baby daddy

863 Palavras
Levanto me saio do hotel apressada, deixando o bolo de dinheiro para trás. Parecia errado aceitar. O homem deitado inocentemente naquela cama não merecia oque eu tinha preparado para ele mais era eu quem estava em pior situação. Sinto uma dor se alastra no fundo do meu peito eu não podia da para trás agora. — táxi — grito para um táxi parado em frente ao hotel, embora eu esteja só esteja com blazer me cobrindo depois dele rasgar minhas roupas, o táxi para. o motorista não pergunta para onde vou ele apenas me segue em direção à avenida principal — estou indo ... — para a boate — ele complementa como se fosse óbvio. Eu me olho no espelho retrovisor, meus lábios estão inchados e vermelhos de seus beijos, meu cabelo está uma bagunça. meu deus que vergonha. Felizmente, o taxista não achou que eu fosse uma p********a. Eu sorrio com o pensamento. um mês depois Minha menstruação está atrasada! E um golpe é a única razão para uma garota de 19 anos sem emprego ou casa ficar feliz com isso. A náusea está me matando, mas a presença delas me deixa mais feliz, elas significam que eu não sou louca, há algo acontecendo, ou crescendo dentro de min meus s***s doem e estou sensível. do um grande suspiro no quartinho dos fundos ondem eu me encontro todos, do no clube já notaram a mudança no meu corpo talvez porque me vejam nua todos os dias e só uma questão de tempo para eles me expulsarem eu não me importo eu vou ficar melhor sem eles, sem este lugar e******o. — venha cá — marcus o dono do lugar me chama da porta — um minuto. — não demore! Eu me levanto, sei que tipo de conversa teremos agora e eu não dou a mínima, só preciso desse bebezinho. — logo, muito em breve você vai conhecer o papai e ele vai me comprar uma casa — sorrio afundando meu rosto no travesseiro Vou ate um escritório de advocacia situado no centro pela fachada do lugar. Não parece ser barato, mais exatamente isso que procuro eu precisava do melhor advogado se quisesse ao menos ter a possibilidade de fazer o dna. Entro e dou de cara com uma secretaria, m*l-encarada na recepção, ela me olha de cima a baixo com nojo, provavelmente porque eu vestia uma calça rasgada e um moletom azul-claro. — nos não lidamos, com esmola procure uma assistente social docinho — ela diz de forma doce. — eu posso pagar! — ela sorri — não, você não pode! Abro a carteira e m cima da mesa ela me encara com desconfiança ao visualizar os vários dolares. — eu trabalho em uma farmácia — digo na defensiva ela me encara com um sorriso sínico. — pagam bem la — ela debocha. Devolvo o sorriso. Uma mulher morena entra no escritório ela veste um terninho cinza, os cabelos negros estão presos em um coque, torno no centro da cabeça ela me ignora e vai direto na atendente. — maria, algum novo cliente — ela diz aparentando estar muito nervosa — não senhora — a secretaria nem ao menos olha pra min. — na verdade — me intrometo e às duas me encaram — eu preciso de uma advogada urgente! O rosto da mulher se ilumina e ela pega meu braço. — bom se e urgente, não podemos esperar certo? — concordo e a sigo Sento-me na sala pequena, mas confortável e bem organizada, ela certamente é neurótica quanto à limpeza. Há uma mesa enorme com uma cadeira e um computador e em frente a ela outra cadeira, um tapete branco cobre toda a sala e uma estante organizada por cores e livros jurídicos em cada estante — bem, diga-me tudo sobre o seu processo, quem estamos processando e por que eu sou sua advogada, então preciso que você seja honesta comigo e me diga toda a verdade! Eu sorrio e conto a ela todos os detalhes do que estou planejando fazer, ela fica vermelha com todos os detalhes. — isso é imoral! — sim, mas não ilegal. — é extorsão. — alguns chamam de milagre da vida — ela me olha chocada — você não pode fazer isso! — porque não ?, não o obriguei a nada, ele é adulto e conhece-se a si mesmo e eu também, arriscou-se e aconteceu. — você fala como se não tivesse planejado isso! — Não tenho nada a perder e é fácil para você me julgar sem ter que passar pelo que eu estou passando vai ficar com meu caso,ou não?. Ela se senta desconfortável em sua cadeira — Claro que vou emitir um mandado para o clube dar as informações dele e depois disso iremos notificá-lo e levá-lo ao tribunal e estabelecer uma pensão — Ótimo — digo suspirando — você tem um lugar ficar até então? — posso ficar no clube e trabalhar no bar enquanto a minha barriga não aparecer! — não, você precisa ficar em outro lugar não me pague agora alugue uma casa isso é importante acredite em mim, nós vamos a juri e você tem que parecer estável!
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