Adentro no pequeno espaço, que era aquele clube hoje por sorte não era um dia lotado! Assim facilitaria minha visão do espaço. Não entendo oque alguém assim faz aqui! Mais eu não deixaria a oportunidade escapar um vento frio vem, ate min e com ele o cheiro de corpos suados e álcool, não eramos o club mais higiênico, aqui era uma espelunca completa, não tinha como negar
mais eramos conhecidos pelo preço baixo, as meninas aqui costumavam ser mães solteiras ou viciadas, todas aqui estavam desesperadas por dinheiro, era uma vida de m***a, mais sendo honesta quem não tinha uma vida infeliz?, eles com certeza tinham problemas também porque outro motivo estaria, em um stripper clubbe vagabundo aquela hora? Não ele estava procurando por algo, problemas no trabalho?
Viciado em p*********a? E procurando mulheres reais, estresse? Eu ainda não sabia onde ele se encaixava mais seria questão de tempo!
Caminho a passos rápidos, enquanto sou dissecada por cada homem que passa por min, alguns estão tao bêbados, que nem ao menos parecem saber onde estão, sorte das garotas que os pegarem como clientes, mais essa noite não eles não, são meu tipo, em meio a esbarroes de corpos suados , sou puxada pelos pulsos por um homem moreno de olhar penetrante ele deveria ter 1,80 no mínimo, cabelos pretos rebeldes e um sorriso fácil, seus olhos azuis gélidos estavam focados em min, engulo em secco , ele deveria ser provavelmente um modelo., me arrepio quando ele se aproxima da minha orelha pra sussurra.
— vê meu amigo ali? — ele diz num tom rouco, apontando pra bingo o loiro perfeito que vi la fora aceno com a cabeça — ele está depre , a ex noiva dele esta se casando, com o irmão- ele faz beicinho.
Sorrio fingindo empatia, isso parece o deixar satisfeito ele tira um bolo de dinheiro no bolso e coloca em minhas mãos eu tinha entendido
— dance, pra ele e o faça feliz — ele diz dando um t**a leve na minha b***a, fuzi-lo com olhar e ele parece surpreso me afasto dele e vou em direção ao loiro que esta dispensando duas dançarinas.
— nos poderíamos — as garotas a minha frente dizem juntas.
— não poderiam — ele as dispensam com um gesto de mão, sinto pena daquelas garotas.mais sorte a minha certo ?
Aproximo-me assim que elas saem e quando os olhos verdes focam em min.
Meu corpo gritava para eu fugir , o homem a minha frente me intimidava, seus cabelos loiros claros estavam penteados para trás oque dava uma melhor visão de seu rosto, seu olhar era c***l , oque combinava eu tinha que admitir com seu maxilar quadrado e lábios grossos, ele leva o wisque a boca e sorri quando percebe que estou o analisando.
O blazer com certeza era de griffe assim como todo resto, seus sapatos sócias era daqueles que só vi, em realites de tv, o relógio de ouro escupido em formato de dragão, avia pedras pequenas, que pareciam diamantes azuis. brilhavam de longe no clubbe.
— gostou? Quer compra um pra você também — ele diz em um tom c***l alto suficiente para que eu ouça por cima da música alta do clubbe não podia me acovardar agora.
Aproximo-me, seus olhos não deixam os meus por nenhum, estante meu corpo se arrepia cada vez que me aproximo, não sei se e de desejo ou apenas medo.
— seu amigo pagou uma dança pra você — ele me encara, e gargalha olhando pra multidão procurando o amigo.
— quanto ele te pagou — ele diz com deboche. O encaro sem palavras — não sabe contar?quanto ele te pagou?
— 500 dólares — basicamente gaguejo.
— te pago 1.000 para não dançar — o encaro em choque, — e sair daqui. — ele diz me apontando com indiferença.
— 2.000 — rebato,e ele engasga.
— 900 ou nada — ele retruca com um sorriso debochado.
— ou nada? Eu ainda posso ter os 500 do seu amigo ! — ele me encara boquiaberto.
— qual e o seu problema? — ele me questiona num tom raivoso.
— meu problema? Qual o seu você veio a um stripper club,não há uma festa de criança com truques de mágica e baloes bobos de cachorrinho. — ele ri
— quão especifico em? — ele retruca.
— vem — ronrono esticando minha mão para ele.
— qual e seu nome? — ele me questiona pela primeira vez demostrando interesse.
— angel — ele sorri com deboche.
— não seu nome de stripper, seu nome de verdade! — sorrio gentilmente
— como sabe, que esse e meu nome de stripper — ele revira os olhos como se a pergunta fosse i****a, oque provavelmente era, não era um nome comum entre,jovens mais era em stripers. — te digo se deixar eu dançar pra você!
Ele assente e se levanta, o sigo como se ele fosse o dono do lugar ele entra e um dos quartos privados, posso dizer pela sua cara de nojo, esse com certeza e o pior lugar que ele já esteve.ele encara o pequeno carto vermelho seus olhos percorrem o balde de gelo que contem o champanhe a uma barata na t**a. Encolho-me de vergonha, ele não emite sons só continua olhando o lugar.
— quanto eu tenho que paga para seu c*****o para que você possa sair? — o encaro confusa.
— c*****o? Você mora em um filme de 1984 — ele suspira, e passa a mãos pelas mechas loiras Eu tinha que admitir aquele homem era uma obra de arte.
— seu chefe- ele me questiona irritado.
— eu sou meu próprio chefe- ele suspira com impaciência e me arrasta para fora, passamos por vários operários e olhares curiosos, o vento frio bate em min arrepiando todos os pelos do meu corpo, incontinentemente, cubro meu corpo.
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— frio — ele pergunta com deboche sabendo a provável resposta.
Ele arranca o blazer e estende pra min, o toque da peça e frio mais muito confortável, a etiqueta e de uma marca que não reconheço mais provavelmente eu não encontraria, e uma loja popular nem mesmo na black friday .
Minutos depois já estamos na estrada principal da cidade, paramos enfrente a um prédio de luxo.
De madeira e vidros o nome luxury em letreiros neons me chamam atenção, e não parece combinar com o lugar luxuoso!
Entramos pela entrada todos os olhares estão sobre min, talvez porque debaixo do blazer luxuoso eu só estou usando uma langerir feita de predarias, os funcionários me ignoram!
Suas palmas frias me trazem de volta a realidade e me conduzem ate o elevador lotado, olhares famintos sobre meu corpo me encolho, assim que as portas se fecham ele me abraça, me protegendo de algum toque acidental eu não sabia muito sobre esse homem mais nesse exato momento ele era meu herói,.
Seus dedos vão para o painel do elevador, não fico surpresa quando ele clica no botão do primeiro andar, e digita uma senha. Que memorizo, só pra eventualidades a porta se abre primeiro em nosso andar, no corredor não há mais nenhum quarto. A um balde de gelo na porta com um cartão e um champanhe, me abaixo para pegar mais ele me para, me puxando sutilmente pela barra do blazer.
— não, esse e um dos ruins — o encaro eu tenho certeza que aquela garrafa custa uns mil dólares. — você já esteve em algum lugar assim antes?.
Ele pergunta já sabendo a resposta, n**o com um sinal de cabeça.
— ficaria surpresa se eu disse- se que, esse hotel e um dos piores do que já fiquei — sorrio tímida tentando não transparecer o desconforto, ate mesmo a entrada desse hotel era melhor que minha casa, vidros em todos os lugares mobilha clássica e confortável, eu não poderia pagar a hora aqui, mesmo se meus pais não fossem viciados!.
Ele quebra o clima colocando o cartão na porta ela se abre com bipe, entro primeiro mordo a bochecha, para conter a reação eu não precisava, ser mais ridicularizada do que agora, ainda me restava dignidade.
O estilo de vidros e luxo também era seguido nos quartos uma enorme janela dava a vista para a lua cheia do lado de fora a iluminação se dava por pequenos candelabros nas paredes a decoração era todo em um azul-marinho escuro e dourado. Somente o sofá era branco o resto dos d=moveis era de madeira escura,.
Ele caminha ate o sofá, se estirar aquele corpo não era de um simples empresário, ele com certeza praticava alguma atividade.
— dança pra min? — ele diz apontando o espaço livre no quarto.
— que musica? — pergunto deixando o blazer cair no carpe-te.
— qualquer uma baixa o suficiente, para eu ouvir seus gemidos — ele diz claramente me provocando eu não desistiria fácil.
— Could've Been, — digo eu gostava do ritmo da música.
— romântica? Que surpresa — ele diz revirando os olhos, a música começa e resolvo aceitar o desafio e meu primeiro passo e lentamente retirar a calcinha as batidas calmas da música, ele engole em seco mais se mantêm no mesmo lugar .
Vou, ate ele (resolvo) fazer a dança em seu colo a cada movimento de quadril suas pupilas triplicam, sua respiração fica mais pesada, suas mãos apertam o sofá com tanta força que e realmente um milagre que não tenha o quebrado.
Continuo me esfregando lentamente, encosto minha boca em seu ouvido para que ele possa ter ciência da minha, respiração pesada.
Seus olhos não deixam os meus por nenhum segundo.
— posso? — ele basicamente geme as palavras rouco.
— oque ? — ronrono de volta, ele trica o maxilar nervoso.
— roxo — ele sussurra e pisco confusa.
— oque? — ele abre as pernas embaixo de min me permitindo sentir melhor a crescente ereção.
— quando eu tiver, te levado tao fundo dessa sessação ao ponto que você sinta dor, toda vez que gozar, quero que lembre dessa cor, você me seduziu pra qui. Por isso certo? — ele levanta os quadris pra que eu sinta melhor — e em troca eu vou te mostrar ate aonde vai seus (limites) garotinha.
Antes que eu possa responder, ele enrosca a mão esquerda em meus cabelos enquanto, ele me vira de quatro sobre a mesa, e quase doloroso o puxão no meu cabelo.
— já fez isso antes? — ele basicamente rosna enquanto abre minhas pernas com os joelhos, para ser sincera estive com alguns garotos na época da escola, todos experiencias frustradas eu realmente não sabia oque espera aqui.
— sim, — respondo de forma abafada por conta da posição, um dedo encontra meu núcleo oque arranca um gemido de surpresa.
— já chegou la antes? — ele questiona e digo um não o melhor que posso com suas mãos, me explorando- já se tocou? .
— não — basicamente grito quando seus dedos são introduzidos.
— eu vou te ajudar — ele ronrona e leva minhas mãos pelas minhas partes, — aqui tente por pressão aqui!
Reviro os olhos com o toque.
— quero que faça isso, quando eu estiver dentro! Entendeu? — murmuro em afirmativo.quando sinto me invadir, era quase doloroso seu tamanho, me toca tornava suportável.
Ele tinha razão sobre as cores eu tinha que ter decorado,meu limite não era alto pelo que eu pude notar ele era implacável e c***l às vezes, e me vi gemendo cada vez por mais.