Capítulo 22

1072 Palavras

Quando desci para tomar café da manhã, vejo meu pai no sofá com um jornal em suas mãos, ele estava mais sério do que o normal. Seus olhos me analisavam com uma frieza que me dava calafrios. — Bom dia filha — Bom dia paí, está tudo bem? — Sim, eu quero falar com você, vamos até o escritório, tem alguém nos esperando lá. Meu coração acelerou. Respirei fundo e segui até a sala que sempre me causava arrepios. Meu pai parou perto da escrivaninha, pegou um copo de uísque. Sua postura era rígida, a expressão carregada. No canto da sala, Enzo se encontrava recostado em uma das poltronas, com um pequeno sorriso no rosto. Senti um nó na garganta. — O que está acontecendo? — perguntei, cruzando os braços, tentando me manter firme. Meu pai tomou um gole do uísque antes de finalmente sol

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