Capítulo 04 Michele

1544 Palavras
Michele Narrando Hoje me chamaram pra colar num pagodinho lá na comunidade onde mora uma amiga. Como não sou de perder rolê, me arrumei daquele jeito: shortinho curto, top colado e cara de quem sabe o que quer. Curtir e conhecer gente nova sempre é bom, né? Moro na quebrada vizinha, já vim aqui várias vezes com a Gabi. Cheguei na casa dela e já tava quase na hora do pagode. Subimos pra praça. Gabi — Bora, menina! Tava te esperando! — Cheguei, bora! — Fomos subindo, encontramos a Clara no caminho e seguimos pra praça. O pagode tava daquele jeitão: altas minas dançando, os bandidos tudo na maldade, bebendo e tirando onda. A gente chegou só no sapatinho, já dando aquela conferida geral. No meio do pagode, percebi que tinha um gostoso que não tirava os olhos de mim… o tal do Joca. Só com o olhar dele eu já tava ficando molhadinha. Já ouvi falar da fama… dizem que o que ele tem de grande na marra, tem no documento também. Sempre tive vontade de sentar nele… mas né… segredo: ainda sou virgem. Só que não sou boba nem santa. O pagode foi rolando, eu já tava meio altinha, com aquela biritinha na mente, e ele chegou chegando. Nem pensei duas vezes, me joguei. — E aí, gostoso! — Falei, já dando aquele sorriso safado, mordi o canto da boca e puxei ele pelo colar. Joca — E aí, gostosa… tá sozinha? Qual teu nome? — Falou com aquele olhar que já deixa qualquer uma de perna bamba. — Prazer, Michelle. Mas pode me chamar de Mi… E o teu, gostoso? — Perguntei, mesmo já sabendo muito bem quem era. Joca — Satisfação, gostosa… prazer só na cama! Meu nome é Joca. Bora sair daqui? — eita caralhø, só a marra do cara já me deixou molhada. — Nossa, tu é direto, hein! Pra onde vai me levar? Joca — Vou te mostrar o que é prazer, gostosa… Vamo nessa. — Falou e eu arregalei os olhos mais não me intimidei. Ele subiu na moto e me deu aquele olhar como quem diz: “bora ou vai amarelar?”. Nem pensei: subi, grudei na cintura dele. Nisso. Clara — Esse é meu amigo! Vai fundo, Joca! — clara gritou, me fazendo olhar pra trás. Ele mandou ela calar a boca, eu ri, abracei ele mais forte. — Tu faz sucesso, hein… — sussurrei no ouvido. Joca — Fazer o quê… O pai é gostoso e sabe fazer gostoso. Só não pode viciar, que não sou só de uma… Sacou? — Falou, com aquela marra gostosa que me deixou ainda mais acesa. Chegamos numa das casas dele. Ele parou, me ajudou a descer, mas antes de qualquer coisa… me deu aquele tapa na bünda, que fez eu morder o lábio. Joca — Entra. Fomos entrando e ele já me prensou na parede, colando o corpo no meu. Meu coração acelerou, mas fiz cara de quem tava tranquila, mesmo morrendo de nervoso por dentro. Joca — Tá nervosa, novinha? Relaxa… o pai é grande, mas faz gostosinho… — É que… — Dei uma risadinha sem graça, meio sem saber como falar. Joca — Quer desistir? Não forço nada, não… — Não… é que… sou virgem. No caso… tu vai ser meu primeiro. — Ele arregalou aquele sorriso maroto e me prensou mais ainda na parede, me beijando forte, enquanto passava as mãos pelo meu corpo. Joca — Pørra… sério isso, novinha? c*****o… que responsa… mas relaxa… vou te deixar querendo mais. — Falou com a boca perto do meu ouvido. Ele foi me despindo com calma, com aquela pegada safada… Me deitou no sofá, começou a fazer aquela trilha com a língua quente no meu corpo todo. Depois me pegou no colo e me levou pro quarto, sem parar. Que homem é esse, Jesus! — Aí… Joca… ahhh… uhhh… — Eu já não conseguia mais me controlar, tava toda entregue. Ele se ajoelhou, colocou a cabeça entre minhas pernas e começou a me lamber de um jeito… sem palavras. — Aí, Jesus… não preciso de mais nada… Que boca é essa! — falei entre os gemidos. Joca — Ei, feiticeira… vou te levar do inferno ao céu ao mesmo tempo… Tá pronta? — Ele intensificou os movimentos e eu senti uma coisa que nunca tinha sentido na vida… minhas pernas tremiam, parecia que eu tava saindo do corpo… soltei um gritinho, meio sem controle. — Ahhhhhhh! Uhhhhhh! — Fiquei vermelha… de vergonha, de tesãø, de tudo junto. Joca — Gostosinha tu, hein… Só não acostuma… que nem toda mina merece o que tô te dando. Só as virgens feiticeiras como tu. — Eu já estava fora de mina muito tempo. — Me faz mulher, Joca… Quero te sentir de verdade… Ele abaixou a bermuda e a cueca de uma vez… e o paü… MEU DEUS… grande, grosso, cheio de veia… já babando. Arregalei os olhos, botei a mão na boca. Joca — Não assusta não… Cabe direitinho… Pode até doer no começo, mas depois… tu não vai querer sair de cima. Só não pode se apaixonar… que o pai não quer se amarrar agora. — Faz com carinho… por favor… — Falei toda manhosa, mesmo sabendo que ele era bruto… e era isso que me deixava ainda mais louca. Ele subiu, se posicionou entre minhas pernas, foi beijando meu pescoço, chupandø meus peitøs… alternando entre um e outro… até colocar a cabeça… que de “inha” não tinha nada! — Putä que pariu! Vou ficar sem andar dois dias depois dessa p***a! Ele foi entrando devagar… meus olhos encheram de lágrima. — Aí… aiii… uhhh… — soltei um gemido de dor e t***o misturado. Joca — Calma, relaxa... Agora o pai vai entrar de uma vez. Só concordei, mordendo o lábio, segurando a onda. Ele meteu fundo, daquele jeito bruto que eu já esperava, e eu fechei os olhos, sentindo meu corpo se moldando no dele, me abrindo toda. Nem consegui falar nada, só respirar fundo. Ele afastou uns fios do meu cabelo, limpou uma lágrima que escapou, e chegou pertinho do meu ouvido, com aquela voz grossa que só me deixou ainda mais molhadinha. Joca — Quando tu quiser, eu começo a meter… Mas tá føda de segurar, hein, feiticeira? Que bøcetinha apertada do c*****o! Parece que vai arrancar meu paü… mas vou no talento, senão gozø antes da hora. — Pode… pode meter, Joca… Vai… — Nem terminei de falar, ele começou. Primeiro devagar, só me preparando, depois foi acelerando. Cada estocada dele me fazia arquear as costas e morder o ombro dele pra não gritar. O barulho da nossa pele se chocando tomava conta da casa, e eu só gemia, sem vergonha nenhuma. — Aaaahhhh... Uuuuhhhh... Aí, Joca... tu é gostoso demais, caralhø! — foi uma mistura de dor com tesãø. Ele riu, todo marrento, e meteu com ainda mais força, me fazendo perder o fôlego a cada enfiada. Meu corpo tremia, eu já tava toda entregue, suando, louca pra gozar de novo. Do nada, ele parou e puxou fora. — Ô! Parou por quê, gostoso? — perguntei sem acreditar. Joca — Calma aí, gata... Vem sentar no pai agora... Vem. — Ele se ajeitou na cama, recostado todo folgado, e me puxou com aquela pegada firme que eu adoro. Subi em cima dele, de frente, com as pernas de cada lado, e fui descendo bem devagarinho, sentindo ele me preencher todinha, centímetro por centímetro. Quando encaixei tudo, ele jogou a cabeça pra trás. Joca — Pørraaaaa… que bøcetinha é essa, mano?! Tu vai me enfeitiçar nessa pørra, hein, feiticeira? — soltou um gemido rouco, pesadão. Dei aquele sorriso safadø, mordi o lábio, e comecei a rebolar devagar, só pra provocar. Ele segurou minha cintura com mais força e começou a ditar o ritmo, aumentando a velocidade a cada estocada. Joca — Caralhø, tu é a feiticeira do caralhø, pørra! Eu só gemia, rebolando em cima dele, sentindo tudo, até que o prazer me dominou de novo. — Ahhhhhh… eu... eu vou… Joca.... Gøzei toda tremendo, me agarrando nele. Nem tive tempo de respirar direito, e senti ele gøzar também, se desfazendo dentro de mim, com o corpo todo estremecendo enquanto apertava ainda mais minha cintura. Caímos os dois largados na cama, ofegantes, tentando recuperar o fôlego. Joca — E aí… Te machuquei muito? — perguntou preocupado e eu até me assusto. Só balancei a cabeça, rindo, meio sem forças, mas feliz da vida. Ele levantou, foi pro banheiro, e eu fiquei ali, deitada, com o corpo todo relaxado e a cabeça a mil, processando tudo. Depois que ele voltou, enrolado numa toalha, fui tomar meu banho, ainda meio zonza com o que tinha rolado. Quando terminei e me arrumei, voltei pro quarto. Ele já tava sentado, vestido, me esperando. Joca — Tem como tu voltar pra casa ainda hoje? — Vou ficar na casa da Gabi. Tu me leva lá? — Perguntei. Joca — Bora. Ele me deixou na casa da Gabi. No carro, o clima tava mais silencioso, mas a conexão entre a gente continuava ali, forte. A noite tinha sido intensa, e, cá entre nós... eu sabia que aquilo não ia parar por ali, não. Continua.....
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