e adentrava o cômodo que de relance possuía uma longa extensão e o trono do outro lado já deixava bem nítido o local que estávamos. Sem nenhum convite, vou até o banco estofado encostado na parede oposta e sento-me confortavelmente na tentativa i

